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As queimadas no Brasil apresentaram comportamentos distintos nos últimos dois anos: enquanto 2024 registrou um aumento recorde, o ano de 2025 apresentou uma redução significativa nos focos de incêndio e na área total queimada em diversos biomas.
No entanto, o início de janeiro de 2026 já registra um novo alerta com um aumento de 46% nos focos de calor em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Cenário em 2024
O ano de 2024 foi marcado por um crescimento alarmante de 79% na área queimada em comparação a 2023, superando 30 milhões de hectares. Amazônia: Registrou a maior área queimada de sua série histórica (iniciada em 1985), com 15,6 milhões de hectares atingidos.
Cerrado: Teve 9,7 milhões de hectares queimados, um aumento de 47% em relação à média dos seis anos anteriores.
Pantanal: Sofreu um pico drástico de queimadas, especialmente em agosto de 2024, totalizando 1,9 milhão de hectares afetados no ano.
Retrospectiva de 2025
Ao contrário do ano anterior, 2025 apresentou uma tendência de queda, segundo o sistema BDQueimadas do INPE:Redução Geral: Entre janeiro e setembro de 2025, houve uma redução de 64% nos focos de incêndio em relação ao mesmo período de 2024.
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Queda por Bioma: A diminuição foi mais acentuada no Pantanal (de 6,6 mil para 126 focos) e na Amazônia (de 30 mil para 7 mil focos) nos primeiros meses do ano.
Área Queimada: Apenas em julho de 2025, a área queimada caiu 40% em comparação ao mesmo mês de 2024.
Causas do Aumento
Especialistas e órgãos como o MapBiomas apontam que o aumento crítico em 2024 foi impulsionado por:Ação Antrópica: O uso do fogo para limpeza de pastagens e desmatamento continua sendo a causa principal.
Fatores Climáticos: A influência do fenômeno El Niño e secas severas acumulou material combustível (biomassa seca) no solo, facilitando a propagação das chamas.
Administrar o Brasil melhor envolve aumentar a eficiência da gestão pública para entregar serviços essenciais de maior qualidade, garantindo o desenvolvimento sustentável e o bem-estar social.
Isso se traduz em priorizar a infraestrutura, saúde, educação, e promover a modernização administrativa, desburocratização e justiça fiscal, além de manter o equilíbrio das contas públicas.
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
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Os principais pilares para uma gestão melhor incluem:
Infraestrutura e Economia: Recuperar estradas, portos, aeroportos e ferrovias, investindo de forma pública ou privada para impulsionar a competitividade e o emprego.
Serviços Públicos: Melhorar a eficiência na saúde e educação, com o uso de tecnologia e avaliação da população.
Reforma do Estado: Modernizar a administração, valorizando bons servidores e simplificando o sistema tributário.
Desenvolvimento Sustentável: Focar no desmatamento zero e na transição energética, garantindo crescimento econômico com responsabilidade ambiental.
Justiça Social: Combater a fome, pobreza e desigualdade, promovendo a igualdade salarial.
Esses objetivos visam fortalecer a democracia, garantindo que o Estado funcione como um provedor de qualidade de vida e um agente de desenvolvimento coletivo.
Por Leon Lopes, jornalista
Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista,e fotográfico do Jornal JRP internacional















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