R$ 129 milhões. Esse é o preço do silêncio que o STF quer que você engula.
O escritório da esposa de Alexandre de Moraes tinha contrato milionário com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Quem achou foi a Polícia Federal, no celular do próprio banqueiro.
O mesmo STF que se vendeu como "salvador da democracia" agora não quer ver o que está na cara de todo mundo. Até a imprensa que colocou Moraes na capa como herói ficou constrangida.
Isso não é normal. Isso é um sistema protegendo a si mesmo.
O Brasil precisa de reforma do Judiciário. Precisa de transparência e do fim da blindagem de quem veste toga.
Chega! É hora de virar a chave.
O Caso Master, que envolve investigações sobre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro (ex-controlador do Banco Master), causou uma das maiores crises institucionais recentes no Supremo Tribunal Federal (STF). Relatórios da Polícia Federal (PF) e o levantamento de sigilos apontam conexões de diversos magistrados com patrocínios, contratos, jatinhos e festas, dividindo a Corte.
Abaixo está o detalhamento de como cada ministro se envolveu ou se posicionou em relação ao caso:
Ministros citados ou investigados por vínculos
Tornou-se um dos personagens centrais após um relatório da Polícia Federal o identificar como interlocutor direto de Daniel Vorcaro.
********************************
Campanha: doe $ 25,00 ou $60,00 para ajudar o Jornal JRP INTERNACIONAL
- ***************************************
JRP INTERNACIONAl
- Redação, JORNAL JRP INTERNACIONAL
- jcidadern@hotmail.com
- Por Leon Lopes, jornalista
Sr.Leon Lopes da Silva
Artista Plástico de Natal -RN
Contato:
Fone: 55-84-994696424
jcidadern@hotmail.com
Telas acrílicas, tinta japonesa preta,lápis carvão e grafites, lápis pastel seco, canetas esferográficas, sobre papel especial.
*****************************************
Alexandre de Moraes
Tornou-se um dos personagens centrais após um relatório da Polícia Federal o identificar como interlocutor direto de Daniel Vorcaro. Mensagens obtidas pela PF indicam uma suposta relação de proximidade com o ex-banqueiro, e o plenário do STF passou a analisar se o ministro deve ser formalmente investigado.
Dias Toffoli: Foi o primeiro magistrado a ter o nome envolvido. Mensagens periciadas no celular de Vorcaro faziam menção a pagamentos cifrados direcionados a ele. Diante das suspeitas sobre a sociedade de uma empresa de seus familiares em um resort vendido a um fundo vinculado ao esquema, Toffoli declarou-se suspeito e deixou a relatoria do caso.
André Mendonça
: Atua como relator do caso Master. Ele determinou o levantamento do sigilo de inquéritos e ordenou o afastamento do diretor-geral da PF. No entanto, sua própria conduta na condução do processo também virou alvo de questionamentos e debates internos no Tribunal.
Ministros envolvidos em decisões ou embates
- Edson Fachin: Na condição de presidente do STF, assumiu a relatoria do procedimento que apura as ligações de Moraes e rejeitou pedidos de votação conjunta ou redistribuição dos processos para tentar conter a crise.
- Flávio Dino: Protagonizou fortes discussões no plenário. Dias antes do julgamento principal, ele havia derrubado a decisão de Mendonça, reintegrando o diretor-geral da PF ao cargo. Dino foi o responsável por paralisar o julgamento de Moraes após pedir vista do processo.
- Gilmar Mendes: Questionou os rumos processuais e sugeriu reorganizar e redistribuir as petições que apuram se os colegas de Corte cometeram ilícitos, proposta que acabou negada. Também protagonizou um bate-boca com André Mendonça no plenário.
- Kassio Nunes Marques e Luiz Fux: Posicionaram-se mais alinhados às decisões de André Mendonça, endossando as medidas tomadas pelo relator nos bastidores da crise.
Os ministros Roberto Barroso (que se aposentou antes do ápice do julgamento) e Cármen Lúcia mantiveram uma postura mais reservada quanto aos méritos das investigações.
Tem vídeos de vários Jornalistas no YouTube a seguir detalha o desdobramento dessas decisões cruzadas e como o racha expôs o enfraquecimento das decisões colegiadas no tribunal:
Por Leon Lopes, jornalista