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quinta-feira, 5 de novembro de 2026

PF sequestra haras, fazendas, carros de luxo e mansões de meio bilhão de grupo suspeito de tráfico internacional


 PF sequestra haras, fazendas, carros de luxo e mansões de meio bilhão de grupo suspeito de tráfico internacional

Um haras de luxo, seis fazendas com mais de 5 mil hectares, mansões, carros de luxo, lanchas e cavalos de raça estão entre os bens atingidos pela Operação Ifrit, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (4). A ação mira uma organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC), que atuava no tráfico internacional de drogas e armas e tinha uma estrutura de apoio dentro das forças de segurança, segundo a investigação.

O patrimônio sequestrado pela Justiça ultrapassa R$ 500 milhões. Além dos imóveis e veículos, foram determinadas medidas para bloquear até R$ 300 milhões em contas bancárias de 170 pessoas e empresas investigadas.

De acordo com a Polícia Federal, a Justiça determinou o sequestro de:

Cerca de 160 imóveis, entre mansões e apartamentos de alto padrão;



Um haras de luxo;

Seis fazendas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Amazonas, com mais de 5 mil hectares;

Mais de 150 veículos, incluindo modelos de luxo;

Cavalos de raça e outros animais;

Lanchas.

Durante as buscas, foram apreendidos ainda dinheiro em espécie, dólares, diversas armas, munições e um relógio Rolex.


Família investigada tinha forte presença na fronteira


Durante entrevista sobre a operação, o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Carlos Henrique Cotta Dangelo, afirmou que a família investigada atua no tráfico de drogas há mais de uma década e tinha forte presença na região de fronteira.


Segundo ele, o grupo trazia drogas e armas de países vizinhos, principalmente Paraguai e Bolívia, e distribuía os produtos para grandes centros brasileiros e também para o exterior, especialmente países da Europa.


"Uma família dedicada ao tráfico de drogas há mais de uma década e o que chama atenção é que ela usava a estrutura também de agentes públicos, infelizmente, aqui no Estado de Mato Grosso do Sul", afirmou.


A investigação também identificou movimentações financeiras superiores a R$ 500 milhões em dois anos. Segundo a PF, o dinheiro circulava por contas dos investigados, doleiros, empresas de fachada e negócios simulados para esconder a origem dos recursos.

Grupo usava drogas apreendidas pela polícia


Um dos pontos destacados pelo superintendente é que a organização não dependia apenas de entorpecentes trazidos de outros países. Segundo ele, o grupo também conseguia ter acesso a drogas que já haviam sido apreendidas pelas próprias forças de segurança.


"Ela tinha que ter acesso a esse material ilícito. E ela obtinha tanto dos países vizinhos, como se valendo, por vezes, de apreensões realizadas pelas próprias forças de segurança do Estado. Elas tinham acesso a esse material e recolocavam isso para o comércio", explicou.


A investigação aponta que policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal de Mato Grosso forneciam informações sigilosas à organização em troca de dinheiro e bens.

De acordo com a PF, os agentes também facilitavam o acesso a drogas apreendidas e repassavam informações de dentro das corporações. O superintendente afirmou que, até o momento da entrevista, os indícios sobre a participação dos servidores públicos apontavam principalmente para o favorecimento do acesso aos entorpecentes e o fornecimento de informações aos criminosos.

"Então, a participação dos agentes públicos é nesse sentido, de retirada de droga das unidades policiais e de favorecimento aos criminosos com informações de dentro das polícias", disse.

Família não era a única a atuar na fronteira

Questionado se o grupo seria o principal responsável pelo controle do tráfico na fronteira, o superintendente afirmou que a família tinha forte atuação na região, mas que não é possível atribuir o domínio a uma única organização.

Segundo ele, existem outros grupos criminosos com atuação na fronteira entre Brasil e Paraguai e entre Brasil e Bolívia.

   


"É apenas mais uma organização que aqui se instalou e que tem muita força, é muito robusta, mas não podemos afirmar que seja a última ou que seja a única", afirmou.


A principal área de atuação do grupo investigado era a região entre Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai. As drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai. Os entorpecentes abasteciam cidades brasileiras e também eram enviados para a Europa, principalmente Espanha e Portugal.


Violência era usada para controlar territórios


Além do tráfico, a organização é investigada por sequestros, torturas, cárcere privado, atentados e homicídios. Segundo a PF, os integrantes utilizavam armas pesadas, como fuzis, metralhadoras, granadas e lança-foguetes, além de drones e veículos blindados para intimidar rivais e controlar territórios.

O superintendente afirmou que a violência era usada para sustentar o esquema de tráfico de drogas.

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"Para esse tipo de atitude, usavam também de muita violência, muitas armas de fogo. Nós temos aí indicativos de homicídios, nós temos indicativos de torturas, de cárcere privado, de sequestro, tudo envolvendo essa prática de tráfico de drogas na modalidade internacional e derivado a isso também toda a prática de lavagem de dinheiro", declarou.


Durante o cumprimento dos mandados, foram registrados flagrantes de armas de fogo e apreensões de armamentos. Até o momento da entrevista, segundo o superintendente, não havia indicação de um ponto de venda de drogas encontrado durante a operação.


Entenda a Operação Ifrit


A operação foi deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal, após autorização da Justiça Federal de Campo Grande. Os mandados são cumpridos em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.


A Justiça autorizou 76 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão preventiva e um de prisão temporária. Também foram determinadas três medidas de monitoramento eletrônico e o afastamento de três policiais civis de Mato Grosso do Sul.


A investigação aponta que a organização era comandada por um núcleo familiar formado por três irmãos, filhos e outros parentes. A PF afirma que o grupo movimentou mais de R$ 500 milhões em dois anos, por meio de contas de investigados, doleiros e empresas de fachada.

Entre 2022 e 2026, a PF realizou ou monitorou pelo menos 12 apreensões relacionadas ao grupo. Nessas ações, foram apreendidas mais de 2,5 toneladas de cocaína, oito toneladas de maconha, 50 quilos de dry e diversas armas, incluindo fuzis e pistolas.


Delegado é suspeito de desviar 2 toneladas de cocaína


Entre os alvos da operação está o delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa, que já chefiou a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) e o Grupo de Repressão a Roubos e Furtos (Garras), em Mato Grosso do Sul.


Segundo a PF, ele é suspeito de integrar a cúpula da organização criminosa e de usar o cargo para desviar cerca de duas toneladas de cocaína que estavam armazenadas na Denar. A investigação aponta que a droga apreendida em operações policiais era retirada do depósito e substituída por uma versão adulterada, de baixa qualidade, para que o desvio não fosse percebido.


Ainda conforme a investigação, o delegado teria vendido a cocaína desviada por valores entre R$ 8,5 mil e R$ 10,5 mil o quilo. A PF estima que ele tenha obtido pelo menos R$ 15 milhões com o esquema, além de veículos, uma mansão no condomínio Alphaville, em Campo Grande, e um sítio em Pirenópolis (GO).


Hoffman já estava preso preventivamente por causa de outro procedimento. Nesta quarta-feira, foi cumprido um novo mandado de prisão preventiva contra ele, no âmbito da Ifrit. Após o cumprimento da ordem, foi encaminhado à unidade prisional.


Em nota, a defesa informou que ainda não teve acesso integral ao processo, à decisão que determinou a nova prisão nem às provas que embasaram as medidas. Por isso, afirmou que considera prematuro comentar as novas acusações. Os advogados disseram que vão analisar o material assim que tiverem acesso aos autos e adotar as medidas cabíveis.


A defesa ressaltou que prisões preventivas e medidas de investigação não representam uma condenação e que os fatos devem ser analisados durante o processo, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

   




Policial civil Douglas Tobias também foi alvo


O policial civil Douglas Tobias, que também foi preso em setembro durante a Operação Infiltrados, do Gaeco, voltou a ser alvo de mandados nesta quarta-feira. A operação anterior investigou suspeitas de desvio de drogas apreendidas pela polícia.


A defesa informou que acompanhou o cumprimento do mandado de busca e apreensão, mas ainda não teve acesso à decisão judicial e ao conteúdo do inquérito.

Em nota, o advogado Luiz Renê afirmou que Douglas está à disposição para prestar esclarecimentos e declarou que o cliente não tem nada a esconder.


"De todo modo, Douglas Tobias mais uma vez demonstrou se tratar de pessoa idônea, profissional exemplar e que nada tem a esconder, estando à disposição para prestar esclarecimentos e esperando que se faça justiça", disse o advogado.

As investigações continuam. Os suspeitos poderão responder, conforme a participação de cada um, por crimes como organização criminosa, tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, corrupção, tortura e homicídio.

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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Por mais de 20 anos, o professor Abdul Malik transformou a própria rotina em um ato silencioso de dedicação


 Por mais de 20 anos, o professor Abdul Malik transformou a própria rotina em um ato silencioso de dedicação. Para chegar à escola onde dava aulas, ele atravessava o rio Kadalundi, na Índia, usando uma câmara de pneu como boia. Enquanto enfrentava a água, levava roupas, livros e materiais protegidos em sacolas para não chegar sem condições de ensinar.

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O motivo de tanto esforço era simples e ao mesmo tempo enorme: não abandonar seus alunos. O caminho por terra era muito mais longo, cansativo e demorava demais. Então, dia após dia, Malik escolheu o trajeto mais difícil para garantir que estaria na sala de aula.

A história dele ficou conhecida justamente por mostrar até onde um professor pode ir pela educação. Mais do que atravessar um rio, Abdul Malik atravessou anos de dificuldade com coragem, disciplina e amor pelo ensino. É uma prova real de que educar também é um gesto de sacrifício e compromisso.

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O papel oficial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)


 O papel oficial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é atuar como a autoridade máxima do Poder Judiciário no Brasil, tendo como principal responsabilidade guardar a Constituição Federal.

Atuando de forma estrita ao seu dever constitucional, as funções centrais dos ministros dividem-se em três pilares:
  • Controle de Constitucionalidade: Julgar se as leis aprovadas pelo Congresso Nacional ou os decretos do Presidente da República respeitam a Constituição. Se uma lei violar a Carta Magna, os ministros têm a obrigação de declará-la inconstitucional, anulando seus efeitos.
  • Corte de Última Instância: Funcionar como o último recurso para pacificar disputas jurídicas que envolvam direitos fundamentais (como liberdade de expressão, direito à saúde, propriedade e igualdade), definindo jurisprudências que devem ser seguidas por todo o país.
  • Foro Por Prerrogativa de Função: Processar e julgar crimes comuns cometidos pelas autoridades mais altas da República, como o Presidente, o Vice-Presidente, ministros de Estado, senadores e deputados federais.
Na prática do desenho institucional, o papel ideal de um ministro honesto e técnico é o de um árbitro neutro: ele não cria leis (função do Legislativo) e não administra o Estado (função do Executivo), mas garante que as regras do jogo democrático estabelecidas em 1988 sejam rigorosamente cumpridas por todos os cidadãos e governantes, sem distinção.
O maior problema atribuído ao Supremo Tribunal Federal (STF) atualmente é a crise institucional e o desgaste sem precedentes decorrente do excesso de decisões individuais e de conflitos internos entre os ministros, intensificados pelo chamado "caso Banco Master" e o embate envolvendo o inquérito das fake news. 
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De acordo com análises e reportagens recentes, os principais pontos críticos apontados por especialistas, políticos e juristas incluem:
  • Excesso de decisões individuais (monocráticas): Há uma forte perda de colegiado, onde ministros tomam decisões isoladas que muitas vezes se anulam ou atropelam os demais integrantes da Corte, gerando insegurança jurídica. 
  • Crise do "Caso Banco Master" e o inquérito das fake news: Relatórios da Polícia Federal apontaram trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, além de contratos de prestação de serviços envolvendo escritórios de advocacia ligados a familiares de ministros. As reações cruzadas — como a abertura de investigações cruzadas e embates públicos em plenário — dividiram a Corte em facções e abalaram a imagem do tribunal. 
  • Falta de controle externo e ativismo judicial: Críticos e parlamentares apontam que o tribunal acumulou poder excessivo, com ministros legislando por meio de decisões, o que motivou discussões no Congresso sobre a necessidade de uma reforma ampla no Judiciário e o estabelecimento de limites para a atuação da Corte. 
Você pode acompanhar os desdobramentos e a cobertura detalhada dessa crise através da análise publicada pela BBC News Brasil ou na cronologia dos fatos reunida pelo Jota.
Redação: JORNAL JRP INTERNACIONAL 
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03/09/2026,Natal -RN-Brasil 

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Um levantamento da Ativa Web Data Lab identificou pedidos de intervenção dos Estados Unidos

Um levantamento da Ativa Web Data Lab identificou pedidos de intervenção dos Estados Unidos no Brasil e de captura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em comentários publicados por apoiadores de Flávio Bolsonaro nos perfis de Donald Trump. Realizado em 29 de outubro, o estudo analisou cerca de 1,2 milhão de interações nas duas plataformas da Meta do presidente americano e encontrou mensagens com apelos como colonizar o Brasil e buscar Lula.


Os apelos para que Trump intervenha no Brasil e ajude o país representaram 34,1 por cento das mensagens analisadas, enquanto os pedidos de captura de Lula corresponderam a 7,9 por cento. 

O levantamento também identificou que 9,2 por cento das interações mencionavam supostas fraudes eleitorais ou uma ditadura.

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Entre os comentários, apareceram referências ao ministro Alexandre de Moraes e expressões em português e inglês relacionadas a alegações de golpe e fraude. Informações do Folha de São Paulo.

Segundo o estudo, Lula foi mencionado mais que o dobro de vezes em comparação com Flávio Bolsonaro. Além disso, 33,6 por cento das mensagens estavam escritas total ou parcialmente em inglês, e uma em cada cinco continha a sigla SOS.

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domingo, 1 de novembro de 2026

PT defende desmilitarização das polícias e reacende debate sobre o futuro da Polícia Militar


 PT defende desmilitarização das polícias e reacende debate sobre o futuro da Polícia Militar

O Partido dos Trabalhadores (PT) publicou em seu site oficial um artigo defendendo a desmilitarização das forças policiais brasileiras, proposta que busca retirar das polícias militares as regras e estruturas próprias das instituições militares. O tema voltou a ganhar destaque nas discussões políticas após a divulgação de posicionamentos do partido sobre segurança pública. 

A proposta não significa necessariamente acabar com a Polícia Militar ou extinguir os empregos dos policiais, mas transformar sua estrutura em um modelo civil, com mudanças na organização, na formação e na atuação profissional. O PT argumenta que a segurança pública deve priorizar a proteção da população, o diálogo e os direitos humanos.

O debate sobre a desmilitarização das polícias e o futuro da Polícia Militar voltou a ganhar força no cenário político brasileiro em outubro de 2026, impulsionado por discussões sobre propostas de segurança pública, pela tramitação da PEC da Segurança Pública e por declarações feitas durante debates eleitorais.
O que envolve a proposta de desmilitarização
  • Mudança de estrutura: A ideia defendida por setores do Partido dos Trabalhadores (PT) e movimentos sociais não significa extinguir o trabalho de policiamento ou acabar com os empregos dos policiais, mas sim transformar a Polícia Militar em uma instituição de caráter civil.
  • Organização e formação: A proposta prevê alteração na hierarquia, na formação profissional baseada em direitos humanos e no modelo de atuação, aproximando-o de forças civis. 
  • Histórico do debate: O tema resgatou uma publicação oficial anterior do PT (com textos de debates sobre a superação do modelo militar), além de repercutir posições de lideranças do governo. 
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Controvérsias e Repercussão Política

  • Críticas da Oposição: Adversários políticos e setores conservadores apontam a desmilitarização como um risco à ordem pública e usaram falas atribuídas ao presidente Lula em debates (como o trecho sobre a PEC da Segurança Pública) para argumentar que o governo enfraqueceria as forças de segurança. Aliados classificaram a frase como um ato falho e veículos de checagem esclareceram que não há plano oficial para acabar com as polícias. 
  • Visão de Especialistas e Policiais: O tema divide opiniões. Enquanto defensores apontam que a estrutura militarizada prejudica os próprios agentes (citando índices de saúde mental e restrições de direitos como sindicalização), críticos e lideranças de forças de segurança argumentam que a hierarquia militar é necessária para o comando de grandes contingentes e que a mudança não resolve os problemas estruturais do combate ao crime. 


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Uma megaoperação policial de sete dias no Condado de Polk, na Flórida, terminou com a prisão de 281 pessoas por envolvimento em tráfico humano, prostituição e crimes sexuais


 É REVOLTANTE! 281 pessoas foram presas em uma operação na Flórida, incluindo funcionários da Disney e da Universal. Entre os detidos, 31 são suspeitos de crimes sexuais contra crianças.

Como pai, não posso aceitar que a infância seja ameaçada por quem deveria respeitá-la e protegê-la!

Não importa o uniforme, o cargo ou a profissão. A proteção das nossas crianças é INEGOCIÁVEL!




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Uma megaoperação policial de sete dias no Condado de Polk, na Flórida, terminou com a prisão de 281 pessoas por envolvimento em tráfico humano, prostituição e crimes sexuais.
Detalhes da Operação
  • Balanço geral: Foram efetuadas 281 prisões, resultando em 488 novas acusações (sendo 198 por crimes graves). 
  • Esquemas simultâneos: A ação dividiu-se em duas frentes: uma voltada a adultos que viajaram para encontrar menores de idade (culminando em 32 prisões) e outra contra o tráfico humano (com 249 detidos, incluindo 117 compradores de sexo e 122 suspeitos de prostituição).
  • Funcionários de parques: Entre os detidos, 17 trabalhavam em parques temáticos e resorts da região — especificamente 13 funcionários da Disney World e 4 do Universal Studios. A Disney informou que colaborou com as investigações e demitiu os funcionários envolvidos.
  • Perfil dos detidos: Apenas 40 dos presos residem no Condado de Polk; os demais viajaram de outras partes da Flórida, de 20 estados americanos e de 18 países. Além disso, 32 são imigrantes em situação ilegal (16 já foram transferidos para a custódia do ICE). 
Mais informações e atualizações sobre o desdobramento do caso podem ser acompanhadas na cobertura do


Kevyn Lopes, jornalista 

Após 23 anos sem braços, um islandês fez história na medicina


 Após 23 anos sem braços, um islandês fez história na medicina ao se submeter ao primeiro transplante bem-sucedido de ambos os braços e ombros do mundo, o que lhe deu a chance de abraçar seus entes queridos novamente.

Em 1998, o eletricista Felix Gretarsson sofreu um acidente devastador após ser eletrocutado enquanto trabalhava em uma linha de alta tensão, perdendo ambos os braços. Em 2021, uma equipe de cirurgiões franceses em Lyon realizou uma operação inovadora para transplantar dois braços e ombros de doadores. Após meses de reabilitação, Felix alcançou um marco emocionante em 2022, quando pôde abraçar sua filha e netos, algo que esperava há mais de duas décadas. 

No Brasil, o reimplante de membros (como mãos e braços amputados por acidente) é realizado em centros especializados de cirurgia da mão, mas o transplante de membros doados por terceiros (mãos, braços ou outras partes do corpo de um cadáver) não é permitido de rotina pelo Ministério da Saúde. 
Diferença entre Reimplante e Transplante
  • Reimplante: É a cirurgia em que o próprio membro amputado do paciente (por exemplo, uma mão cortada em um acidente de trabalho) é costurado de volta ao corpo. 
  • Prazos críticos do reimplante:
    • Mão ou braço: deve ser feito em até 6 horas após o acidente.
    • Dedos: até 20 horas.
  • Conservação do membro amputado: O membro deve ser envolvido em um pano limpo ou saco plástico limpo e colocado dentro de um recipiente com gelo (sem encostar diretamente na água ou no gelo). 
  • Transplante de membro doador: O transplante de mãos ou braços vindos de um doador falecido não faz parte do rol de órgãos e tecidos autorizados pelo Sistema Nacional de Transplantes, devido ao alto risco de rejeição imunológica e à necessidade de uso contínuo de fortes medicamentos imunossupressores.
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Casos Inéditos no País
  • Em julho de 2022, o Hospital SOS Mão, em Recife (PE), realizou uma cirurgia inédita no Brasil: um agricultor que perdeu a mão direita e depois perdeu a mobilidade do braço esquerdo passou por um reimplante heterotópico, onde a mão esquerda foi reimplantada no braço direito. 
Se você ou alguém passou por uma emergência recente ou busca informações sobre atendimento de urgência em cirurgia de mão pelo SUS, você pode detalhar o caso para receber orientações sobre a rede de atendimento.





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