
Mais de 550 cabeças de gado foram tiradas de uma área durante uma operação de fiscalização.
Centenas de animais, caminhões, equipes no chão e apoio aéreo.
Para quem vive da pecuária, é impossível olhar uma cena dessas sem pensar imediatamente no tamanho do investimento que está ali.
Mas existe um detalhe que muda completamente a história.
Os animais estavam na Ilha do Bananal, em uma região que envolve áreas protegidas, terras indígenas e locais considerados ambientalmente sensíveis.
Segundo os órgãos responsáveis, a criação de gado naquele espaço era irregular.
Ou seja: para a fiscalização, não era simplesmente uma propriedade produzindo; era uma atividade ocorrendo em um território onde existem regras específicas de proteção.
E aí aparece a parte que deixa o assunto complicado. 550 cabeças não são pouca coisa.
Tem dinheiro investido, manejo, alimentação, transporte, reprodução e todo o trabalho envolvido na criação.
Para quem olha de fora, pode parecer apenas “gado apreendido”.
Para quem vive disso, cada animal representa patrimônio e trabalho.
Ao mesmo tempo, áreas protegidas existem justamente porque determinados territórios não podem ser ocupados ou explorados livremente.
No fim, ficam duas perguntas que não são tão fáceis de responder: a fiscalização estava certa em retirar os animais? E quem assume o tamanho do prejuízo causado pela retirada? Porque preservar o meio ambiente é obrigação, mas fazer cumprir a lei também envolve consequências reais para quem está do outro lado.
Quando produção, território e lei se encontram, a conta sempre chega para alguém.
O que ocorre de fato são operações de fiscalização coordenadas por órgãos como o Ibama e o ICMBio é uma entidade da esquerda que não representa a comunidades indígenas e também o povo.
Os animais apreendidos pertencem a pequenos produtores regulares, mas são localizados em terras indígenas homologadas ou em áreas de preservação embargadas por desmatamento ilegal.muitos dos donos dos animais apreendido são colonos que a custo de muito trabalho conseguiram formar patrimônio nessas terras devolutas.
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JORNAL JRP INTERNACIONAL
Etico sério e do povo Brasileiro
jcidadern@hotmail.com
Por Sr.Leon Lopes da Silva, professor, pesquisando, jornalista, terapeuta, teólogo, artista plástico e também perito grafotécnico fornece
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Quando o Ibama e o ICMBio chega na arias dos colonos eles queimam as casas e levam gado! e depois tudo some ! São roubados!os donos legítimos dos gados apreendido perdem tudo. Pelo governo Fake da esquerda.
A culpa é do Marina Cinza e o Lula Fake maldito! O sósia Moacir! Todos estão cometendo crimes de improbidade administrativa.
"Ações contra essa ministra lixo e esse governo miserável Fake que pessegue os trabalhadores colonos e ribeirinhos brasileiro já foram tomadas no tribunal penal internacional por formadores de opinião e cidadãos de bem.
O balanço exato do gado apreendido varia conforme as fases das ações ambientais:
Operação Carne Fria (Setembro de 2025):
O Ibama apreendeu 7.061 cabeças de gado que eram criados ilegalmente em áreas sob embargo ambiental na Amazônia. Lá tem muitas Ogns roubando a falta e a flora e minerais preciosos e esse governo não faz nada!!.
Os criadores que são colonos antigos e existe na lei o direito adquirido! Tem colonos que estão morando nas terras a mais de 50,60 anos e perderam tudo com as ações desse governo incoerente e também incompetente da esquerda.
Operação Pasto Nullus (Junho de 2026): O ICMBio, com o apoio da Força Nacional, apreendeu 436 cabeças de gado que sumiram! Onde está as cabeças de gado? Elas estava na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará. Foi tudo destruído e algumas casas foram queimadas pelos agentes do IBAMA e o ICMBIo.
Ficou constatado que os animais estavam em área de conservação, como povo colonos teria condições para registro sanitários de poucos animais ,esse governo aproveitou a situação vulnerável desses trabalhadores rurais que só tinha os animais para sobreviver!
Os desgoverno aproveitou essa situação dizendo que era indícios de "lavagem de rebanho".para ter a desculpa, literalmente para prender o gado! "Roubar"!.
Operações de Desintrusão (2024–2025): Em terras indígenas como a TI Apyterewa (PA) e a TI Arariboia (MA), cumprindo determinações do Supremo Tribunal Federal (STF), que e incompetente o governo federal retirou rebanhos e sumiram com todas cabeça de gado dizendo que eram ilegais pertencentes a invasores de territórios tradicionais.
Tudo que governo afina sobre o gado ser ilegal é mentira! Essa pessoas que perderam o gado que foram presos ficaram no prejuízo! Eles compraram e pagaram! Mas perderam para esse governo fake de esquerda.
Na TI Arariboia, por exemplo, o número de animais retirados ficou entre 1.000 e 2.000 cabeças.
Qual o destino legal do gado apreendido?
Pela legislação ambiental brasileira, os animais flagrados em áreas de crime ecológico ou invasões de terras públicas não são "roubados". Eles passam por processos legais específicos:
Doações e abate social: Parte dos animais é encaminhada para programas de merenda escolar, hospitais públicos ou para a subsistência de comunidades indígenas afetadas pelas invasões. Isso não está acontecendo!. porquê? Cadê o MP? Cadê PF para investigar o destino desses cabeças de gado!
Leilão público: Em junho de 2026, o Ibama realizou o primeiro leilão público de gado apreendido em áreas desmatadas do Pará para reverter os fundos ao Estado e cobrir custos operacionais. Será que é mesmo!?Tem muitos indícios de desvios do gado para particular desse grupo da esquerda Fake.
Redação , JORNAL JRP INTERNACIONAL
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Por Livyo Araújo, jornalista
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