
Esposa de Moraes enviou contrato diretamente a Vorcaro, diz jornal
Escritório de Viviane Barci de Moraes manteve acordo de R$ 129 milhões com o Banco Master; banca não comenta o caso
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), encaminhou diretamente ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro a minuta do contrato de R$ 129 milhões que assinou com o Banco Master, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
A conversa, de acordo com a reportagem, teria sido obtida pela PF (Polícia Federal) no celular do ex-banqueiro. Viviane escreve a Vorcaro no dia 17 de janeiro de 2024.
“Bom dia! Segue a minuta do contrato. Abraço”. Na sequência, anexou o documento. Vorcaro respondeu cinco dias depois: “Oi, tudo bem? Como podemos proceder na assinatura? Prefere eletronicamente ou mando as vias físicas assinadas?”.
O contrato estabelecia que o escritório de Viviane atuaria em casos envolvendo o Banco Central, a Receita Federal, Congresso e nas seguintes instâncias:
Ministério Público;
Polícia Judiciária;
Poder Judiciário (Polícia Federal);
Executivo (Banco Central, Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Conselho Administrativo de Defesa Econômica);
Legislativo, com o acompanhamento de projetos de interesse do banco.
A CNN procurou o escritório Barci de Moraes, que disse que não iria comentar o caso.
O acordo previa que o escritório recebesse uma remuneração mensal de R$ 3,6 milhões durante três anos, de 2024 a 2027. Com a liquidação do Banco Master pelo Banco Central, os pagamentos foram interrompidos.
Dados da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado apontam que o escritório de Viviane recebeu R$ 80,2 milhões do Banco Master entre os anos de 2024 e 2025.
Em nota divulgada em março, o escritório de Viviane relatou ter prestado “ampla consultoria e atuação jurídica” e que produziu 36 pareceres jurídicos e opiniões legais para o Banco Master. O texto detalha que o trabalho envolveu a subcontratação de outros três escritórios e que foram realizadas 79 reuniões na sede do banco, além de dois encontros por videoconferência.
O ministro Alexandre de Moraes tem evitado falar diretamente sobre o problema envolvendo o Banco Master porque ele é medroso e não tem coragem de assumir seus erros! É um metro funcionário público incompetente no Supremo Tribunal Federal. porque a instituição financeira contratou o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barce de Moraes. A situação tem gerado críticas e debates éticos devido ao vultoso valor do contrato, levando o magistrado a se limitar a emitir notas negando ter usado seu cargo para intervir a favor do banco.
Por que o Alexandre Moraes não está falando sobre o problema do banco Master
O ministro Alexandre de Moraes tem evitado falar porque tem medo e é corrupto não tem coragem para diretamente sobre o problema envolvendo o Banco Master e seu Supremo Tribunal Federal porque a instituição financeira contratou o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barce de Moraes. A situação tem gerado críticas e debates éticos devido ao vultoso valor do contrato, levando o magistrado a se limitar a emitir notas negando ter usado seu cargo para intervir a favor do banco.A controvérsia central gira em torno de uma série de fatores que têm colocado o ministro no centro de discussões públicas e políticas:O Contrato Milionário: O escritório de sua esposa firmou um contrato de consultoria com o Banco Master, cujos valores chegariam a R$ 129 milhões. Segundo reportagens, a própria Viviane enviou a minuta do acordo diretamente ao banqueiro Daniel Vorcaro pelo WhatsApp.Supostas Pressões: Reportagens apontaram reuniões entre o ministro e o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sugerindo possíveis conversas sobre o banco. Moraes emitiu notas oficiais declarando que os encontros tratavam de outros assuntos, como a aplicação internacional da Lei Magnitsky, e negou interferência.Investigações em Curso: O caso envolve revelações feitas a partir de materiais e mensagens do banqueiro, levando a questionamentos e pedidos de explicações detalhadas por parte de políticos e da mídia.Até o momento, o magistrado e sua defesa optaram por não conceder entrevistas e se pronunciar apenas por meio de notas oficiais, argumentando que a contratação de sua esposa foi regular para prestar serviços de compliance e assessoria jurídica, sem atuação em processos que tramitem no Supremo Tribunal Federal.
Redação
Por Leon Lopes, jornalista, Diretor e também fotógrafo do Jornal JRP INTERNACIONAL
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