
A Usina Hidrelétrica de Tucuruí (UHE Tucuruí), no rio Tocantins, Pará, é a segunda maior hidrelétrica 100% brasileira em potência, operando com 8.370 MW após ampliações.
Inaugurada em 1984, sua barragem de terra tem 11 km de comprimento, com um reservatório de 2.850 km², crucial para a energia e o desenvolvimento amazônico.
Principais Características e Importância: Localização: Rio Tocantins, Tucuruí, estado do Pará.
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Jornalista d Natal- RN no rio grande do norte , Brasil

Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
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Potência: Segunda maior do Brasil em potência instalada (atrás apenas de Belo Monte), operada pela Eletronorte.
A Barragem: Possui 11 km de comprimento e 78 metros de altura.
Estrutura: Construída com uma quantidade de concreto equivalente à necessária para 133 estádios do Maracanã.
Vertedouro: Possui o segundo maior vertedouro do mundo, com capacidade de
110.000 m3/s110.000 m cubed / s110.000 m3/s.
Navegação: O complexo conta com eclusas, superando um desnível de 74 metros para permitir a navegação no rio Tocantins.
Histórico: A construção iniciou em 1974 e o objetivo foi o desenvolvimento da região amazônica e suprir a indústria de alumínio.
A usina é fundamental para o sistema elétrico nacional, com uma grande represa que transforma a paisagem regional, sendo uma obra de engenharia de proporções gigantescas que impactou o meio ambiente e a economia do Pará.
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O preço da energia no Brasil continuou subindo, com a conta de luz acumulando alta superior a 15% entre janeiro e novembro de 2025, superando a inflação. Projeções da ANEEL indicam novos reajustes médios de cerca de 5,4% a 7% para 2026, impulsionados por altos custos de subsídios (CDE) e fatores climáticos que aumentam o uso de térmicas. Alta em 2025: A tarifa residencial registrou aumentos expressivos, acumulando 15,08% até novembro de 2025, puxada por reajustes de concessionárias e uso de bandeiras tarifárias (vermelha/amarela) devido a chuvas abaixo da média.
Projeção para 2026: A previsão é de que a conta de luz continue subindo, com estimativas de alta média de 5,4% a 8%, afetando especialmente regiões Sul e Sudeste.
Causas: Os principais fatores são a revisão da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que subsidia políticas públicas e renováveis, além da necessidade de acionar termoelétricas, elevando o custo de produção.
Impacto no consumidor: O aumento supera a inflação (IPCA), pesando mais no orçamento familiar.
A recomendação geral é a conscientização no consumo para mitigar os impactos, considerando que o cenário de "bandeira vermelha" pode ser ativado dependendo das condições hidrológicas.
Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL
Ético sério e do povo Brasileiro
jcidadern@hotmail.com
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Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
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Para resolver os desafios do setor elétrico em 2026, com foco em manter a modicidade tarifária (sem aumento no preço), o Governo Federal brasileiro vem adotando uma estratégia baseada em diversificação da matriz, uso eficiente de encargos e estímulo a novas tecnologias.
As principais soluções envolvem:Expansão da Matriz Renovável e Limpa: O foco é aumentar a geração de energia renovável, diminuindo a dependência de termelétricas caras. A matriz elétrica deve atingir 95% de renováveis até 2026, reduzindo custos de longo prazo.
Lei da Conta de Luz Gratuita (Baixa Renda): A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor uma lei que isenta da tarifa de energia famílias de baixa renda (inscritas no CadÚnico) que consomem até 120 kWh/mês, mitigando os custos para os mais vulneráveis.
Bandeira Verde e Eficiência: O governo aposta em condições hidrológicas favoráveis e na diversificação para garantir a bandeira tarifária verde (sem cobrança adicional) no início de 2026.
Uso de Fundos e Redução de Encargos: O Ministério de Minas e Energia tem adotado medidas para reduzir encargos que aumentam a conta de luz, utilizando créditos da devolução do PIS-Cofins e recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para equilibrar os reajustes.
Leilões de Energia de Reserva: Para aumentar a oferta sem pressionar o consumidor no curto prazo, o governo utiliza leilões de reserva de capacidade, como os contratados para 2026, que exigem energia firme com custos controlados.
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Modernização da Rede: A implementação de medidores inteligentes (2% da rede ao ano a partir de 2026) visa diminuir perdas técnicas e fraudes, o que ajuda a equilibrar as tarifas.
Apesar dessas medidas, projeções apontam uma pressão de alta na tarifa residencial média de 5,4% a 8% em 2026 devido a encargos, exigindo que o governo atue no controle dos subsídios para evitar repasses ao consumidor final.
Modernização da Rede: A implementação de medidores inteligentes (2% da rede ao ano a partir de 2026) visa diminuir perdas técnicas e fraudes, o que ajuda a equilibrar as tarifas.
Apesar dessas medidas, projeções apontam uma pressão de alta na tarifa residencial média de 5,4% a 8% em 2026 devido a encargos, exigindo que o governo atue no controle dos subsídios para evitar repasses ao consumidor final.
Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL
Por Sr. Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e fotográfico do Jornal JRP INTERNACIONAL
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Apoio: ao jornal JRP internacional
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Tela as flores do amor 30 x 40. Óleo sobre tela
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Curiosidades:
Sobre nome: do Pai e do avô parteno e também de africano.
A família Lopes tem origem patronímica na Península Ibérica (Portugal e Espanha), derivando do nome próprio medieval "Lopo" ou "Lope", que por sua vez provém do latim lupus ("lobo"). Significa "filho de Lopo" e foi comum na nobreza e plebe, adotado também por judeus sefarditas.
A família Cosme tem origem no nome próprio grego Kosmâs (Κοσμᾶς), que significa "ordem", "beleza" ou "universo". O sobrenome, com forte tradição religiosa, popularizou-se a partir de São Cosme, um médico cristão do século III, sendo comum em Portugal e em regiões italianas como Vêneto e Abruzos.
Sobre nome da avó partena
portuguesa, espanhola e francesa e também indígenas potiguar.
A família Cosme tem ancestralidade predominantemente grega, originada do nome Kosmâs (que significa "ordem", "beleza" ou "universo") e enraizada na tradição cristã devido aos santos gêmeos mártires do século III. O sobrenome é encontrado em países de língua portuguesa, espanhola e francesa.
Redação
Por Leon Lopes, jornalista
PCDB NACiONAL
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