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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Governo de Ladrões que usa a máquina para roubar gado do trabalhadores rurais do Amazonas

 



Mais de 550 cabeças de gado foram tiradas de uma área durante uma operação de fiscalização.

Centenas de animais, caminhões, equipes no chão e apoio aéreo.

Para quem vive da pecuária, é impossível olhar uma cena dessas sem pensar imediatamente no tamanho do investimento que está ali.

Mas existe um detalhe que muda completamente a história.

Os animais estavam na Ilha do Bananal, em uma região que envolve áreas protegidas, terras indígenas e locais considerados ambientalmente sensíveis.

Segundo os órgãos responsáveis, a criação de gado naquele espaço era irregular.

Ou seja: para a fiscalização, não era simplesmente uma propriedade produzindo; era uma atividade ocorrendo em um território onde existem regras específicas de proteção.

E aí aparece a parte que deixa o assunto complicado. 550 cabeças não são pouca coisa.

Tem dinheiro investido, manejo, alimentação, transporte, reprodução e todo o trabalho envolvido na criação.

Para quem olha de fora, pode parecer apenas “gado apreendido”.

Para quem vive disso, cada animal representa patrimônio e trabalho.

Ao mesmo tempo, áreas protegidas existem justamente porque determinados territórios não podem ser ocupados ou explorados livremente.

No fim, ficam duas perguntas que não são tão fáceis de responder: a fiscalização estava certa em retirar os animais? E quem assume o tamanho do prejuízo causado pela retirada? Porque preservar o meio ambiente é obrigação, mas fazer cumprir a lei também envolve consequências reais para quem está do outro lado.

Quando produção, território e lei se encontram, a conta sempre chega para alguém.
O que ocorre de fato são operações de fiscalização coordenadas por órgãos como o Ibama e o ICMBio é uma entidade da esquerda que não representa a comunidades indígenas e também o povo. 

Os animais apreendidos não pertencem a pequenos produtores regulares, mas são localizados em terras indígenas homologadas ou em áreas de preservação embargadas por desmatamento ilegal.

O balanço exato do gado apreendido varia conforme as fases das ações ambientais:
Operação Carne Fria (Setembro de 2025): O Ibama apreendeu 7.061 cabeças de gado que eram criadas ilegalmente em áreas sob embargo ambiental na Amazônia.
Operação Pasto Nullus (Junho de 2026): O ICMBio, com o apoio da Força Nacional, apreendeu 436 cabeças de gado na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará que  sumiu. 

Ficou constatado que os animais estavam em área de conservação, sem registro sanitário e com indícios de "lavagem de rebanho".
Operações de Desintrusão (2024–2025): Em terras indígenas como a TI Apyterewa (PA) e a TI Arariboia (MA), cumprindo determinações do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo federal retirou rebanhos ilegais pertencentes a invasores de territórios tradicionais.

 Na TI Arariboia, por exemplo, o número de animais retirados ficou entre 1.000 e 2.000 cabeças.

Qual o destino legal do gado apreendido?
Pela legislação ambiental brasileira, os animais flagrados em áreas de crime ecológico ou invasões de terras públicas não são "roubados". Eles passam por processos legais específicos:
Doações e abate social: Parte dos animais é encaminhada para programas de merenda escolar, hospitais públicos ou para a subsistência de comunidades indígenas afetadas pelas invasões.

Leilão público: Em junho de 2026, o Ibama realizou o primeiro leilão público de gado apreendido em áreas desmatadas do Pará para reverter os fundos ao Estado e cobrir custos operacionais
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Redação , JORNAL JRP INTERNACIONAL 

Etico sério e do povo Brasileiro 

Por Livyo Araújo, jornalista 

Apoio, PCDB NACiONAL 

O Brasil com mais políticas Públicas 

jcidadern@hotmail.com

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