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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Cientistas descobriram que certas bactérias encontradas em uma antiga mina


Bactérias podem ajudar a eliminar a contaminação por urânio

Cientistas descobriram que certas bactérias encontradas em uma antiga mina contaminada na Alemanha são capazes de transformar urânio tóxico em um mineral sólido e estável. Nos testes, esses microrganismos removeram cerca de 95% do urânio dissolvido na água ao longo de 130 dias, reduzindo significativamente o risco de contaminação.

A descoberta pode representar um grande avanço na descontaminação de áreas afetadas por resíduos radioativos. Diferente dos métodos tradicionais, essa abordagem biológica é mais sustentável e gera menos resíduos perigosos, o que pode tornar a recuperação ambiental mais eficiente.

Embora ainda sejam necessários novos estudos antes da aplicação em larga escala, os resultados são promissores e indicam que essas bactérias podem se tornar uma importante aliada no combate à poluição por urânio em diferentes regiões do mundo.
Cientistas descobriram que bactérias de uma antiga mina de urânio conseguem transformar urânio dissolvido em um composto estável, removendo cerca de 95% do metal radioativo da água em 130 dias. A pesquisa foi feita com amostras da mina Schlema-Alberoda, na Alemanha, pelo Centro Helmholtz Dresden-Rossendorf (HZDR).

Detalhes do Estudo
Local de origem: Mina Schlema-Alberoda, no leste da Alemanha, fechada em 1990.
Ação do microrganismo: Converte urânio móvel e tóxico em partículas minerais menos solúveis e estáveis.
Resultado: Redução de até 96% na concentração do elemento radioativo dissolvido.
Tempo do teste: 130 dias de experimento laboratorial com adição de glicerol.

Importância Prática
Descontaminação: Pode criar novas formas de limpar águas poluídas por resíduos nucleares.
Biorremediação: Ajuda a tratar locais afetados por mineração sem usar produtos químicos pesados.

Redação

JORNAL JRP INTERNACIONAL

Etico sério e do povo Brasileiro

jcidadern@hotmail.com

terça-feira, 28 de julho de 2026

A Nigéria tem sofrido com milhares de cristãos mortos ao longo dos últimos anos


JORNAL JRP INTERNACIONAL
Etico sério e do povo Brasileiro
jcidadern@hotmail.com

A Nigéria tem sofrido com milhares de cristãos mortos ao longo dos últimos anos

O pastor Ezekiel Dachomo, um líder cristão de Plateau State, na Nigéria, conhecido por denunciar publicamente os ataques contra comunidades cristãs, descrevendo-os como um genocídio cristão teve membros da família (incluindo um bebê) assassinados.


               O pastor Ezekiel Dachomo,

A Nigéria tem sofrido com milhares de cristãos mortos ao longo dos últimos anos, mas o silêncio da imprensa internacional segue firme.

Diante os relatos resta-nos orar e clamar ao Senhor por essa nação.

Que Deus tenha misericórdia dos cristãos nigerianos.

milhares de cristãos mortos ao longo dos últimos anos   

Milhares de cristãos morrem anualmente devido à perseguição religiosa no mundo, com cerca de 4.849 mortes registradas em um único ano recente, concentradas majoritariamente na África Subsaariana e lideradas pela

Nigéria.Dados Globais e Perseguição Relatórios da organização Portas Abertas apontam que cerca de 388 milhões de cristãos enfrentam altos níveis de perseguição e discriminação globalmente.

O número de assassinatos por motivos de fé atingiu 4.849 vítimas em um período de 12 meses monitorado, média de 13 mortes diárias.

Outras violações incluem milhares de igrejas atacadas, detenções arbitrárias e casos de violência sexual.Principais Regiões AfetadasÁfrica Subsaariana: Concentra cerca de 93% de todas as mortes violentas de cristãos no planeta.

Nigéria: Permanece como o epicentro mundial da violência, respondendo por aproximadamente 70% das mortes globais (3.490 vítimas).

Outros locais críticos: Países como República Democrática do Congo, Burkina Faso, Mianmar e Coreia do Norte também apresentam índices extremos de hostilidade à prática cristã.

O assassinato de pastores e líderes religiosos na África ocorre de forma sistemática em países como Nigéria, República Democrática do Congo e Burkina Faso, impulsionado pela ação de grupos extremistas e conflitos locais.

Principais Causas e Regiões Nigéria: É o país mais letal do continente para líderes cristãos, alvo frequente de grupos como o Boko Haram e milícias extremistas na região central.

República Democrática do Congo (RDC): A atuação de grupos armados como as Forças Democráticas Aliadas (ADF) resulta na invasão de vilarejos e na morte de pastores, a exemplo do assassinato do pastor Alphonse Mumbere em Manzia.Burkina Faso e Sahel: A expansão do braço jihadista na África Ocidental provocou execuções sumárias de líderes protestantes e católicos em ataques a templos locais.Organizações e Monitoramento.   

Organizações internacionais de direitos humanos e monitoramento religioso, como a Portas Abertas, 

registram milhares de mortes anuais e ataques coordenados contra comunidades de fé na África Subsaariana.

Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL

Por Livyo Araújo, jornalista,Sr.Leon Lopes da Silva, Direitor, jornalista e fotográfico do Jornal JRP INTERNACIONAL 

Apoio: 

*PCDB NACiONAL 

*Detetives criminalista internacional 

*Federação nacional 


 

Um equipamento de fiscalização eletrônica é destruído pela a população


 Um equipamento de fiscalização eletrônica instalado na estrada do bairro Xique Xique, em Caruaru, foi derrubado e destruído durante a noite do dia 6 de julho. Imagens que circularam mostram o equipamento caído às margens da via e, em seguida, completamente tomado pelas chamas.


A Autarquia de Mobilidade de Caruaru informou que a empresa responsável fará o recolhimento do equipamento. A entidade também afirmou que o caso será apurado pelas autoridades competentes, que irão adotar as providências previstas. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes esclareceu que o equipamento pertence à Prefeitura de Caruaru e não faz parte de sua estrutura.


O episódio ocorreu na noite de 6 de julho de 2026 e chamou a atenção pela repercussão. Até a última atualização das informações, não havia detalhes sobre a autoria da ação nem sobre a motivação do ocorrido.

Redação 

Por  Livyo Araújo, jornalista 

domingo, 26 de julho de 2026

O Ministério Público Federal entrou na Justiça para tentar suspender a adoção da gasolina com 32%


 O Ministério Público Federal entrou na Justiça para tentar suspender a adoção da gasolina com 32 por cento de etanol, prevista para entrar em vigor em primeiro de agosto. Na ação, a entidade pede que a medida seja interrompida até que estudos técnicos comprovem a segurança da nova mistura para os veículos e para o meio ambiente. Além disso, solicita que a União seja condenada ao pagamento de 500 milhões de reais por danos coletivos, alegando que a mudança foi aprovada sem análises específicas sobre seus possíveis impactos.


Segundo o Ministério, os estudos utilizados pelo governo teriam sido realizados com a mistura anterior, de 30 por cento de etanol, e não avaliariam de forma conclusiva aspectos como durabilidade dos motores, emissões, autonomia, compatibilidade com diferentes tecnologias da frota e comportamento da nova composição em uso contínuo. A entidade também afirma que podem existir riscos de desgaste acelerado em componentes de veículos mais antigos, motocicletas e modelos importados, enquanto representantes do setor automotivo defendem que novos testes deveriam ter sido concluídos antes da implementação definitiva da medida.


O governo, por outro lado, sustenta que os ensaios realizados indicaram funcionamento semelhante ao observado com misturas anteriores, sem impactos relevantes para os veículos avaliados. Já a indústria do etanol afirma que a produção nacional tem capacidade para atender à demanda adicional e que o aumento da participação do biocombustível pode reduzir a dependência da gasolina importada. A ação ainda será analisada pela Justiça, que decidirá se a adoção da nova mistura poderá ser suspensa antes da data prevista para sua entrada em vigor.

Redação 


Lyvio Araújo, jornalista 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Matéria especial que vai fazer você se arrepiar!

 


 Criaturas mitológicas são seres fantásticos presentes em lendas, religiões e folclores de diversas culturas. Elas costumavam representar forças da natureza, o desconhecido, ou serviam para explicar a origem do mundo e transmitir lições morais. Geralmente, possuem características que misturam traços humanos, animais ou poderes mágicos.

Para explorar esse vasto universo, podemos categorizar as criaturas mais famosas pelas suas origens e características:











1. Mitologia Grega e Romana
Rica em seres híbridos (misturas de espécies) e divindades menores:
  • Minotauro: Metade homem, metade touro, habitava o Labirinto de Creta.
  • Cérbero: Cão gigante de três cabeças que guardava a entrada do Submundo.
  • Pégaso: Um majestoso cavalo alado.
  • Medusa: Uma górgona com serpentes no lugar do cabelo, capaz de transformar pessoas em pedra com o olhar. 





















2. Mitologia Nórdica
Focada em sobrevivência, climas extremos e combates:
  • Dragões (como Fafnir): Símbolos de poder, ganância e caos.
  • Jörmungandr: A gigantesca serpente que cerca o mundo, filha do deus Loki.
  • Valquírias: Divindades femininas que escolhiam os guerreiros mais corajosos para o Valhala.






















3. Folclore Brasileiro (Nacional)
Nossas lendas são fortemente ligadas à natureza e à proteção das florestas:
  • Curupira: Protetor das matas com os pés virados para trás, para confundir os caçadores.
  • Saci-pererê: Um menino de uma perna só, fuma cachimbo e adora pregar peças.
  • Mula sem cabeça: Uma criatura amaldiçoada que solta fogo pelo pescoço. 



























4. Outras Culturas Mundiais
  • Fênix (Egito): Pássaro de fogo que entra em combustão e renasce das próprias cinzas.
  • Unicórnio (Europa/Ásia): Um cavalo branco com um único chifre em espiral na testa, símbolo de pureza.
  • Kitsune (Japão): Raposas com habilidades mágicas e inteligência superior, podendo assumir forma humana. 
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  • As pessoas têm medo do desconhecido porque o cérebro humano foi programado para tratar a incerteza como uma ameaça à sobrevivência. Evolutivamente, prever o ambiente garantia a vida; o imprevisível exigia cautela. Hoje, essa resposta fisiológica gera ansiedade diante de situações novas.O medo do desconhecido é alimentado por mecanismos biológicos e psicológicos específicos:
  • 1. Mecanismo Evolutivo e NeurobiologiaO medo é uma estratégia de sobrevivência instintiva. Diante do que não se conhece, uma área do cérebro chamada amígdala é ativada, disparando o estado de alerta (a clássica resposta de "luta ou fuga"). Isso prepara o corpo para reagir rapidamente a perigos potenciais. Como a mente não consegue antecipar o resultado de uma situação incerta, o cérebro a categoriza por precaução como uma ameaça.























  • 2. Necessidade de Controle e PrevisibilidadeA mente humana busca padrões e gosta de saber o que vai acontecer. O planejamento traz uma sensação de segurança. Quando as pessoas se deparam com o desconhecido, essa sensação de controle é perdida, abrindo espaço para a insegurança. Muitas vezes, esse receio é tão paralisante que leva indivíduos a permanecerem em situações ruins ou relacionamentos insatisfatórios, pois o "ruim conhecido" parece psicologicamente menos assustador do que a mudança imprevisível.































  • 3. O Hábito de Imaginar o PiorQuando confrontada com um "vazio de informações" na incerteza, a mente costuma preencher as lacunas imaginando os piores cenários possíveis. Esse processo é uma tentativa de preparar o indivíduo para o pior, mas acaba gerando angústia e bloqueando a percepção de que a incerteza também traz novas possibilidades e oportunidades.Para aprofundar no assunto, é possível explorar como a Neurociência estuda essa resposta cerebral ou ler artigos sobre como lidar com a resistência à mudança em plataformas especializadas.






























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    Sr.Leon Lopes da Silva, Professor, pesquisado,jornalista, teólogo,terapeuta, técnico de projetos sociais,técnico de informática e artista plástico de Natal-RN- Brasil 




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    Artes tintas a óleo sobre tela,de vários medidas partir de mil euros!, contato: jcidadern@hotmail.com


    Sr.Leon Lopes da Silva, jornalista, fotográfico e também artista plástico de Natal-RN- Brasil .
  • Artista plástico de Natal-RN- Brasil 
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  • O amor é o único caminho!

    Sr.Leon Lopes da Silva, Professor, pesquisado,jornalista, teólogo,terapeuta, técnico de projetos sociais,técnico de informática e artista plástico de Natal-RN- Brasil 
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  • o ser humano tem um medo profundo de seres extraterrestres. Esse temor é alimentado pelo instinto de sobrevivência, pelo medo do desconhecido e pelo receio de que uma civilização superior nos trate da mesma forma predatória como a humanidade trata outras espécies e povos mais vulneráveis.
  • Origens do Medo ExtraterrestreO Desconhecido: A aversão ao que não compreendemos ou não podemos controlar é o gatilho mais básico. 
  • Sem contato oficial confirmado por agências como a Nasa, a mente humana naturalmente imagina os piores cenários.Influência da Ficção: Narrativas históricas, como a famosa transmissão de rádio de "A Guerra dos Mundos" de 1938, e franquias consagradas de cinema, moldaram a ideia de que alienígenas são invasores ou parasitas.
  • A Analogia de Colombo: O renomado físico Stephen Hawking alertou que tentar fazer contato poderia ser desastroso.
  •  Ele comparou a chegada de alienígenas à América por Cristóvão Colombo, um evento que resultou na dizimação das populações nativas locais.












  • O Espelho da HumanidadeUm dos debates psicológicos mais profundos sobre o tema é que o nosso medo revela nossa própria culpa. Tememos que alienígenas nos capturem, façam experimentos, separem nossas famílias e invadam nossos habitats porque a humanidade faz isso diariamente com os animais na Terra.
Historicamente, muitos desses monstros nasceram de achados de fósseis mal interpretados, do medo de animais reais não conhecidos ou da necessidade humana de criar narrativas épicas. Você pode ler mais sobre a origem detalhada dessas histórias no portal de cultura.
Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL 
Por Leon Lopes, jornalista