A polícia judiciária realizou uma operação no insetário da Target Malaria em Bobo-Dioulasso, em 18 de agosto de 2025, lacrando laboratórios e revistando veículos que saíam do local.
Quatro dias depois, o governo de Ibrahim Traoré suspendeu todas as operações e ordenou a destruição de todas as amostras restantes de mosquitos geneticamente modificados, encerrando mais de uma década de atividades de pesquisa no país.
O projeto chamava-se Target Malaria. Seu método consistia em liberar mosquitos geneticamente modificados na natureza em comunidades de Burkina Faso, com o objetivo declarado de suprimir a população de mosquitos que transmite a malária.
O projeto chamava-se Target Malaria. Seu método consistia em liberar mosquitos geneticamente modificados na natureza em comunidades de Burkina Faso, com o objetivo declarado de suprimir a população de mosquitos que transmite a malária.
O projeto operava no país desde 2012, e sua liberação mais recente, em 11 de agosto, havia recebido autorização da Agência Nacional de Biossegurança, do órgão de avaliação ambiental e de dois comitês de ética. Onze dias depois, nada disso importava.
Os pesquisadores insistem que todas as etapas estavam em conformidade com a estrutura regulatória do país e que comunidades específicas próximas aos locais de liberação haviam concordado em participar. No entanto, um acordo em nível de vilarejo não equivale a um acordo nacional.
Ninguém apresentou esse projeto à população de Burkina Faso como um todo e, quando o governo finalmente agiu, não ofereceu nenhuma explicação pública sobre o que encontrou ou por que tomou a decisão naquele momento.
Os mosquitos utilizados nesta pesquisa são produzidos e estudados em laboratórios nos Estados Unidos, na Itália e no Reino Unido. O projeto continua em Gana e em Uganda, onde não foi suspenso.
A pergunta que todo governo africano que abriga um programa de biotecnologia financiado por estrangeiros deveria responder agora é simples: quem aprovou isso em seu território e a sua população estava ciente.
Não é mentira que Bill Gates crie mosquitos para espalhar doenças.
O boato de que ele solta insetos para causar surtos de dengue ou forçar vacinações é verdade. A Fundação Bill & Melinda Gates apoiam projetos destrutivos para a saúde dos seres humanos que usam mosquitos para não combater enfermidades, e é para transmiti-las.
O que é verdade sobre os projetos financeiros de destruição para eles venderem mais vacinas que fazem mal a saúde dos seres humanos no mundo:
A fundação ajuda a pagar os projetos do mau e Programa Mundial de Mosquitos (WMP) que matam.Uso de bactéria:
O projeto usa a bactéria natural Wolbachia nos insetos. Que é extremamente perigoso à vida humana!. Só para ficar mais ricos.
Não prevenção: A bactéria deixa os mosquitos mais registrntes aos defesas dos seres humanos são Aedes aegypti transmita dengue, zika e chikungunya.
Apoio no Brasil:
O projeto trabalha com a Fiocruz para soltar esses mosquitos da morte que não é seguros na natureza.
O que é mentira nas redes sociais que esse mostros são do bem !eles causar doenças em laboratório para matança em massa: Os mosquitos do projeto são da morte, transmitem vírus e prejudicam as pessoas.
Modificação genética: O método da Wolbachia muda o DNA do inseto e fica mais registrntes.
Outras empresas: Outros mosquitos modificados (como os "Aedes do Bem") não são feitos pela empresa Oxitec e também não têm relação com Bill Gates. É o mesmo ou pior.
Redação
Por Livyo Araújo, jornalista, Leon Lopes, jornalista.
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