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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Seres humanos com metros de altura e mulheres-peixe encantadas existiram na vida real.





Seres humanos com metros de altura e mulheres-peixe encantadas existiram na vida real.


E também existiu foi a megafauna (animais gigantes reais no passado), pessoas muito altas por questões de saúde e animais marinhos que inspiraram mitos.

A Verdade sobre os GigantesHumanos altos: Pessoas com gigantismo chegam a quase 2,72 metros (como Robert Wadlow), mas não a 4 ou 5 metros de altura como nos contos.

Megafauna: Animais enormes, como mamutes e preguiças-gigantes, andaram pela Terra, e seus fósseis antigos viraram lendas de monstros.Histórias antigas: Textos sagrados e mitos usavam a figura de gigantes (como Golias) para simbolizar força ou povos altos daAntiguidade.

A Verdade sobre as SereiasFalta de provas: Não existe nenhuma evidência científica de seres metade humanos e metade peixe.Inspiração animal: Marinheiros antigos viam animais marinhos reais nadando de longe e confundiam com criaturas mágicas.Manatis e dugongos: Esses animais pacíficos da família dos sirenídeos (que parecem peixes-boi) deram origem ao nome e aos mitos de sereias na água.










A ideia de gigantes com cinco ou seis metro de altura a coexistir com humanos de estatura normal cativa a nossa imaginação há séculos, levantando questões sobre a possibilidade da sua existência: são um mito ou realidade?

A ideia é antiga e intriga a humanidade há séculos, mas as evidências científicas sugerem que seres humanóides com 6 ou mais metros de altura existiram basicamente no mundo da ficção.


No mundo real, não há sinais de verdadeiros gigantes.

Até há pouco tempo, o ser humano mais alto conhecido, Robert Wadlow, tinha 2,72 metros de altura. A estatura imponente de Wadlow resultou de uma perturbação hormonal que fez o corpo produzir hormona de crescimento em excesso.

A sua altura trouxe a Wadlow várias desvantagens, como a perda de sensibilidade nos pés e uma morte precoce devido a uma bolha infetada.

Apesar de ocasionais alegações de alguns antropólogos, como Lee Berger, que sugeriu que os Homo heidelbergensis, espécie arcaica de hominíneo, poderiam ter crescido mais de 2,13 metros, há pouco suporte científico para sustentar que tal tenha acontecido.

Em contraste, os Neandertais, os nossos parentes extintos mais próximos, eram em média mais baixos do que os seres humanos modernos.








As criaturas humanóides mais próximas dos gigantes da mitologia na vida real poderá ter sido o Gigantopithecus blacki, uma espécie de macaco gigante que existiu há algumas centenas de milhares de anos.


Com uma altura estimada de até 3,05 metros, o Gigantopithecus é conhecido através de restos fósseis dos seus dentes e maxilares, descobertos no Sudeste Asiático. Estes restos revelam molares grandes, adaptados a uma dieta baseada em plantas, e músculos maxilares maciços. A espécie viveu durante a época do Pleistoceno, período caracterizado pela sua megafauna variada.


Assim, as histórias de um mundo povoado de gigantes podem ser fascinantes, mas as evidências científicas indicam que os seres humanos nunca cresceram muito mais do que crescem hoje.


É claro que, ocasionalmente, um indivíduo foge (e de que maneira) à média. É o caso de Sulemana Abdul Samed, um ganês de 29 anos, que tem nada menos do que 2,89 metros de altura — e que ainda não parou de crescer
.


As sereias são seres mitológicos que povoam o imaginário popular, conhecidas principalmente pela imagem de mulheres com cauda de peixe ou, em suas origens mais antigas na Grécia Antiga, como mulheres com corpo de pássaro. 

Elas usavam cantos mágicos e belas vozes para atrair marinheiros para a destruição no mar.Origem e Evolução do MitoMitologia Grega: No clássico Odisseia de Homero, as sereias (ou sirenes) eram descritas como criaturas híbridas de mulher com pássaro. O canto delas hipnotizava os navegantes, fazendo com que perdessem o controle dos navios e morressem.

Transformação Medieval: Com o passar dos séculos, a imagem dessas criaturas se misturou com lendas de outros povos e deuses marinhos (como Tritão), fazendo com que ganhassem a famosa cauda de peixe no lugar das asas.Folclores do Mundo: Culturas variadas possuem figuras aquáticas semelhantes, a exemplo da Iara no folclore brasileiro, que também atrai homens para os rios com seu canto.

Explicação Científica e Realidade animais Reais: Acredita-se que muitos relatos antigos de marinheiros avistando "sereias" tenham sido, na verdade, confusões visuais com mamíferos aquáticos reais da ordem dos sirênios, como o peixe-boi e o dugongo.Ficção: Não existem provas científicas da existência de seres humanos com cauda de peixe; elas continuam sendo personagens fascinantes de histórias, filmes e da cultura popular.



A origem das sereias: o que diz a história

Atualmente, elas são retratadas com caudas de peixe, embora originalmente essas mulheres míticas tivessem outras formas.










Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e fotográfico do Jornal JRP INTERNACIONAL 

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domingo, 2 de agosto de 2026

Alienígenas existem? Ou é ficção de Hollywood?



    A vida extraterrestre é uma possibilidade real para a ciência, mas os monstros e naves de Hollywood pertencem à ficção. Até hoje, não existe nenhuma prova concreta de que alienígenas inteligentes já visitaram a Terra.

    O que diz a Ciência
    A vastidão do espaço: O universo tem bilhões de galáxias e trilhões de estrelas, o que torna estatisticamente possível a existência de algum tipo de vida fora da Terra.
    Falta de provas: Os cientistas buscam sinais de bactérias ou micro-organismos em outros planetas, mas nunca encontraram nenhum fóssil ou sinal de seres vivos no espaço sideral.
    Distâncias gigantescas: Mesmo se houver vida inteligente por aí, as distâncias entre as estrelas são grandes demais para permitir viagens espaciais fáceis como nos filmes.

    O papel de Hollywood
    Invasões e monstros: O cinema criou a ideia de seres verdes, naves redondas e ataques à Terra para vender ingressos e refletir os medos da sociedade humana.
    Contatos pacíficos ou perigosos: Histórias como ETs amigos ou vilões cruéis são apenas produtos da imaginação humana baseados em livros e fantasias.







    existem provas científicas de que governos escondem alienígenas. O sigilo militar geralmente serve para proteger tecnologias de defesa e evitar pânico ou espionagem durante conflitos.

    Segurança e Defesa
    Guerra Fria: Países como os Estados Unidos e o Brasil mantiveram segredo sobre OVNIs para que rivais (como a União Soviética) não descobrissem testes de aeronaves secretas.
    Espaço Aéreo: O foco dos militares é saber se objetos desconhecidos representam ameaças de outras nações, e não confirmar vida de fora da Terra.

    O Papel do Mistério
    Desinformação: Governos às vezes usam boatos sobre discos voadores e bases como a Área 51 para desviar a atenção de projetos militares reais.
    Falta de Provas: Arquivos liberados recentemente por agências oficiais mostram apenas que alguns objetos não foram explicados por falta de dados, e não que sejam extraterrestres.








    O governo dos Estados Unidos abriu os arquivos secretos do Pentágono sobre OVNIs e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs) para aumentar a transparência pública, atender a ordens diretas da Presidência e responder ao enorme interesse popular sobre o tema.

    Motivos da Abertura dos Arquivos
    Ordem Presidencial: O presidente Donald Trump determinou que o Pentágono e agências de inteligência desclassificassem e liberassem os documentos confidenciais.
    Transparência Governamental: O objetivo é permitir que o público examine os dados e tire suas próprias conclusões sobre os registros acumulados ao longo de décadas.
    Pressão e Curiosidade Pública: O alto volume de especulações, debates na internet e o interesse gerado por relatos de figuras públicas e pilotos militares motivaram a criação de um portal oficial pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
    As autoridades americanas ressaltam que a liberação dos lotes de documentos, vídeos e fotos não significa uma prova da existência de vida extraterrestre, servindo apenas para expor o material investigado.





    Achado arqueológico de ferramentas não explicada
    O termo "achado arqueológico de ferramentas não explicadas" geralmente se refere a artefatos cujas funções exatas ou métodos de fabricação desafiam o conhecimento atual da ciência. Exemplos notáveis incluem os dodecaedros romanos, as esferas de pedra da Escócia e o mecanismo de Anticitera.



    Exemplos Famosos
    Dodecaedros Romanos: Pequenos objetos de metal com 12 faces furadas, datados entre os séculos I e IV, cuja utilidade exata permanece um mistério.
    Esferas de Pedra da Escócia: Bolas neolíticas esculpidas com padrões geométricos complexos sem uma função prática evidente.
    Mecanismo de Anticitera: Um complexo aparelho grego de engrenagens de bronze do século I a.C. usado para prever posições astronômicas, muito avançado para sua época.



    Os arqueólogos encontram muito mistério no mundo porque o passado humano deixa rastros incompletos, as civilizações antigas usavam crenças e rituais desconhecidos, e o tempo destrói a maioria das evidências físicas.

    Por que o passado parece tão misterioso
    Falta de escrita: Muitos povos antigos não deixaram registros em texto. Sem palavras escritas, fica difícil saber o nome dos reis, o motivo de uma guerra ou a função exata de um monumento.
    Pistas incompletas: O tempo estraga ossos, tecidos, madeira e pinturas. Os cientistas tentam montar um quebra-cabeça gigante faltando a maioria das peças.
    Rituais diferentes: O que parece estranho ou misterioso hoje — como colocar ossos dentro de grandes jarros de pedra ou alinhar pedras com as estrelas — tinha um sentido religioso ou prático muito claro para as pessoas daquela época.

    A tecnologia ajuda a revelar segredos
    Novas ferramentas ajudam a enxergar o que está escondido embaixo da terra ou da vegetação sem precisar destruir os locais, revelando cidades perdidas e tumbas antigas com mais facilidade.

    Quais são os relatos mais importantes que aconteceu no mundo dos OvniOs relatos mais importantes da ufologia mundial incluem o Caso Roswell de 1947, a Noite Oficial dos Óvnis no Brasil em 1986 e os encontros de pilotos da Marinha dos EUA registrados em vídeos oficiais pelo Pentágono. Esses episódios destacam-se pelo envolvimento de forças militares, múltiplos radares e grande quantidade de testemunhas. 
    Casos Clássicos Internacionais
    • Caso Kenneth Arnold (EUA, 1947): O piloto civil viu nove objetos brilhantes voando a grande velocidade perto do Monte Rainier, dando origem ao termo "disco voador".
    • Caso Roswell (EUA, 1947): A queda de destroços misteriosos no Novo México que o exército inicialmente disse ser um disco voador, gerando a mais famosa teoria de acobertamento extraterrestre do mundo.
    • Incidente da Floresta de Rendlesham (Reino Unido, 1980): Militares norte-americanos relataram luzes estranhas e objetos metálicos se movimentando em uma base militar britânica. 

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    o faraó Aquenáton (e sua família) é famoso por suas representações artísticas incomuns com crânios alongados e feições que geram comparações com seres extraterrestres.

    As características de Aquenáton
    Aparência nas estátuas: Em relevos e esculturas de seu reinado (o Período de Amarna), Aquenáton aparece com o crânio esticado para trás, pescoço muito fino, lábios grossos, olhos amendoados e feições andrógenas ou com traços femininos (como quadris largos e ventre proeminente).
    A família real: Sua esposa, a rainha Nefertiti, e suas filhas também foram retratadas com cabeças alongadas e silhuetas esbeltas nas obras de arte da época.

    O que dizem os cientistas e historiadores
    Escolha artística revolucionária: A maioria dos arqueólogos e historiadores aponta que essas formas bizarras não eram reais, mas sim uma escolha estilística e religiosa. Aquenáton rompeu com a tradição egípcia milenar ao impor o culto a um único deus (o disco solar Aton) e exigiu que a arte refletisse uma estética totalmente nova, abstrata e simbólica para afastar-se dos padrões humanos tradicionais e se aproximar da divindade.
    Teorias de doenças genéticas: Alguns médicos e pesquisadores sugeriram que ele poderia ter condições raras (como a síndrome de Marfan ou desordens hormonais), mas estudos de restos mortais e análises estruturais indicam que as múmias da linhagem não exibiam deformidades ósseas extremas na vida real.
    Mito dos alienígenas: Ideias sobre origens de "astronautas do passado" ou híbridos alienígenas surgiram justamente pelo choque visual dessas estátuas, mas não existe qualquer evidência científica de contato extraterrestre
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Por Leon Lopes da Silva, jornalista 

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