Fotos: Leon Lopes, jornalista e fotógrafo de Natal,RN,Brasil
Sr. Lopes!Passou mais de duais horas esperando atendimento! Ouve o atendimento,mas não resolveram nada! Saiu com dor e frustado!. A lei diz que não pode passar mais de meia hora para o cidadão ser atendido!
JORNAL JRP INTERNACIONAL
Etico sério e do povo Brasileiro
jcidadern@hotmail.com
O jornalista Sr Leon Lopes da Silva esteve essa semana no cadastro único e viu na pele a dificuldade que os cidadãos tem em buscar um
Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS). Ficou horas nada resolvido, dão um pedaço de papel e manda aguardar em casa! Parabéns à prefeita de Parnamirim-RN.

JORNAL JRP INTERNACIONAL
Etico sério e do povo Brasileiro
jcidadern@hotmail.com
O jornalista Sr Leon Lopes da Silva esteve essa semana no cadastro único e viu na pele a dificuldade que os cidadãos tem em buscar um
Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS). Ficou horas nada resolvido, dão um pedaço de papel e manda aguardar em casa! Parabéns à prefeita de Parnamirim-RN.

Passou mais de duais horas!
Vejan as fotos
A maior dificuldade que o brasileiro enfrenta para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) é a burocracia extrema na comprovação da renda familiar (vulnerabilidade socioeconômica), muitas vezes aliada à desatualização do Cadastro Único (CadÚnico) e a critérios rigorosos de avaliação do INSS. Encontro uma quadrilha comandada por políticos corruptos Roubaram mais de 6.3 bilhões do INSS! Dinheiro das nossas contribuições.
Em 2025, o cenário se tornou mais rigoroso com novas regras, "pentes-finos" automáticos e exigência de biometria facial, aumentando os riscos de bloqueio ou indeferimento.

A assistência social em Parnamirim, assim como em muitos municípios brasileiros, enfrenta desafios estruturais que frequentemente resultam em falhas no atendimento à população. As reclamações sobre a morosidade e a qualidade do serviço na região geralmente estão ligadas a uma combinação de alta demanda e recursos limitados e também má gestão

Parnamirim, RN, Brasil
A assistência social em Parnamirim, assim como em muitos municípios brasileiros, enfrenta desafios estruturais que frequentemente resultam em falhas no atendimento à população. As reclamações sobre a morosidade e a qualidade do serviço na região geralmente estão ligadas a uma combinação de alta demanda e recursos limitados.
Vejan as fotos
A maior dificuldade que o brasileiro enfrenta para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) é a burocracia extrema na comprovação da renda familiar (vulnerabilidade socioeconômica), muitas vezes aliada à desatualização do Cadastro Único (CadÚnico) e a critérios rigorosos de avaliação do INSS. Encontro uma quadrilha comandada por políticos corruptos Roubaram mais de 6.3 bilhões do INSS! Dinheiro das nossas contribuições.
Em 2025, o cenário se tornou mais rigoroso com novas regras, "pentes-finos" automáticos e exigência de biometria facial, aumentando os riscos de bloqueio ou indeferimento.

A assistência social em Parnamirim, assim como em muitos municípios brasileiros, enfrenta desafios estruturais que frequentemente resultam em falhas no atendimento à população. As reclamações sobre a morosidade e a qualidade do serviço na região geralmente estão ligadas a uma combinação de alta demanda e recursos limitados e também má gestão

Fotos: Leon Lopes, jornalista e fotógrafo de Natal,RN,Brasil
Sr. Lopes!Passou mais de duais horas esperando atendimento! Ouve o atendimento,mas não resolveram nada! Saiu com dor e frustado!. A lei diz que não pode passar mais de meia hora para o cidadão ser atendido!
Parnamirim, RN, Brasil
A assistência social em Parnamirim, assim como em muitos municípios brasileiros, enfrenta desafios estruturais que frequentemente resultam em falhas no atendimento à população. As reclamações sobre a morosidade e a qualidade do serviço na região geralmente estão ligadas a uma combinação de alta demanda e recursos limitados.
Os principais motivos apontados para as falhas no atendimento incluem:Alta Demanda e Sobrecarga: O número de famílias que necessitam de auxílio supera a capacidade de atendimento imediato dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e CREAS, gerando longas filas e espera.
Recursos Humanos e Estruturais Limitados: Deficiências na infraestrutura dos locais de atendimento e número insuficiente de profissionais qualificados para atender a população.
Problemas no Cadastro Único (CadÚnico): Dificuldades e atrasos no agendamento e na atualização de dados, o que impacta diretamente o acesso a programas federais como o Bolsa Família.
Burocracia: Processos morosos para a liberação de benefícios eventuais (cestas básicas, auxílios.
Principais Dificuldades (2024-2025)
Renda per capita muito baixa: O principal
entrave é comprovar que a renda por pessoa do grupo familiar é igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo (R$ 379,50 em 2025). Muitas famílias, mesmo sendo pobres, têm rendas ligeiramente superiores a esse limite rígido, resultando em indeferimento.
CadÚnico Desatualizado ou Errado: A falta de atualização do Cadastro Único nos últimos 24 meses é uma das maiores causas de suspensão e bloqueio de benefícios.
Negativa na Perícia Médica/Social:
Especialmente para pessoas com deficiência, o INSS frequentemente nega o benefício ao entender que a condição não gera impedimento de longo prazo ou que a pessoa não está em situação de vulnerabilidade, mesmo com laudos médicos.
Exigência de Biometria Facial: A partir de 2025, o governo tornou obrigatória a biometria para a manutenção do benefício, o que dificulta o acesso para idosos ou pessoas com deficiência que não têm facilidade com meios digitais.
Demora no Processamento: Entidades da sociedade civil frequentemente denunciam a morosidade do INSS na análise dos processos, mantendo o solicitante sem renda por longos períodos.
O "Pente Fino" de 2025: O governo anunciou revisões e cortes, afetando especialmente quem não atualizou dados, o que gera insegurança e negações automatizadas.
Resumo: O maior obstáculo é o choque entre a realidade financeira da família de baixa renda e as regras estritas de renda e documentação do INSS, agravadas por um processo de digitalização (biometria/CadÚnico) que exclui pessoas com dificuldades de acesso à tecnologia.
Por Leon Lopes da Silva, jornalista
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