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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Entre os inúmeros aviões supersônicos icônicos, o MiG-21 mantém o título de aeronave mais produzida






Com 11.000 unidades construídas, conheça o avião supersônico mais produzido do mundo


Entre os inúmeros aviões supersônicos icônicos, o MiG-21 mantém o título de aeronave mais produzida. Em seu auge, uma unidade do MiG-21 era produzida diariamente, totalizando mais de 11.000 exemplares construídos, número que nenhum outro caça supersônico, como o americano F-16 ou o F-4 Phantom II, conseguiu superar.
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Jornalista d Natal- RN no rio grande do norte , Brasil


Sr.Leon Lopes da Silva

Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.

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Originário da Rússia, país também responsável pelo Ilyushin Il-2, segundo avião mais produzido da história, o MiG-21 combina simplicidade, baixo custo e ampla operação global, características que o tornaram uma peça fundamental na história da aviação militar.

O projeto do MiG-21 surgiu no início dos anos 1950 para atender à demanda soviética por um interceptador leve e rápido, capaz de enfrentar aeronaves ocidentais. A Mikoyan-Gurevich já havia experimentado diversas configurações antes de chegar ao design final do MiG-21.





Ao contrário dos Estados Unidos, que investiam em aviões complexos e caros, a União Soviética priorizava modelos fáceis de produzir, manter e pilotar, mesmo por militares com treinamento limitado, características que definem o MiG-21.

Sua longa produção foi possível graças a constantes modernizações, evoluindo de interceptador puro para caça multifunção. Entre as versões mais marcantes estão o MiG-21F (1959), o MiG-21PF com radar (1961), o MiG-21FL produzido por licença na Índia (1965) e o MiG-21bis, a variante mais potente e versátil, introduzida em 1972.

O MiG-21 não era o caça mais avançado da época, mas seu design de asa delta proporcionava simplicidade estrutural e capacidade supersônica. Seu pequeno porte o tornava leve e barato, além de permitir operar em pistas precárias com manutenção mínima, facilitando sua exportação.

A União Soviética exportou agressivamente o MiG-21 para países aliados, incluindo a Índia, onde mais de 600 unidades foram fabricadas sob licença pela Hindustan Aeronautics Limited. Contudo, o MiG-21 também ficou conhecido como “Caixão Voador” na Índia, devido a cerca de 200 mortes em quase 400 acidentes.

Apesar do alto índice de acidentes, o legado do MiG-21 é uma prova da engenharia soviética, com unidades em serviço até o século XXI. A Índia ainda opera variantes atualizadas, como o MiG-21 Bison, equipado com mísseis R-77 e R-73, sistemas israelenses de interferência, capacete com mira e cockpit parcialmente digital, embora sua aposentadoria esteja planejada.

O Chengdu J-7 chinês, derivado do MiG-21, também foi amplamente utilizado e fabricado. Países como Iraque, Egito e a antiga Tchecoslováquia produziram suas próprias versões. A estratégia soviética de manter baixos custos e licenças facilitou sua adoção internacional.



O MiG-21 é um caça supersônico soviético icônico, conhecido por sua simplicidade, baixo custo e alta velocidade (Mach 2+), com motor único Tumansky R-25, capacidade para um piloto, canhão GSh-23 de 23mm e mísseis ar-ar/terra, sendo um dos aviões de combate mais produzidos e utilizados globalmente, com características de asa delta e desempenho ágil, mas cockpit apertado.

Especificações Gerais (Variante MiG-21-93/Bison)

Tripulação: 1 Piloto.

Motor: 1 Turbojato Tumansky R-25-300.

Desempenho:

Velocidade Máxima: ~2.175 km/h (Mach 2+).

Teto de Serviço: 17.800 m.

Taxa de Subida: 225 m/s (com modo pós-combustão).

Dimensões:

Comprimento: ~14,5 m.

Envergadura: ~7,15 m.

Altura: ~4 m.

Peso: ~6.200 kg (vazio) a 10.400 kg (máx. decolagem).

Armamento Interno: 1 Canhão GSh-23 de 23 mm.

Armamento Externo (Pontos Fixos):

Mísseis Ar-Ar: R-73E, R-60M, R-77, R-27 (R1/T).

Bombas: 2 x KAB-500KR guiadas por TV.

Aviônicos (Modernizados): Radares Kopyo M ou EL/M-2032, sistemas INS/GPS, Head-Up Display (HUD) e capacete com mira em versões como o Bison.

Características Principais

Design: Asa delta pura para alta velocidade e simplicidade.

Motor R-25: Possui modo "Emergency Power" para aumento temporário de empuxo, mas com risco de superaquecimento.

Versatilidade: Capaz de operar em pistas não preparadas devido aos pneus de baixa pressão.

Legado: Foi a base para o Chengdu J-7 chinês e modernizações como o MiG-21 Lancer, sendo um dos caças mais exportados e duradouros.




IMAGENS: Caças MiG-21 da Força Aérea Romena

O grupo “Plane Spotters Bacau” publicou imagens de caças MiG-21 da Força Aérea Romena na Base General Emanoil Lonescu.

Segundo publicação na página do grupo no Facebook, os spotters ficaram teimosamente no campo para fotografar, esperando também pela chegada de caças F-16 e F-18. Acabaram conseguindo fazer estas belas fotos dos MiG-21 das bases aéreas 86 (Borcea) e 95 (Şerbănescu).

As aeronaves MiG-21 estão em serviço com na Rômenia desde 1962 e o país chegou a operar 400 deles. Os caças foram modernizados em 1992, com equipamentos de última geração e novos armamentos.



Migs 21 em base aeria Rússia


Outros aeronaves em desfile:



















O "avião fantasma" dos Estados Unidos é o B-2 Spirit, um bombardeiro estratégico furtivo (stealth) conhecido por sua capacidade de penetrar defesas inimigas sem ser detectado, graças ao seu design em forma de "asa voadora" e tecnologia avançada, sendo um dos mais caros e sofisticados já construídos. 

Por Leon Lopes, jornalista 

O caça MiG-21 (ou "Big 21", como referido na pergunta) foi um dos jatos militares mais produzidos e exportados da história, operado por mais de 60 países em quatro continentes. A maioria das vendas ocorreu durante a era da União Soviética, e não especificamente pela Rússia pós-soviética.
Alguns dos principais países que compraram ou operaram o MiG-21 incluem:Índia: Foi um dos maiores operadores, chegando a ter 874 unidades e fabricando 657 sob licença, sendo a espinha dorsal de sua força aérea por décadas.
China: Produziu sua própria versão sob licença, conhecida como Chengdu J-7 (ou F-7 para exportação), com cerca de 2.400 unidades fabricadas.

Países do Leste Europeu: Incluindo a Tchecoslováquia (que também produziu 194 unidades sob licença), Polônia, Hungria, Romênia e Alemanha Oriental.
Vietnã: Amplamente utilizado pela Força Aérea do Vietnã do Norte durante a Guerra do Vietnã.
Países do Oriente Médio e Norte da África: Como Iraque, Síria, Egito, Argélia e Líbia.
Países Africanos: Incluindo Angola, Etiópia, Nigéria, Moçambique e Zâmbia.
Outros países: Como Cuba, Coreia do Norte, Finlândia e Iugoslávia.
Devido à sua simplicidade, robustez e baixo custo, o MiG-21 foi amplamente distribuído, e muitos países ainda o mantêm em serviço ou em reserva, apesar de ser um projeto dos anos 50.



Redação

Por Leon Lopes da Silva, jornalista e Diretor e também fotográfico do Jornal JRP internacional.

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