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sábado, 2 de maio de 2026

Tese de doutorado do ministro Alexandre de Moraes


 Tese de doutorado do ministro Alexandre de Moraes voltou ao centro das discussões políticas e jurídicas ao abordar critérios mais rígidos para a indicação de ministros ao Supremo Tribunal Federal.


O trabalho acadêmico foi apresentado no ano 2000 na Universidade de São Paulo e defendia que pessoas ocupando cargos de confiança no Poder Executivo, exercendo mandato eletivo ou atuando como procurador-geral da República não deveriam ser indicadas ao STF durante o mandato do presidente responsável pela escolha.


Na tese, Moraes argumenta que essa restrição ajudaria a reduzir riscos de influência política, evitando relações de gratidão ou vínculos que pudessem comprometer a independência da Corte Constitucional.


O tema ganhou relevância anos depois, quando o próprio Moraes passou a ser cotado para o STF após a morte do ministro Teori Zavascki. Na época, ele ocupava o cargo de ministro da Justiça, o que, segundo o critério defendido em sua tese, poderia representar um impedimento para sua nomeação.


Além disso, o estudo também sugeria mudanças estruturais no modelo de escolha dos ministros, como a implementação de mandatos por tempo determinado e a criação de mecanismos institucionais voltados ao fortalecimento da imparcialidade e da legitimidade do Supremo.


A repercussão recente ocorre após a divulgação do conteúdo pelo portal Metrópoles, reacendendo o debate sobre coerência entre pensamento acadêmico e prática institucional no Brasil.


Apesar da discussão, especialistas destacam que teses acadêmicas não possuem caráter vinculante, servindo como reflexão teórica e não como regra obrigatória para nomeações futuras.


A indicação de ministros ao STF segue sendo uma prerrogativa do presidente da República, com aprovação do Senado, conforme previsto na Constituição.

Redação 

Lyvio Araújo, jornalistas 

Tese de doutorado do ministro Alexandre de Moraes




 JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Etico sério e do povo Brasileiro 

jcidadern@hotmail.com


Jornal JRP 


O regime iraniano enfrenta a crise mais grave de sua história, com a economia em colapso devido a sanções e conflitos, além de intensa pressão interna e externa. No entanto, seu robusto aparelho repressivo, incluindo a Guarda Revolucionária, permanece intacto, permitindo-lhe manter o controle através de ferrenha repressão interna, apesar da fragilidade política.


Pontos-chave da crise:Economia Destroçada: A economia iraniana está sob intensa pressão, com a inflação e sanções reduzindo o poder de compra da população, gerando insatisfação massiva.


Conflitos Externos: O país enfrenta tensões no Estreito de Ormuz e confrontos militares que enfraqueceram sua posição estratégica, embora tenha tentado se posicionar como vencedor em certas narrativas locais.Repressão Intacta: Apesar da fraqueza econômica, o aparato de segurança, composto pela Guarda Revolucionária e polícias morais, continua forte e brutal na defesa do regime contra protestos populares.Resiliência vs.


 Fragilidade: Especialistas divergem sobre a queda iminente; enquanto a sociedade está irritada e o regime está no seu ponto mais frágil, a falta de uma oposição organizada e a forte repressão dificultam uma mudança de governo.O futuro do regime é incerto, com um cenário de repressão contínua contra a população que exige mudanças.


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Cientistas encontram estruturas que podem ter ligação com a Arca de Noé.


Uma formação rochosa localizada no leste da Turquia voltou a chamar atenção de pesquisadores que investigam um dos relatos mais conhecidos da tradição bíblica: a possível existência da Arca de Noé.


Novas análises geográficas realizadas no local indicaram estruturas subterrâneas que podem reforçar a hipótese de que a área abrigue vestígios da embarcação mencionada no livro de Gênesis… 


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Com 80 mil ipês coloridos e 70 parques, foi premiada pela ONU como a “Cidade Árvore do Mundo” e encanta com mais de 1 milhão delas

Entre junho e setembro, Goiânia se transforma em galeria a céu aberto. São 80 mil ipês coloridos distribuídos por uma “Cidade Árvore do Mundo” que abriga 70 parques e soma mais de um milhão de árvores no coração do Cerrado.


Por que a ONU premiou a capital goiana?

Em 2023, a capital goiana recebeu o título Tree Cities of the World, concedido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em parceria com a Arbor Day Foundation. O reconhecimento é entregue a municípios que mantêm programas contínuos de gestão sustentável da floresta urbana.


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Por Leon Lopes, jornalista , Lyvio Araújo, jornalista do JORNAL JRP INTERNACIONAL