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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Ronaldo Édison Richard, de 63 anos, réu por suposta participação


 Ronaldo Édison Richard, de 63 anos, réu por suposta participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, morr3u na segunda-feira (10), em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. Segundo a Associação de Familiares e Vítimas do 8/1 (Asfav), a causa da mort3 teria sido um infarto. Ele estava em liberdade e morr3u antes da conclusão do processo no Supremo Tribunal Federal (STF).


Richard havia sido denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de golpe de Estado, associação criminosa, dano e depredação do patrimônio público. Segundo a acusação, ele era suspeito de financiar uma caravana do Rio Grande do Sul para Brasília e teria pago a viagem de um integrante que participou dos atos de 8 de janeiro.


A defesa negava que Richard tivesse financiado a viagem para participação nos atos. Os advogados afirmavam que ele apenas assinou uma autorização para a saída de um ônibus da garagem e argumentavam que ele era réu primário, tinha bons antecedentes e não deveria responder pelos atos praticados por terceiros.


Em janeiro de 2024, Richard foi preso em flagrante por posse irregular de arm4 de fogo durante a 23ª fase da Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal. Posteriormente, estava em liberdade.


O processo no STF ainda estava em andamento. Em fevereiro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes determinou a apresentação das alegações finais, e, em março, a sessão relacionada ao caso foi retirada de pauta. Com a mort3 do réu, o processo deverá seguir os procedimentos previstos pela Justiça para avaliar a continuidade da ação.

Redação 

Por Kevyn Lopes, jornalista 

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