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domingo, 1 de março de 2026

Uma torre asteca de crânios humanos de 500 anos é ainda mais assustadoramente enorme




Uma torre asteca de crânios humanos de 500 anos é ainda mais assustadoramente enorme do que se pensava anteriormente, descobriram os arqueólogos


Arqueólogos que escavaram uma famosa “torre de crânios” asteca na Cidade do México descobriram uma nova seção com 119 crânios humanos.

Arqueólogos no México desenterraram novas seções da Huei Tzompantli, uma impressionante torre asteca de 500 anos feita de centenas de crânios humanos, localizada no centro da Cidade do México (antiga Tenochtitlán).


Com mais de 600 crânios identificados, a estrutura do século XV/XVI, dedicada ao deus Huitzilopochtli, desafia noções ao conter ossos de mulheres e crianças, não apenas guerreiros

A estrutura a que se refere é conhecida arqueologicamente como Huei Tzompantli (ou Grande Tzompantli), uma impressionante "torre de crânios" asteca descoberta no coração da Cidade do México, próximo às ruínas do Templo Mayor.


Aqui está a história da descoberta e o significado dessa macabra estrutura:

A Descoberta Localização: Encontrada debaixo de um edifício na rua  no centro histórico da Cidade do México, próximo à Catedral Metropolitana.

Cronologia: 

As escavações começaram em 2015, com novas seções sendo encontradas em 2017 e 2020. Acredita-se que a estrutura foi construída em três etapas, datando de aproximadamente 1486 a 1502.

O Total de Crânios: Inicialmente, pesquisadores encontraram centenas, mas escavações contínuas identificaram mais de 600 crânios humanos (alguns relatos mencionam inicialmente 500, depois 603, e outros citam mais de 670 no complexo geral) unidos com argamassa de cal.

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Sr.Leon Lopes, artista plástico de Natal -RN-Brasil 

Contato:
jcidadern@holmail.com 

 


Sr.Leon Lopes, artista plástico de Natal -RN-Brasil 

Contato:
jcidadern@holmail.com 

O amor é o único caminho.

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Estrutura: A torre tem um formato circular e era parte de um "tzompantli" — um altar para exibir crânios de vítimas de sacrifício, mencionado por conquistadores espanhóis como Andrés de Tapia em 1521.

A História e o SignificadoO "Tzompantli" (Rack de Crânios): Na cultura asteca, o tzompantli era uma estrutura comum para exibir as cabeças de inimigos derrotados ou vítimas sacrificadas, agindo como um aviso de poder militar e religioso.

Homenagem a Huitzilopochtli: A torre era dedicada a Huitzilopochtli, o deus asteca da guerra, do sol e do sacrifício humano.

Surpresa Arqueológica: Antes da descoberta, esperava-se encontrar crânios apenas de homens jovens, supostamente guerreiros inimigos.

 No entanto, análises revelaram crânios de mulheres e crianças, o que sugere que o propósito do sacrifício era mais amplo e complexo do que se pensava anteriormente.
Simbolismo de Identidade: Arqueólogos acreditam que a torre não era apenas um troféu, mas sim um monumento religioso. 

Acredita-se que, ao serem colocados na torre, os sacrificados tornavam-se "sagrados" e se transformavam em presentes para os deuses.

Destruição pelos Espanhóis
Quando Hernán Cortés e os conquistadores espanhóis chegaram a Tenochtitlán, ficaram horrorizados e intimidados com essas torres de crânios. A maioria delas foi destruída durante a conquista espanhola em 1521, restando apenas os vestígios arqueológicos encontrados séculos depois.
Artnet News +2
A descoberta é considerada uma das mais importantes da arqueologia mexicana recente, desafiando concepções prévias sobre a extensão dos rituais astecas.

Redação:
. Por Leon Lopes da Silva, Diretor jornalista e também fotógrafo do JORNAL JRP INTERNACIONAL

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