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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Arqueólogos encontram sob uma casa na França três potes com mais de 40 mil moedas romanas enterradas há cerca de 1.700 anos


Arqueólogos encontram sob uma casa na França três potes com mais de 40 mil moedas romanas enterradas há cerca de 1.700 anos

Uma obra residencial numa pequena localidade francesa abriu caminho para uma descoberta que permaneceu escondida por cerca de 1.700 anos. Sob o piso de uma antiga construção, arqueólogos localizaram três recipientes associados a mais de 40 mil moedas do período romano. A quantidade impressiona, mas o lugar em que elas apareceram oferece uma pista ainda mais valiosa sobre como as pessoas guardavam dinheiro no cotidiano da Antiguidade.

Como as moedas apareceram sob uma casa na França?
A descoberta ocorreu em Senon, no nordeste da França, durante uma escavação preventiva realizada antes de um novo empreendimento imobiliário. A área preservava vestígios de uma ocupação antiga, com construções, ruas e marcas de incêndios que interromperam parte da vida local no início do século IV.

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      A vitória está depois da muralha 

   

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O Instituto Nacional de Pesquisas Arqueológicas Preventivas da França informou que os recipientes estavam associados ao piso de uma residência. Essa posição permite estudar não apenas as peças, mas também a maneira como o dinheiro foi armazenado dentro de um espaço doméstico.

Por que três potes guardavam uma quantidade tão grande?
Dois recipientes permaneceram com grande parte do conteúdo, enquanto o terceiro havia sido retirado ainda na Antiguidade e deixou apenas algumas peças no local. As estimativas iniciais mostram uma distribuição muito desigual:

O primeiro conjunto pesava cerca de 38 quilos e podia reunir entre 23 mil e 24 mil peças.
O segundo pesava aproximadamente 50 quilos e teria entre 18 mil e 19 mil unidades.
O terceiro recipiente deixou somente três exemplares na cavidade onde havia sido colocado.
O total estimado supera 40 mil unidades, principalmente de bronze e ligas de cobre.
Os recipientes foram enterrados entre aproximadamente 280 e 310 d.C..


Sr. Leon Lopes da Silva, artista plástico de Natal-RN- Brasil 



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O que as moedas revelam sobre o período romano?
Muitas peças pertencem a uma fase de forte instabilidade política e monetária no território da antiga Gália. Entre as imagens identificadas aparecem governantes ligados ao chamado Império Gálico, como Vitorino, Tétrico I e Tétrico II, que circularam nas moedas mesmo depois da reunificação com Roma.

A análise inicial dos depósitos de Senon indica que as peças eram de baixo valor individual e podiam ter sido acumuladas em grandes volumes. Isso aproxima o achado menos de uma fortuna feita de ouro e mais de uma reserva formada por numerário usado em pagamentos cotidianos.



O depósito era um tesouro escondido às pressas?
A imagem de alguém enterrando dinheiro durante uma invasão é possível em muitos achados antigos, mas o contexto de Senon aponta para outra leitura. Os potes parecem ter sido colocados em pontos acessíveis da casa, como uma forma de armazenamento planejado e reutilizado ao longo do tempo:



A posição sob o piso permitia proteger as peças sem afastá-las da residência.
Os recipientes tinham tamanhos e quantidades diferentes, sinal de acumulação progressiva.
A retirada antiga do terceiro pote mostra que os moradores sabiam exatamente onde procurar.
A proximidade entre os conjuntos sugere uma área doméstica destinada a guardar valores.
A datação não coincide necessariamente com um único ataque ou fuga repentina.
Como arqueólogos estudam milhares de moedas sem perder o contexto?
O trabalho começa antes da limpeza completa. Cada recipiente, camada de solo e posição precisa ser documentado para que a ordem das peças não desapareça. Depois, especialistas analisam peso, metal, imagens, inscrições, desgaste e possíveis agrupamentos cronológicos.

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Essa sequência ajuda a perceber se o dinheiro entrou no pote de uma só vez ou durante muitos anos. Também permite comparar os depósitos com outros conjuntos encontrados na região e entender mudanças na circulação monetária, no poder político e nas práticas econômicas do final da Antiguidade.

As moedas preservam uma rotina financeira da Antiguidade
A força do achado não está somente no número de peças. Como os recipientes permaneceram ligados ao piso e aos cômodos da casa, eles registram uma decisão prática: transformar o próprio imóvel em lugar de proteção para economias acumuladas.

Cerca de 1.700 anos depois, o dinheiro já não compra nada, mas continua carregando informação. Cada imperador gravado, marca de uso e posição dentro do pote ajuda a reconstruir como uma comunidade lidava com pagamentos, segurança e incerteza numa época de profundas mudanças políticas.



Por Leon Lopes da Silva, jornalista 

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

veja ranking de salários das polícias Civil e Militar nos estados do Brasil


 Raio-X das forças de segurança: veja ranking de salários das polícias Civil e Militar nos estados, segundo Fórum de Segurança

Dados têm como base informações enviadas pelos governos estaduais ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Amazonas tem os maiores salários médios para policiais civis e Goiás, para militares. As menores médias são em Minas Gerais para os civis e no Piauí para os PMs.


Os policiais civis do Amazonas têm os maiores salários do país, enquanto os de Minas Gerais recebem os menores, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Entre as polícias militares, Goiás paga a maior média salarial, e o Piauí registra os menores vencimentos brutos do Brasil. Esses dados foram divulgados na terça-feira (4) no estudo Raio-X das Forças de Segurança.

Os números têm como base informações passadas pelos estados aos pesquisadores do fórum. Parte dos governos não enviou todas as informações solicitadas pelos pesquisadores, como, por exemplo, o valor de salários líquidos.



Média de salários na Polícia Militar
São considerados no estudo os salários médios brutos (valor inteiro, sem considerar os descontos em folha) de todas as patentes da PM: soldados, cabos, sargentos, subtenentes, tenentes, capitães, majores, tenentes-coronéis, coronéis e aspirantes a oficiais e alunos.

A média brasileira de salário bruto para um policial militar é de R$ 10.329,61. Veja a lista por estado na arte abaixo:

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Artista plástico do Natal - Rio grande do Norte -RN-Brasil 




Sr.Leon Lopes da Silva, Administrador, professor, jornalista, artista plástico, terapeuta, teólogo, técnico projetos sociais, técnico de informática.

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Com base na conta, o estudo identificou que Goiás tem a maior média salarial, com R$ 15.685,47. Aparecem na sequência DF (R$ 14.427,87) e Tocantins (R$ 14.108,50). Os menores salários ficam com Piauí (R$ 6.648,84), Paraíba (R$ 7.832,83) e Maranhão (R$ 8.410,46).

Média de salários na Polícia Civil
Entre os policiais civis, o salário bruto médio no país é maior em comparação aos militares: R$ 15.512,52. Entram nas contas os investigadores, escrivães e delegados. Veja a lista dos estados na arte abaixo:


Com base na conta, o estudo identificou que Goiás tem a maior média salarial, com R$ 15.685,47. Aparecem na sequência DF (R$ 14.427,87) e Tocantins (R$ 14.108,50). Os menores salários ficam com Piauí (R$ 6.648,84), Paraíba (R$ 7.832,83) e Maranhão (R$ 8.410,46).

Média de salários na Polícia Civil
Entre os policiais civis, o salário bruto médio no país é maior em comparação aos militares: R$ 15.512,52. Entram nas contas os investigadores, escrivães e delegados. Veja a lista dos estados na arte abaixo:


A maior média salarial está no Amazonas, com vencimentos de R$ 26.824,02, seguido por Tocantins (R$ 21.229,81) e Mato Grosso (R$ 20.476,79). Os menores salários brutos médios ficam em Minas Gerais (R$ 12.195,03), Paraíba (R$ 12.894,22) e Acre (R$ 13.081,94).

Efetivos ficam abaixo do previsto em lei
O estudo também mostra que o Brasil tem déficit nos efetivos tanto de policiais militares quanto de policiais civis: 34% e 45% menores do que o previsto pelos estados, nesta ordem.

Em relação aos PMs, são 413 mil profissionais nos estados, mas a estimativa é de que deveriam ser quase 620 mil. Já o efetivo das polícias civis é de 97 mil investigadores, escrivães e delegados (as carreiras definidas dentro da Civil), enquanto o total ideal deveria ser de 175 mil.



O estudo leva em consideração dados informados pelas secretarias estaduais de segurança pública dos 26 estados e do Distrito Federal. Parte dos estados não enviou todas as informações solicitadas pelos pesquisadores. Para traçar o efetivo previsto, o Fórum pega o número enviado pelas secretarias e compara com o trecho da lei de cada estado que trata do efetivo das polícias.


Os destaques do Raio-X das Forças de Segurança:

GCMs puxam alta de 3% na quantidade de agentes de segurança no país, com alta de 13% entre os guardas. PMs sobem 2% e polícias civis, 1%. Polícia Federal (-3%) e Polícia Rodoviária Federal (-4%) registram queda no efetivo de 2023 para 2025. Ao todo, Brasil tem 818 mil profissionais das forças de segurança;

Quase 1,4 mil municípios brasileiros possuem Guarda Civil Municipal. Tropa supera os 100 mil agentes e já é a 2ª maior em números no país - perde apenas para as Polícias Militares;

44 municípios possuem efetivos de guardas maiores do que é permitido pela lei;

Tropa de polícias militares tem déficit de 35% em relação ao definido pelos próprios estados;

País tem um PM para cada 21 km², em média. No Amazonas, número sobre para um profissional a cada 180 km²;

Mulheres ocupam apenas 7% dos postos de comando das PMs;

Efetivo das polícias civis tem defasagem de 45% em relação ao necessário para atuação;

País tem menos de um bombeiro em média para cada mil habitantes: número é 0,3. Tropa no DF tem um bombeiro para cada km², enquanto número é de um profissional para cada 1.168 km² no Amazonas;

Quantidade de policiais penais, os agentes penitenciários, caiu 3% de 2023 a 2025, enquanto a quantidade de presos subiu 6% no mesmo período;

Gastos totais com remuneração da segurança pública estadual (entre servidores ativos e inativos) são de R$ 230 bilhões anuais, o equivalente a 1,8% do PIB de 2025.

Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Por Livyo Araújo, jornalista 

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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Seres humanos com metros de altura e mulheres-peixe encantadas existiram na vida real.





Seres humanos com metros de altura e mulheres-peixe encantadas existiram na vida real.


E também existiu foi a megafauna (animais gigantes reais no passado), pessoas muito altas por questões de saúde e animais marinhos que inspiraram mitos.

A Verdade sobre os GigantesHumanos altos: Pessoas com gigantismo chegam a quase 2,72 metros (como Robert Wadlow), mas não a 4 ou 5 metros de altura como nos contos.

Megafauna: Animais enormes, como mamutes e preguiças-gigantes, andaram pela Terra, e seus fósseis antigos viraram lendas de monstros.Histórias antigas: Textos sagrados e mitos usavam a figura de gigantes (como Golias) para simbolizar força ou povos altos daAntiguidade.

A Verdade sobre as SereiasFalta de provas: Não existe nenhuma evidência científica de seres metade humanos e metade peixe.Inspiração animal: Marinheiros antigos viam animais marinhos reais nadando de longe e confundiam com criaturas mágicas.Manatis e dugongos: Esses animais pacíficos da família dos sirenídeos (que parecem peixes-boi) deram origem ao nome e aos mitos de sereias na água.










A ideia de gigantes com cinco ou seis metro de altura a coexistir com humanos de estatura normal cativa a nossa imaginação há séculos, levantando questões sobre a possibilidade da sua existência: são um mito ou realidade?

A ideia é antiga e intriga a humanidade há séculos, mas as evidências científicas sugerem que seres humanóides com 6 ou mais metros de altura existiram basicamente no mundo da ficção.


No mundo real, não há sinais de verdadeiros gigantes.

Até há pouco tempo, o ser humano mais alto conhecido, Robert Wadlow, tinha 2,72 metros de altura. A estatura imponente de Wadlow resultou de uma perturbação hormonal que fez o corpo produzir hormona de crescimento em excesso.

A sua altura trouxe a Wadlow várias desvantagens, como a perda de sensibilidade nos pés e uma morte precoce devido a uma bolha infetada.

Apesar de ocasionais alegações de alguns antropólogos, como Lee Berger, que sugeriu que os Homo heidelbergensis, espécie arcaica de hominíneo, poderiam ter crescido mais de 2,13 metros, há pouco suporte científico para sustentar que tal tenha acontecido.

Em contraste, os Neandertais, os nossos parentes extintos mais próximos, eram em média mais baixos do que os seres humanos modernos.








As criaturas humanóides mais próximas dos gigantes da mitologia na vida real poderá ter sido o Gigantopithecus blacki, uma espécie de macaco gigante que existiu há algumas centenas de milhares de anos.


Com uma altura estimada de até 3,05 metros, o Gigantopithecus é conhecido através de restos fósseis dos seus dentes e maxilares, descobertos no Sudeste Asiático. Estes restos revelam molares grandes, adaptados a uma dieta baseada em plantas, e músculos maxilares maciços. A espécie viveu durante a época do Pleistoceno, período caracterizado pela sua megafauna variada.


Assim, as histórias de um mundo povoado de gigantes podem ser fascinantes, mas as evidências científicas indicam que os seres humanos nunca cresceram muito mais do que crescem hoje.


É claro que, ocasionalmente, um indivíduo foge (e de que maneira) à média. É o caso de Sulemana Abdul Samed, um ganês de 29 anos, que tem nada menos do que 2,89 metros de altura — e que ainda não parou de crescer
.


As sereias são seres mitológicos que povoam o imaginário popular, conhecidas principalmente pela imagem de mulheres com cauda de peixe ou, em suas origens mais antigas na Grécia Antiga, como mulheres com corpo de pássaro. 

Elas usavam cantos mágicos e belas vozes para atrair marinheiros para a destruição no mar.Origem e Evolução do MitoMitologia Grega: No clássico Odisseia de Homero, as sereias (ou sirenes) eram descritas como criaturas híbridas de mulher com pássaro. O canto delas hipnotizava os navegantes, fazendo com que perdessem o controle dos navios e morressem.

Transformação Medieval: Com o passar dos séculos, a imagem dessas criaturas se misturou com lendas de outros povos e deuses marinhos (como Tritão), fazendo com que ganhassem a famosa cauda de peixe no lugar das asas.Folclores do Mundo: Culturas variadas possuem figuras aquáticas semelhantes, a exemplo da Iara no folclore brasileiro, que também atrai homens para os rios com seu canto.

Explicação Científica e Realidade animais Reais: Acredita-se que muitos relatos antigos de marinheiros avistando "sereias" tenham sido, na verdade, confusões visuais com mamíferos aquáticos reais da ordem dos sirênios, como o peixe-boi e o dugongo.Ficção: Não existem provas científicas da existência de seres humanos com cauda de peixe; elas continuam sendo personagens fascinantes de histórias, filmes e da cultura popular.



A origem das sereias: o que diz a história

Atualmente, elas são retratadas com caudas de peixe, embora originalmente essas mulheres míticas tivessem outras formas.










Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e fotográfico do Jornal JRP INTERNACIONAL 

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domingo, 2 de agosto de 2026

Alienígenas existem? Ou é ficção de Hollywood?



    A vida extraterrestre é uma possibilidade real para a ciência, mas os monstros e naves de Hollywood pertencem à ficção. Até hoje, não existe nenhuma prova concreta de que alienígenas inteligentes já visitaram a Terra.

    O que diz a Ciência
    A vastidão do espaço: O universo tem bilhões de galáxias e trilhões de estrelas, o que torna estatisticamente possível a existência de algum tipo de vida fora da Terra.
    Falta de provas: Os cientistas buscam sinais de bactérias ou micro-organismos em outros planetas, mas nunca encontraram nenhum fóssil ou sinal de seres vivos no espaço sideral.
    Distâncias gigantescas: Mesmo se houver vida inteligente por aí, as distâncias entre as estrelas são grandes demais para permitir viagens espaciais fáceis como nos filmes.

    O papel de Hollywood
    Invasões e monstros: O cinema criou a ideia de seres verdes, naves redondas e ataques à Terra para vender ingressos e refletir os medos da sociedade humana.
    Contatos pacíficos ou perigosos: Histórias como ETs amigos ou vilões cruéis são apenas produtos da imaginação humana baseados em livros e fantasias.







    existem provas científicas de que governos escondem alienígenas. O sigilo militar geralmente serve para proteger tecnologias de defesa e evitar pânico ou espionagem durante conflitos.

    Segurança e Defesa
    Guerra Fria: Países como os Estados Unidos e o Brasil mantiveram segredo sobre OVNIs para que rivais (como a União Soviética) não descobrissem testes de aeronaves secretas.
    Espaço Aéreo: O foco dos militares é saber se objetos desconhecidos representam ameaças de outras nações, e não confirmar vida de fora da Terra.

    O Papel do Mistério
    Desinformação: Governos às vezes usam boatos sobre discos voadores e bases como a Área 51 para desviar a atenção de projetos militares reais.
    Falta de Provas: Arquivos liberados recentemente por agências oficiais mostram apenas que alguns objetos não foram explicados por falta de dados, e não que sejam extraterrestres.








    O governo dos Estados Unidos abriu os arquivos secretos do Pentágono sobre OVNIs e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs) para aumentar a transparência pública, atender a ordens diretas da Presidência e responder ao enorme interesse popular sobre o tema.

    Motivos da Abertura dos Arquivos
    Ordem Presidencial: O presidente Donald Trump determinou que o Pentágono e agências de inteligência desclassificassem e liberassem os documentos confidenciais.
    Transparência Governamental: O objetivo é permitir que o público examine os dados e tire suas próprias conclusões sobre os registros acumulados ao longo de décadas.
    Pressão e Curiosidade Pública: O alto volume de especulações, debates na internet e o interesse gerado por relatos de figuras públicas e pilotos militares motivaram a criação de um portal oficial pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
    As autoridades americanas ressaltam que a liberação dos lotes de documentos, vídeos e fotos não significa uma prova da existência de vida extraterrestre, servindo apenas para expor o material investigado.





    Achado arqueológico de ferramentas não explicada
    O termo "achado arqueológico de ferramentas não explicadas" geralmente se refere a artefatos cujas funções exatas ou métodos de fabricação desafiam o conhecimento atual da ciência. Exemplos notáveis incluem os dodecaedros romanos, as esferas de pedra da Escócia e o mecanismo de Anticitera.



    Exemplos Famosos
    Dodecaedros Romanos: Pequenos objetos de metal com 12 faces furadas, datados entre os séculos I e IV, cuja utilidade exata permanece um mistério.
    Esferas de Pedra da Escócia: Bolas neolíticas esculpidas com padrões geométricos complexos sem uma função prática evidente.
    Mecanismo de Anticitera: Um complexo aparelho grego de engrenagens de bronze do século I a.C. usado para prever posições astronômicas, muito avançado para sua época.



    Os arqueólogos encontram muito mistério no mundo porque o passado humano deixa rastros incompletos, as civilizações antigas usavam crenças e rituais desconhecidos, e o tempo destrói a maioria das evidências físicas.

    Por que o passado parece tão misterioso
    Falta de escrita: Muitos povos antigos não deixaram registros em texto. Sem palavras escritas, fica difícil saber o nome dos reis, o motivo de uma guerra ou a função exata de um monumento.
    Pistas incompletas: O tempo estraga ossos, tecidos, madeira e pinturas. Os cientistas tentam montar um quebra-cabeça gigante faltando a maioria das peças.
    Rituais diferentes: O que parece estranho ou misterioso hoje — como colocar ossos dentro de grandes jarros de pedra ou alinhar pedras com as estrelas — tinha um sentido religioso ou prático muito claro para as pessoas daquela época.

    A tecnologia ajuda a revelar segredos
    Novas ferramentas ajudam a enxergar o que está escondido embaixo da terra ou da vegetação sem precisar destruir os locais, revelando cidades perdidas e tumbas antigas com mais facilidade.

    Quais são os relatos mais importantes que aconteceu no mundo dos OvniOs relatos mais importantes da ufologia mundial incluem o Caso Roswell de 1947, a Noite Oficial dos Óvnis no Brasil em 1986 e os encontros de pilotos da Marinha dos EUA registrados em vídeos oficiais pelo Pentágono. Esses episódios destacam-se pelo envolvimento de forças militares, múltiplos radares e grande quantidade de testemunhas. 
    Casos Clássicos Internacionais
    • Caso Kenneth Arnold (EUA, 1947): O piloto civil viu nove objetos brilhantes voando a grande velocidade perto do Monte Rainier, dando origem ao termo "disco voador".
    • Caso Roswell (EUA, 1947): A queda de destroços misteriosos no Novo México que o exército inicialmente disse ser um disco voador, gerando a mais famosa teoria de acobertamento extraterrestre do mundo.
    • Incidente da Floresta de Rendlesham (Reino Unido, 1980): Militares norte-americanos relataram luzes estranhas e objetos metálicos se movimentando em uma base militar britânica. 

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    o faraó Aquenáton (e sua família) é famoso por suas representações artísticas incomuns com crânios alongados e feições que geram comparações com seres extraterrestres.

    As características de Aquenáton
    Aparência nas estátuas: Em relevos e esculturas de seu reinado (o Período de Amarna), Aquenáton aparece com o crânio esticado para trás, pescoço muito fino, lábios grossos, olhos amendoados e feições andrógenas ou com traços femininos (como quadris largos e ventre proeminente).
    A família real: Sua esposa, a rainha Nefertiti, e suas filhas também foram retratadas com cabeças alongadas e silhuetas esbeltas nas obras de arte da época.

    O que dizem os cientistas e historiadores
    Escolha artística revolucionária: A maioria dos arqueólogos e historiadores aponta que essas formas bizarras não eram reais, mas sim uma escolha estilística e religiosa. Aquenáton rompeu com a tradição egípcia milenar ao impor o culto a um único deus (o disco solar Aton) e exigiu que a arte refletisse uma estética totalmente nova, abstrata e simbólica para afastar-se dos padrões humanos tradicionais e se aproximar da divindade.
    Teorias de doenças genéticas: Alguns médicos e pesquisadores sugeriram que ele poderia ter condições raras (como a síndrome de Marfan ou desordens hormonais), mas estudos de restos mortais e análises estruturais indicam que as múmias da linhagem não exibiam deformidades ósseas extremas na vida real.
    Mito dos alienígenas: Ideias sobre origens de "astronautas do passado" ou híbridos alienígenas surgiram justamente pelo choque visual dessas estátuas, mas não existe qualquer evidência científica de contato extraterrestre
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