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domingo, 23 de agosto de 2026

O blazer é a peça mais poderosa do armário para construir looks elegantes, sofisticados e versáteis instantaneamente

 



O blazer é a peça mais poderosa do armário para construir looks elegantes, sofisticados e versáteis instantaneamente. Seja para o ambiente de trabalho ou para um evento casual, ele transforma qualquer combinação simples em uma produção refinada.














Para fazer a combinação perfeita de calça com blazer, o segredo é equilibrar as proporções e o nível de formalidade das peças. O blazer funciona como uma terceira peça estratégica que transforma instantaneamente qualquer visual básico em uma produção estilosa.

1. Blazer com Calça Jeans (Casual Chic)
Esta é a combinação mais versátil para o dia a dia e finais de semana. Jeans escuro: Modelagens retas ou skinny em azul-marinho ou preto mantêm o look alinhado para o trabalho.
Jeans claro ou destroyed: Traz um ar despojado e moderno para o ambiente casual.
Equilíbrio de volumes: Se usar um blazer oversized, prefira calças de corte reto ou ajustadas.

2. Blazer com Calça de Alfaiataria (Elegante e Profissional)
Ideal para ambientes corporativos ou eventos formais.Monocromático: Usar o blazer e a calça da mesma cor cria um terno feminino ou masculino clássico.
Desmembrado: Combinar cores diferentes — como um blazer areia ou bege com calça azul-marinho — quebra a monotonia e esbanja sofisticação.
Toque moderno: Troque a camisa social por uma camiseta básica de gola redonda e finalize com tênis branco.

3. Blazer com Outros Modelos de CalçaCalça de Couro: O contraste de texturas do tecido do blazer com o couro traz peso, atitude e uma pegada fashionista.
Calça Wide Leg ou Pantalona: Peças largas e fluidas com blazer transmitem uma imagem elegante sem esforço. Prefira calças de cintura alta para definir a silhueta.



Dicas de Calçados e AcessóriosPara alongar a silhueta: Use sapatos de bico fino (como scarpins) ou invista em um blazer mais alongado com calças no mesmo tom (tom sobre tom).
Truque de estilo: Dobre as mangas do blazer ou use um elástico discreto para prendê-las na altura do antebraço, deixando o visual mais descolado.

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Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Sr.Leon Lopes da Silva Diretor, jornalista e também fotógrafo 

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Leon Lopes
Diretor, jornalista e  fotógrafo do Jornal JRP INTERNACIONAL


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Para escolher paletós elegantes, o segredo está no caimento perfeito, nos tecidos de alta qualidade e nas cores certas para cada ocasião.
Alfaiataria Clássica e Slim Fit
Os cortes modernos valorizam a silhueta masculina. O modelo slim fit ajusta-se melhor ao corpo nas laterais e nos braços, enquanto o corte italiano traz ombros estruturados e cintura marcada, ideal para eventos formais e ambientes corporativos exigentes.














Casual Elegante e Cores Claras
Paletós e blazers em tons de bege, cinza claro ou azul, confeccionados em tecidos leves. Excelente escolha para casamentos diurnos, eventos ao ar livre ou combinações sofisticadas com calças de sarja e jeans escuro.


Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL 
Ético sério e do povo Brasileiro
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Por Leon Lopes da Silva, jornalista

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Pesquisadora da Embrapa e engenheira agrônoma, foi reconhecida internacionalmente




Pesquisadora da Embrapa e engenheira agrônoma, foi reconhecida internacionalmente com o Prêmio Mundial da Alimentação, considerado o maior destaque global na área agrícola. Esse prêmio, informalmente chamado de “Nobel da Agricultura”, celebra uma carreira dedicada a transformar práticas de cultivo por meio da ciência.

 Durante mais de quarenta anos de trabalho, Mariangela concentrou seus estudos em microrganismos presentes no solo, como rizóbios e Azospirillum brasilense.

 Esses organismos ajudam as plantas a absorver nutrientes de forma mais eficiente, reduzindo a dependência de fertilizantes químicos.

 A partir dessas pesquisas, surgiram inoculantes biológicos que hoje são aplicados em milhões de hectares no Brasil, aumentando a produtividade, diminuindo custos e tornando a agricultura mais sustentável.

A adoção dessa tecnologia gera uma economia estimada em 127 bilhões de reais por safra e evita a emissão de mais de 230 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.
Ref: CNN BRASIL.

Redação,JORNAL JRP INTERNACIONAL 
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Por Lyvio Araújo, jornalista 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Governo de Ladrões que usa a máquina para roubar gado dos trabalhadores rurais do Amazonas




Mais de 550 cabeças de gado foram tiradas de uma área durante uma operação de fiscalização.

Centenas de animais, caminhões, equipes no chão e apoio aéreo.

Para quem vive da pecuária, é impossível olhar uma cena dessas sem pensar imediatamente no tamanho do investimento que está ali.

Mas existe um detalhe que muda completamente a história.

Os animais estavam na Ilha do Bananal, em uma região que envolve áreas protegidas, terras indígenas e locais considerados ambientalmente sensíveis.

Segundo os órgãos responsáveis, a criação de gado naquele espaço era irregular.

Ou seja: para a fiscalização, não era simplesmente uma propriedade produzindo; era uma atividade ocorrendo em um território onde existem regras específicas de proteção.

E aí aparece a parte que deixa o assunto complicado. 550 cabeças não são pouca coisa.

Tem dinheiro investido, manejo, alimentação, transporte, reprodução e todo o trabalho envolvido na criação.

Para quem olha de fora, pode parecer apenas “gado apreendido”.

Para quem vive disso, cada animal representa patrimônio e trabalho.

Ao mesmo tempo, áreas protegidas existem justamente porque determinados territórios não podem ser ocupados ou explorados livremente.

No fim, ficam duas perguntas que não são tão fáceis de responder: a fiscalização estava certa em retirar os animais? E quem assume o tamanho do prejuízo causado pela retirada? Porque preservar o meio ambiente é obrigação, mas fazer cumprir a lei também envolve consequências reais para quem está do outro lado.

Quando produção, território e lei se encontram, a conta sempre chega para alguém.
O que ocorre de fato são operações de fiscalização coordenadas por órgãos como o Ibama e o ICMBio é uma entidade da esquerda que não representa a comunidades indígenas e também o povo. 

Os animais apreendidos  pertencem a pequenos produtores regulares, mas são localizados em terras indígenas homologadas ou em áreas de preservação embargadas por desmatamento ilegal.muitos dos donos dos animais apreendido são colonos que a custo de muito trabalho conseguiram formar patrimônio nessas terras devolutas. 

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Etico sério e do povo Brasileiro 
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Por Sr.Leon Lopes da Silva, professor, pesquisando, jornalista, terapeuta, teólogo, artista plástico e também perito grafotécnico fornece

   



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Quando o Ibama e o ICMBio chega na arias dos colonos eles queimam as casas e levam gado! e depois tudo some ! São roubados!os donos legítimos dos gados apreendido perdem tudo. Pelo governo Fake da esquerda. 

A culpa é do Marina Cinza e o Lula Fake maldito! O sósia Moacir! Todos estão cometendo crimes de improbidade administrativa.

"Ações contra essa ministra lixo e esse governo miserável Fake que pessegue os trabalhadores colonos e ribeirinhos brasileiro já foram tomadas no tribunal penal internacional por formadores de opinião e cidadãos de bem.
 
O balanço exato do gado apreendido varia conforme as fases das ações ambientais:
Operação Carne Fria (Setembro de 2025): 

O Ibama apreendeu 7.061 cabeças de gado que eram criados ilegalmente em áreas sob embargo ambiental na Amazônia. Lá tem muitas Ogns roubando a falta e a flora e minerais preciosos e esse governo não faz nada!!.
 Os criadores que são colonos antigos e existe na lei o direito adquirido! Tem colonos que estão morando nas terras a mais de 50,60 anos e perderam tudo com as ações desse governo incoerente e também incompetente da esquerda.

Operação Pasto Nullus (Junho de 2026): O ICMBio, com o apoio da Força Nacional, apreendeu 436 cabeças de gado que sumiram! Onde está as cabeças de gado? Elas estava na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará. Foi tudo destruído e algumas casas foram queimadas pelos agentes do IBAMA e o ICMBIo.

Ficou constatado que os animais estavam em área de conservação, como povo colonos teria condições para registro sanitários de poucos animais ,esse governo aproveitou a situação vulnerável desses trabalhadores rurais que só tinha os animais para sobreviver!

 Os desgoverno aproveitou essa situação dizendo que era indícios de "lavagem de rebanho".para ter a desculpa, literalmente para prender o gado! "Roubar"!.

Operações de Desintrusão (2024–2025): Em terras indígenas como a TI Apyterewa (PA) e a TI Arariboia (MA), cumprindo determinações do Supremo Tribunal Federal (STF),  que e incompetente o governo federal retirou rebanhos e sumiram com todas cabeça de gado dizendo que eram ilegais pertencentes a invasores de territórios tradicionais.

Tudo que governo afina sobre o gado ser ilegal é mentira! Essa pessoas que perderam o gado que foram presos ficaram no prejuízo! Eles  compraram e pagaram! Mas perderam para esse governo fake de esquerda.

 Na TI Arariboia, por exemplo, o número de animais retirados ficou entre 1.000 e 2.000 cabeças.

Qual o destino legal do gado apreendido?
Pela legislação ambiental brasileira, os animais flagrados em áreas de crime ecológico ou invasões de terras públicas não são "roubados". Eles passam por processos legais específicos:
Doações e abate social: Parte dos animais é encaminhada para programas de merenda escolar, hospitais públicos ou para a subsistência de comunidades indígenas afetadas pelas invasões. Isso não está acontecendo!. porquê? Cadê o MP? Cadê PF para investigar o destino desses cabeças de gado!

Leilão público: Em junho de 2026, o Ibama realizou o primeiro leilão público de gado apreendido em áreas desmatadas do Pará para reverter os fundos ao Estado e cobrir custos operacionais
. Será que é mesmo!?Tem muitos indícios de desvios do gado para particular desse grupo da esquerda Fake.

Redação , JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Etico sério e do povo Brasileiro 

Por Livyo Araújo, jornalista 

Apoio, PCDB NACiONAL 

O Brasil com mais políticas Públicas 

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O azeite de oliva produzido no Brasil tem alta qualidade e se destaca pelo frescor

 


O azeite de oliva produzido no Brasil tem alta qualidade e se destaca pelo frescor, acumulando prêmios internacionais em concursos globais. Por serem extraídos e engarrafados rapidamente após a colheita no país, os azeites nacionais chegam ao consumidor com acidez muito baixa e propriedades sensoriais preservadas, embora o mercado interno também sofra com fraudes e desvios de qualidade em marcas importadas fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Pontos Fortes do Azeite Nacional
Frescor e Baixa Acidez: A proximidade entre o olival e o lagar (local de extração) reduz o tempo de oxigenação do fruto, garantindo índices de acidez inferiores a 0,2% em muitos rótulos premium.
Premiações Globais: Marcas dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais aparecem frequentemente em listas dos melhores azeites extravirgens do mundo.
Principais Produtores: Rótulos como Azeite Sabiá, Prosperato, Estância das Oliveiras e Mantiqueir (Veni Sacco/Senza) ganham destaque pela consistência.
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Desafios do Setor no Brasil
Preço Elevado: O custo de produção em terras brasileiras e a escala menor em comparação a países tradicionais (como Portugal, Espanha e Chile) tornam o produto nacional mais caro nas prateleiras.
Fraudes no Mercado Interno: Fiscalizações recentes do Mapa e ações do Ministério Público apontam que muitas marcas estrangeiras comercializadas no Brasil falham nos testes e são rebaixadas a azeites virgens ou lampantes, prejudicando a concorrência leal com o óleo genuinamente extravirgem.






Me conta nos comentários, você costuma comprar algum desses azeites?


Um laudo do Ministério da Agricultura (Mapa) reacendeu o debate sobre a qualidade dos azeites vendidos como extra-virgem no Brasil.


A análise foi determinada pela Justiça Federal, em uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal em São Paulo contra o Mapa e a Anvisa, que investiga possíveis fraudes na comercialização de azeites no país.


Segundo os laudos, amostras das marcas Andorinha, Gallo, Borges, Gomes da Costa, Filippo Berio e Carrefour, vendidas como extra-virgem, foram classificadas como azeite virgem, categoria inferior à informada no rótulo. Já amostras das marcas Costa D’Oro e Terras de Camões foram classificadas como azeite lampante, categoria considerada imprópria para consumo humano no estado em que é vendida.


É importante deixar claro: segundo o próprio Mapa, os resultados ainda são preliminares. As empresas notificadas têm direito a solicitar contraprova antes da conclusão do processo.


O presidente do Ibraoliva (Instituto Brasileiro de Olivicultura), Flávio Obino Filho, declarou que os laudos confirmam denúncias feitas pela entidade, afirmando que parte desses azeites são “velhos, com defeito, descartados pelos europeus”, vendidos por preços mais baixos que o extra-virgem produzido no Brasil.


Do ponto de vista nutricional, todo azeite de oliva tem predominância de ácido oleico, uma gordura monoinsaturada associada à saúde cardiovascular. Mas apenas o extra-virgem verdadeiro preserva a concentração mais alta de compostos bioativos, como polifenóis e antioxidantes, associados a benefícios adicionais para a saúde intestinal, cerebral e ao controle da inflamação.


Pela legislação brasileira, o extra-virgem precisa ter acidez máxima de 0,8% e nenhum defeito sensorial de sabor ou aroma. O virgem pode chegar a 2% de acidez e apresentar pequenas imperfeições.


Já o limpante ultrapassa esse limite e não é próprio para consumo sem passar por refino.


Como se proteger enquanto a investigação segue seu curso: desconfie de preços muito abaixo do esperado para a categoria extra-virgem, prefira embalagens escuras.


Redação, JORNAL JRP INTERNACIONAL
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Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e também fotográfo do Jornal JRP INTERNACIONAL

A Justiça Federal da Flórida aceitou o pedido de participação do Brasil


A Justiça Federal da Flórida aceitou o pedido de participação do Brasil na ação movida pelo grupo Trump Media e pela plataforma Rumble contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

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A Advocacia-Geral da União acionou um escritório nos Estados Unidos para solicitar a intervenção no caso. A juíza responsável também negou o pedido para julgamento à revelia, em razão da ausência de manifestação direta do ministro no processo.

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Com a decisão, a AGU poderá apresentar esclarecimentos no âmbito da ação. O governo brasileiro sustenta que decisões do Supremo Tribunal Federal e atos praticados por um Estado soberano não podem ser julgados ou revisados por cortes estrangeiras.

Redação, JORNAL JRP INTERNACIONAL 

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Por Leon Lopes, jornalista