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domingo, 28 de janeiro de 2024

Conheça a história de Lisboa desde sua fundasão pelos Fenícios até os dias de hoje



Conheça a história de Lisboa desde sua fundasão pelos Fenícios até os dias de hoje. A capital portuguesa tem uma história de reis, descobrimentos, tragédias e reconstruções.

Lisboa foi fundada pelos fenícios sob o nome de Alis Ubbo (“porto seguro”) e pouco tempo depois foi conquistada pelos gregos e cartaginenses. Lisboa passou a ser a capital da Lusitânia Romana, passando a se chamar Olissipo. Com a queda dos romanos, passou a fazer parte do reino suevo de Galícia até 585.

 

 Sr.Leon Lopes da Silva , fotos em 2024

Empresário,consultor de negócios e empresas,perito fornece, professor, jornalista âncora internacional do jornal JRP e também consultor da IMPERIAL TRADING em portugal.





Período muçulmano e reconquista de Lisboa

Em 711 a história de Lisboa sofreu uma reviravolta quando a cidade foi dominada pelos muçulmanos, que lhe deram o nome de Al-Ushbuna. Afonso II, o Casto, a recuperou por dez anos, entre 798 e 808. A reconquista definitiva aconteceu em 1147, com Afonso I Enrique apoiado pela frota da segunda cruzada.




Durante o reinado de Afonso III foram estabelecidas em Lisboa as bases da expansão marítima de Portugal, para a qual contribuiu fundamentalmente o desenvolvimento das leis marítimas ditadas pelo rei Fernando I.

No final do século XIV, a oligarquia mercantil entronou a dinastia dos Avis e teve início o período que daria lugar aos grandes descobrimentos do século seguinte.

Porta de gigantes 




Casa abandonada em Lisboa 

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Tela as flores do amor 30 x 40. Óleo sobre tela
Publicidade: Sr. Leon Lopes da Silva e artista Plástico de Natal-RN-BRASIL

Contatos: Tel.55-84-999643633.994696424
Email: jcidadern@hotmail.com


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Lisboa no Renascimento

A partir do século XV, o porto de Lisboa se tornou um dos mais importantes do mundo. Ali se estabeleceu a casa Guiné e Mina que daria uma grande riqueza à cidade ao centralizar em Lisboa o comércio com as costas de Cabo Verde.

A riqueza atraiu genoveses, judeus, flamencos e maiorquinos, cujos conhecimentos marítimos influenciaram na corte de Henrique, o Navegante.

No século XVI, a Casa da Índia enriqueceu ainda mais a cidade devido ao comércio com a Ásia, África e Brasil, e se tornou o centro mais importante da Europa no tráfico de escravos.





Portal muito antigo do tempo dos Romanos 

Em 1580, o Duque de Alba conquistou Portugal e o rei espanhol Felipe II foi reconhecido rei de Portugal.

A restauração da independência em 1640 e as grandes riquezas levadas do Brasil deram uma época de grande esplendor a Lisboa.

O grande terremoto de 1º de novembro de 1755 destruiu Lisboa, o que deu a oportunidade ao Marquês de Pombal, com as riquezas que chegavam de Minas Gerais, de reconstruir a cidade Baixa seguindo um plano regular com grandes avenidas de estilo clássico.


A cidade caiu nas mãos de Napoleão em 1807, mas foi reconquistada pelos ingleses, liderados pelo General Wellington.

Em 1833, a monarquia constitucional foi restaurada e perdurou até a proclamação da república em 1910.




Lisboa no século XX

Em 1932, a Ditadura de Salazar tomou o poder e permaneceu até 25 de abril de 1974, quando um golpe de estado dirigido pelo General Spinola acabou com a ditadura. Esse fato ficou conhecido como a “Revolução dos Cravos”. Durante estes anos, Lisboa sofreu uma grande mudança demográfica e expansiva.


Durante a Segunda Guerra Mundial, Lisboa foi o refúgio de muitos exilados dos países ocupados pelo eixo em trânsito para os Estados Unidos e Grã-Bretanha.






Em 1986, Portugal entrou na União Europeia e, doze anos depois, em 1998, Lisboa foi a sede da Exposição Universal, que transformou a fisionomia dessa bela cidade. No mesmo ano, um grande incêndio arrasou o bairro do Chiado.


Redação:


Jornal JRP internacional Jcidadern@hotmail.com


Portugal-PT

OS FALANTES DO TUPI ANTIGO:


 OS FALANTES DO TUPI ANTIGO:

-ORIGEM, HISTÓRIA E DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA NO PASSADO:


OS TUPINAMBÁS


Os Tupinambás talvez sejam a etnia brasileira mais conhecida graças às aventuras de Hans Staden.


Graças aos livros de Lerry Thevet e Hans Stadens, sabemos como era a sociedade dos Tupis (Tupinambás, Tupiniquins, etc. ). 

Esses relatos começam com a aventura de Hans Staden, no ano 1553, que ao realizar uma caçada sozinho em Bertioga, foi capturado por indígenas que o trataram com muita violência - Staden logo percebeu que a intenção dos indígenas era a de devorá-lo em um sofisticado banquete, servido com o mais fino Cauim.


Apos passar por vários momentos de terror, Staden sobreviveu ao contato com os canibais, voltou a Europa, quando escreveu sobre essas verdadeiras desventuras quase inacreditáveis no ano de 1556, fazendo do Brasil e seu provo um dos lugares mais incríveis e assustadores do mundo de sua época.


* TUPINAMBÁS X TUPINIQUINS


Tibiriçá o histórico cacique de São Paulo, foi seu principal representante, no entanto havia Tupiniquins em todo litoral brasileiro, do centro-sul da Bahia até Ilha comprida, mas a maior concentração da tribo era na região da atual Grande São Paulo. 

Um subgrupo tupiniquim, os Guaianases, dominava o litoral sul de São Paulo até regiões perto da cidade de São Sebastião.


 Os Tupinambas, grandes rivais dos Tupiniquins, tinha como seu principal representante o cacique Cunhambebe, tinham aldeias no norte da Bahia e em Sergipe. No Sudeste, habitavam do litoral norte do Rio de Janeiro até São Sebastião (SP) – fronteira com o território tupiniquim.


*OS TUPINAMBÁS DE OLIVENÇA 


Os Tupinambá de Olivença vivem na região de Mata Atlântica, no sul da Bahia.

 Sua área situa-se a 10 quilômetros ao norte da cidade de Ilhéus e se estende da costa marítima da vila de Olivença até a Serra das Trempes e a Serra do Padeiro.


A vila hoje conhecida como Olivença é o local onde, em 1680, foi fundado por missionários jesuítas um aldeamento indígena. Desde então, os Tupinambá residem no território que circunda a vila, nas proximidades do curso de vários rios, entre os quais se destacam os rios Acuípe, Pixixica, Santaninha e Una.


Apesar da longa história de contato, a filiação ameríndia é fundamental para compreendermos a vida social dos Tupinambá de Olivença na atualidade.


 Não se trata de um resquício histórico remoto, mas de uma marca efetiva na organização social e modo de vida dos Tupinambá que hoje habitam a região. 

Entre outros aspectos, destaca-se sua organização em pequenos grupos familiares e certos gostos alimentares, como a preferência pela “giroba”, uma bebida fermentada produzida por eles.


Ainda que os Tupinambá de Olivença se considerem muitas vezes “caboclos” ou mesmo “índios civilizados”, isso nunca significou um abandono de sua condição indígena. 

O Estado retirou-lhes os direitos indígenas diferenciados a partir do fim do século 19, em função das visões restritivas que os órgãos oficiais tinham a respeito de quem era ou não indígena. Foi somente com a Constituição de 1988 que se criou abertura legislativa para que as solicitações dos Tupinambá de Olivença, e de outros povos, fossem ouvidas e pudessem ter respaldo.


Em 2001, os Tupinambá de Olivença foram reconhecidos oficialmente como indígenas pela Funai. 

A primeira fase de demarcação do seu território concluiu-se em abril de 2009 com a publicação do resumo do relatório de identificação e delimitação da TerraIndígena Tupinambá de Olivença.

Fonte:Prof. Leon Lopes

Consultor de Negócios e empresas, jornalista internacional, perito Forence digital Grafotecnico e também pesquisador.

Portugal-PT

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Facebook é ditadura comunistas que não respeita as leis do nosso país


SOLICITAÇÃO
À Diretoria do Facebook

Venho por meio desta solicitar o imediato  desbloqueio das minhas postagens na minha rede social.
Caso não seja atendido, vou denunciar está empresa por estar tirando meu direito de expressão. Vocês estão infringindo a lei podem ser acionados pelo Ministério Público federal.
A empresa não faz verificações das informações publicadas pelas pessoas e fica bloqueando sem pesquisar. Espero explicações sobre a motivação do bloqueio das minhas postagens.
Sou um jornalista sério  investigativo, professor e também pesquisador de várias áreas da ciência e humanas há trinta anos. Todas as minhas publicações são verificadas e verdadeiras. O Facebook está sendo irresponsável e não é autoridade nesses assuntos e muito menos pesquisadores dessas áreas. Como tem autoridade para dizer que as informações que público são mentiras? 
É necessário que provem que são mentiras. 
Solicito retratação .
Sejam honestos! 
Só publico a verdade. 
Tenham vergonha e respeitem a lei brasileira.

A Vitória está depois da muralha!
Sr.Leon Lopes Ditetor do jornal jRP

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Múmia egípcia 'Gebelein Man' foi morto por lâmina de faca que perfurou seu pulmão



O Homem Gebelein mumificado, anteriormente conhecido como "Ginger", em uma cova egípcia reconstruída no Museu Britânico, fotografado .Múmia egípcia ‘Gebelein Man’ foi esfaqueada nas costas! Em 1900, a exposição do Museu Britânico conhecida como Gebelein Man foi adquirida por Sir Wallis Budge, então guardião do Departamento Egípcio do Museu Britânico. Todos os seis corpos foram escavados sob a supervisão de Budge em 1896, em sepulturas rasas separadas de areia na antiga cidade egípcia desértica de Gebelein, cerca de 40 quilômetros ao sul de Tebas. 

Homem Gebelein é uma múmia pré-dinástica natural seca ao sol Embora o antigo Egito seja famoso por suas práticas de mumificação, o que há de especial nas seis múmias Gebelein é que são múmias naturais de cerca de 3.400 aC, o período pré-dinástico tardio. A preservação artificial dos mortos só foi amplamente praticada no Egito por volta de 2.600-2.100 aC, durante o período do final do Império Antigo. No entanto, existem agora algumas evidências de que resinas e envoltórios de linho eram usados ​​para preservar os corpos dos mortos já em 3.500 aC. A técnica da múmia natural egípcia envolvia secar o cadáver ao sol quente sobre uma base de areia até ficar completamente livre de umidade.


 O contato direto com a areia quente e seca naturalmente secou e preservou os corpos do Homem Gebelein. Duas das múmias Gebelein foram identificadas como homens e uma como mulher, enquanto o sexo das outras três não foi possível determinar.



A cabeça do Homem Gebelein mostrando o cabelo preservado de uma foto tirada em 2011. (Fæ / CC BY-SA 3.0) Gebelein, antigo “Ginger”, Homem Das seis múmias Gebelein, apenas a primeira escavada tem sido continuamente exposta, exceto para manutenção, desde 1901.

 Embora houvesse outra múmia masculina no grupo Gebelein, é o espécime EA 32751 que é amplamente conhecido como Homem Gebelein. Ele foi apelidado de Ginger devido aos tufos de cabelo ruivo ainda em seu crânio, mas políticas recentes que regem o tratamento ético de restos mortais humanos fizeram com que o apelido fosse abandonado. 

Nova pesquisa reescreve a história do processo de mumificação egípcia! Enterros mesolíticos na Europa de 8.000 anos atrás apontam para as primeiras evidências de mumificação O Homem Gebelein foi envolto em esteiras e enterrado em uma posição contraída, quase fetal, que era comum nos enterros no Egito até o período maduro do Reino Final, quando os corpos começaram a ser enterrados totalmente estendidos. 

Razões religiosas talvez tenham sido responsáveis ​​pela mudança, mas é também possível que o desenvolvimento da mumificação artificial a tenha ditado, uma vez que uma posição alargada tornou a mumificação mais fácil.

 O Homem Gebelein é exibido em uma caixa na qual foi reconstruída a sepultura de areia revestida de pedra da qual ele foi exumado. A exposição inclui potes e tigelas de barro e outros bens funerários típicos de sepultamentos pré-dinásticos.

 No entanto, estes não pertencem aos túmulos de nenhuma das múmias Gebelein, mas sim de túmulos semelhantes do período. Isto porque, embora Budge tenha registado a recuperação de potes e pederneiras, a sua aquisição não se estendeu a estes itens.

O copo da múmia ficou preservada por mais de 5 mil anos.


A música antes de morre tinha 19 a 21 anos de idade, ele foi morto com uma facada fatal! pelas Costa que perfurou o pulmão. Dizem os especialistas Florence. 

O Homem Gebelein foi a primeira múmia pré-dinástica a ser exibida na primeira Sala Egípcia do Museu Britânico. Na verdade, a única outra múmia de Gebelein a ser exibida ocasionalmente ao público é a única mulher do grupo. O cadáver do Homem Gebelein estava tão notavelmente bem preservado que não apenas suas características faciais e cabelos ainda eram visíveis, mas também um ferimento na superfície de sua pele, sob a omoplata esquerda, ainda podia ser visto. Mas foi mais de cem anos depois que o seu significado sinistro foi compreendido.
Ao lado da múmia tinha muitos objetos e jarros funerários. 

Tatuagem no braço da múmia.
 
Muitos artefatos foram encontra ao lado do túmulo da múmia. 

próximo grande avanço na compreensão de como o Homem Gebelein viveu… e morreu. Para realizar o exame, em 2012, Gebelein Man, que recentemente foi movido desde que foi exposto pela primeira vez em 1901, foi carregado cuidadosamente sobre um edifício e levado de van até o Hospital Bupa Cromwell, nas proximidades. Aqui, ele foi submetido a exames de alta resolução, com apenas 30 segundos de exames fornecidos dados suficientes para uma visão detalhada de seu interior. Os dados foram então examinados usando uma mesa de autópsia virtual. A tecnologia, da Suécia, permite rotação, ampliação e corte transversal virtual da pele.

O Dr. Daniel Antoine, curador de antropologia física do museu, disse à BBC em 2012: “Há uma ferida na superfície da sua pele, que as pessoas têm conseguido ver nos últimos 100 anos, mas é apenas olhando para dentro do seu corpo que conseguimos Vi que sua omoplata está danificada e a costela sob a omoplata também está danificada. Tudo isso sugere uma morte violenta.” Ele morreu por assassinato, em suma.


Os especialistas dizem que a múmia foi assassinado e ele era jovem! Era  forte e poderia ser um soldado.

Acima: Imagem infravermelha da múmia masculina conhecida como Homem Gebelein. Inferior esquerdo: Detalhe das tatuagens observadas no braço direito sob luz infravermelha. Inferior direito: A múmia e tatuagens sob condições normais de iluminação. ( blog do Museu Britânico ) Tatuagens figurais do homem Gebelein: as mais antigas da África! Mas este não é o fim da história.   

Gebelein Man reservou outras surpresas para os pesquisadores. Quando os corpos do Homem  Gebelein foram reexaminados como parte de um programa de conservação em 2018, outra descoberta extraordinária foi feita. Pequenas manchas em seus braços, até então consideradas sem importância, foram reveladas em exames infravermelhos como sendo tatuagens . Isto atrasou em mil anos as primeiras evidências da prática em África .

Além disso, as tatuagens do homem eram figurativas, representando dois animais com chifres ligeiramente sobrepostos, considerados um touro selvagem com cauda longa e chifres impressionantes e uma ovelha berbere com chifres curvos e ombros curvados. As tatuagens  eram mais abstratas e difíceis de interpretar.

 Até agora, a única evidência de tatuagem no Egito pré-dinástico vinha de tatuagens abstratas gravadas em estatuetas femininas, levando os arqueólogos a acreditar que a tatuagem de mulheres era praticada como parte dos ritos de fertilidade neste período. Sokushinbutsu: contos da automumificação dos budas vivos Os antigos egípcios caçavam ativamente crocodilos para mumificação? Mas Gebelein Man reescreveu completamente as primeiras evidências da prática para incluir homens e tatuagens figurativas também.

 Os motivos tatuados em seu braço levaram os pesquisadores a acreditar que os homens egípcios pré-dinásticos podem ter ostentado tatuagens como símbolos de virilidade e força. Por mais de 125 anos, os restos mortais do Homem Gebelein forneceram informações fascinantes sobre o Egito pré-dinástico. 

E agora, graças à ciência moderna, sabemos que o Homem Gebelein foi atacado pelas costas por um assassino desconhecido há quase 5.400 anos! Imagem superior: O Homem Gebelein mumificado, anteriormente conhecido como "Ginger", em uma cova egípcia reconstruída no Museu Britânico, fotografado em 2008. Fonte: Jack1956 / CC BY-SA 3.0


A múmia estava deitada como estivesse dormindo.

A múmia  estava muito preservada tinha pele e cabelos e dava para ver os traços do rosto do egípcio. 

Acima: Imagem infravermelha da múmia masculina conhecida como Homem Gebelein. Inferior esquerdo: Detalhe das tatuagens observadas no braço direito sob luz infravermelha. Inferior direito: A múmia e tatuagens sob condições normais de iluminação. ( blog do Museu Britânico )
Tatuagens figurais do homem Gebelein: 
as mais antigas da África!
Mas este não é o fim da história. Gebelein Man reservou outras surpresas para os pesquisadores.

 Quando os corpos do Homem e da Mulher Gebelein foram reexaminados como parte de um programa de conservação em 2018, outra descoberta extraordinária foi feita. Pequenas manchas em seus braços, até então consideradas sem importância, foram reveladas em exames infravermelhos como sendo tatuagens . 

Isto atrasou em mil anos as primeiras evidências da prática em África .
Além disso, as tatuagens do homem eram figurativas, representando dois animais com chifres ligeiramente sobrepostos, considerados um touro selvagem com cauda longa e chifres impressionantes e uma ovelha berbere com chifres curvos e ombros curvados. 

As tatuagens da mulher eram mais abstratas e difíceis de interpretar.
Até agora, a única evidência de tatuagem no Egito pré-dinástico vinha de tatuagens abstratas gravadas em estatuetas femininas, levando os arqueólogos a acreditar que a tatuagem de mulheres era praticada como parte dos ritos de fertilidade neste período.


Sokushinbutsu: contos da automumificação dos budas vivos
Os antigos egípcios caçavam ativamente crocodilos para mumificação?
Mas Gebelein Man reescreveu completamente as primeiras evidências da prática para incluir homens e tatuagens figurativas também. 

Os motivos tatuados em seu braço levaram os pesquisadores a acreditar que os homens egípcios pré-dinásticos podem ter ostentado tatuagens como símbolos de virilidade e força.
 
Por mais de 125 anos, os restos mortais do Homem Gebelein forneceram informações fascinantes sobre o Egito pré-dinástico. E agora, graças à ciência moderna, sabemos que o Homem Gebelein foi atacado pelas costas por um assassino desconhecido há quase 5.400 anos!
Imagem superior: O Homem Gebelein mumificado, anteriormente conhecido como "Ginger", em uma cova egípcia reconstruída no Museu Britânico, fotografado em 2008. Fonte: Jack1956 / CC BY-SA 3.0

A tatuagem no braço direito  da múmia tem uma figura de um touro.

O Homem Gebelein mumificado, anteriormente conhecido como "Ginger", em uma cova egípcia reconstruída no Museu Britânico, fotografado em 2008. 

Múmia egípcia ‘Gebelein Man’ foi esfaqueada nas costas!  Em 1900, a exposição do Museu Britânico conhecida como Gebelein Man foi adquirida por Sir Wallis Budge, então guardião do Departamento Egípcio do Museu Britânico.

 Todos os seis corpos foram escavados sob a supervisão de Budge em 1896, em sepulturas rasas separadas de areia na antiga cidade egípcia desértica de Gebelein, cerca de 40 quilômetros ao sul de Tebas. Homem Gebelein é uma múmia pré-dinástica natural seca ao sol Embora o antigo Egito seja famoso por suas práticas de mumificação, o que há de especial nas seis múmias Gebelein é que são múmias naturais de cerca de 3.400 aC, o período pré-dinástico o tardio.

 A preservação artificial dos mortos só foi amplamente praticada no Egito por volta de 2.600-2.100 aC, durante o período do final do Império Antigo. No entanto, existem agora algumas evidências de que resinas e envoltórios de linho eram usados ​​para preservar os corpos dos mortos já em 3.500 aC. A técnica da múmia natural egípcia envolvia secar o cadáver ao sol quente sobre uma base de areia até ficar completamente livre de umidade. 

O contato direto com a areia quente e seca naturalmente secou e preservou os corpos do Homem Gebelein. Duas das múmias Gebelein foram identificadas como homens e uma como mulher, enquanto o sexo das outras três não foi possível determinar.

Redação
Jornal JRP


terça-feira, 5 de setembro de 2023

Obrigado! Gratidão a todos os leitores do Jornal JRP

L.Lopes 
Diretor do Jornal JRP 
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Ame-se mais. Você é especial pelo simples fato de existir e ser exatamente como é. Com todas as suas qualidades e também os seus defeitos. Feliz é aquele que te ama pela essência linda que o Criador colocou em você.


Obrigado a todos eleitores  do Jornal JRP do Brasil.

Deus te abençoe a todos. 


Por L.Lopes , Diretor de jornalismo SRTE/RN - Jornal JRP - NATAL - RN




 

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

PB4 substitui seguro viagem? Entenda qual a melhor opção.


 PB4 substitui seguro viagem? Entenda qual a melhor opção.

Uma dúvida que permeia a cabeça da maioria dos entusiastas de viagens é se o PB4 substitui o seguro viagem 

Antes de mais nada, você precisa saber que são modalidades diferentes. Por isso, para não cometer equívocos que podem acabar comprometer sua viagem, o Assistente de Viagem preparou este artigo exclusivo.


O PB4 se assemelha a um seguro viagem, no entanto não deve ser utilizado para esse fim. Algumas diferenças perpassam por tempo de validade de cada modalidade, gratuidade e tempo de espera para obter esse tipo de benefício.


Por fim, se você deseja se aprofundar sobre o assunto, você está no artigo certo. Continue conosco e boa leitura.

Afinal o que é seguro PB4?


Também conhecido como PT-B13 ou Certificado de Direito à Assistência Médica (CDAM), o PB4 trata-se de um acordo firmado entre o Brasil, Cabo Verde, Itália e Portugal.


Agora que você conhece a sigla CDAM fica mais fácil de entender para que ele é destinado. Sobretudo, o PB4 é um meio que visa garantir o acesso de um indivíduo ao sistema público de saúde dos países supracitados.


Por isso, esse documento diz respeito a um acordo realizado entre o Governo Brasileiro. Nesse sentido, caso você precise de atendimento médico é necessário arcar com uma taxa de 20 Euros por atendimento em Portugal para ter direito ao benefício.


Vale citar que esse documento também beneficia a população local, que também pode ter acesso a essa modalidade.


Por isso, para saber se o PB4 substitui o seguro viagem, continue a leitura e confira as particularidades de cada um.

Quais as diferenças entre PB4 e seguro viagem?


Em primeiro lugar, a diferença entre o PB4 e de um seguro viagem é o tipo de cobertura. Enquanto o PB4 visa o atendimento médico nos países que adotam a medida, o melhor seguro de viagem possui uma cobertura mais ampla.


Um seguro viagem contratado junto ao Assistente de Viagem, cobre desde extravio de bagagens, perda de voo, assistência médica especializada, dentre outros.


Dessa forma, é possível entender que um seguro viagem é mais adequado para o turista em razão das suas coberturas. E também em detrimento de realizar uma apólice personalizada para cada indivíduo.


Por fim, o PB4 é um tipo de documento que ampara o cidadão em uma ocasião específica. Além disso, um seguro viagem internacional é obrigatório para a entrada do turista no país, o que não acontece com o PB4.

O que o seguro PB4 cobre?


Conforme supracitado, o PB4 cobre apenas o atendimento médico hospital público nos países que aderiram a esse acordo.


Além disso, é importante citar que essa modalidade deixa a desejar também em outros quesitos. Afinal, se você possuir um seguro viagem não é necessária a aquisição do PB4.


Dessa forma, se pode concluir que o seguro PB4 deve ser utilizado apenas em situações pontuais. Por isso, dependendo do tempo de permanência em um dos países do acordo, o ideal é contratar um seguro personalizado.

É necessário seguro PB4 para ir a Portugal?


Se você ainda se pergunta se PB4 substitui seguro viagem, saiba que com este documento em mãos você consegue entrar em Portugal.


No entanto, conforme supracitado, essa modalidade descarta uma série de situações que podem gerar dores de cabeça para o turista.


Um pequeno desvio. Se você deseja realizar viagem para Portugal: veja dicas importantes para visitar o país. Entre elas, o Assistente de Viagem esclarece a obrigatoriedade de um seguro viagem e os benefícios a ele associados.


Outro ponto que deixa a desejar quando o assunto permeia o PB4 trata-se do Tratado de Schengen.


sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Só tem lei no Brasil para os pobres!

Fico triste em dizer, mas só tem lei no Brasil para os pobres! 

É vergonhoso que um homem que foi contratado como funcionário do povo no judiciário manda mais do que presidente, PF, MP, Câmara Federal, Congresso Nacional e mais do que os próprios ministros do STF...
E a Maçonaria, essa grande entidade de honra e lealdade com os princípios éticos e de bons costumes, que não faz nada para tirar esse fraco do poder! 
Esse ministro quando sair do emprego que está ocupando vai ser esquecido... 
A Maçonaria  também  sempre foi contra as ditaduras. O que está acontecendo?
Estamos vivendo a ditadura da toga de um homem só!?
Um mero mortal que não respeita as leis do nosso país! Tenho vergonha dessa administração do STF...
E de muitos políticos do Brasil...

L.Lopes Jornalista -RN 



 

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Leon Lopes Artistas Plástico do RN jcidadern@hotmail.com



Leon Lopes
Artista Plástico
Tel.55-84-999643633

Quando fechos os olhos à noite, Deus está presente nos meus sonhos. Quando acordo, Ele está presente no meu dia fazendo todos os sonhos virarem realidade!

A singela história que abre esta matéria é apenas uma das ligações de Leon Lopes com a arte. 


Nascido na capital Natal do Rio Grande do Norte, como filho mais novo, Leon foi  uma criança  responsável .

Assim, o menino que era estudiosos  e tornou-se  anos mais tarde, Professor e artista plástico de inúmeras obras  importantes .


Minha primeira tela a óleo "o farol" 

O senso de responsabilidade e a vontade de aprender fizeram com que o garoto, aos 13 anos, em meio a seu primeiro emprego formal, na Hotelaria – entendesse e agarrasse com unhas e dentes sua vocação.


A sua mãe é a Dona Fran, hoje com 37 anos. Leon Lopes que também é administrador de empresas , jornalista , agente de projetos sociais e artista plástico.



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Artes Plásticas


História das Artes Plásticas, Fases Artísticas, Arte Pré-Histórica, Arte Egípcia, Arte Grega, Arte Romana, Arte Bizantina, Arte Medieval, Arte Renascentista, Barroco, Romantismo, Realismo, Expressionismo, arte abstrata.






Pintura rupestre: origem das artes plásticas



Arte na Pré-História
As primeiras obras de arte datam do período Paleolítico. Entre as obras mais antigas já encontradas estão pequenas estátuas humanas como, por exemplo, a Vênus de Willendorf (aproximadamente 25000 a.C.). Os mais conhecidos conjuntos de pinturas em cavernas ( arte rupestre ) estão em Altamira, na Espanha e datam de 30000 a.C. a 12000 a.C.; e em Lascaux, na França de 15000 a.C. a 10000 a.C. , onde se encontram pinturas rupestres de animais pré-históricos como: cavalos, bisões, rinocerontes. Estas pinturas indicam rituais pré-históricos ligados à caça. As imagens demonstram um naturalismo e evoluem da monocromia à policromia entre os anos de 15000 a.C. a 9000 a.C.


Arte Mesopotâmica

Na região entre os rios Tigre e Eufrates desenvolveu-se a civilização mesopotâmica. Nesta região, sumérios, babilônios, assírios, caldeus e outros povos desenvolveram uma arte que demonstra a religiosidade e o poder dos governantes. São touros alados, estatuetas de olhos circulares, relevos em paredes representando guerras e conquistas militares e animais e pictogramas representando fatos da realidade daqueles povos.


Arte do Egito
No Antigo Egito as obras de arte possuíam um possui forte caráter religioso e funerário.Essas características podem ser explicadas em função da crença que os egípcios tinha na vida após a morte. Há representações artísticas de deuses, faraós e animais explicadas por textos em escrita hieroglífica. As pinturas eram feitas nas paredes das pirâmides ou em papiros. Representavam o cotidiano da nobreza ou tratava de assuntos do cotidiano. Uma das características principais da arte egípcia é o desenho chapado, de perfil e sem perspectiva artística.


Arte na Grécia Antiga
A cultura e a arte minóica desenvolveu-se na ilha grega de Creta. Nas pinturas dos murais as cores diversificadas mostram-se fortes e vivas. Desenhos de touros, imagens abstratas, símbolos marinhos e animais ilustram a cerâmica.


O período clássico da arte grega é a época de maior expressão da arte grega.


 A natureza é retratada com equilíbrio e as formas aproximam-se da realidade. A perspectiva aparece de forma intensa nas pinturas gregas deste período. Nas esculturas de bronze e mármore, destacam-se a harmonia e a realidade. Os principais escultores são Mirón, Policleto, Fídias, Praxíteles. A arquitetura e a ornamentação de templos religiosos, como o Partenon, a acrópole de Atenas e o templo de Zeus na cidade de Olímpia mostram força e características expressivas.


No período helenístico, ocorre a fusão entre as artes grega e oriental. A arte grega assume aspectos da realidade, fruto do domínio persa. Nas esculturas verifica-se dramaticidade e as formas decorativas em excesso. Entre as obras mais representativas deste período estão: Vitória da Samotrácia , Vênus de Milo e o templo de Zeus, em na cidade de Pérgamo.


Arte Romana do Ocidente e do Oriente (Arte Bizantina )Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais dos gregos e chega a "copiar" estátuas clássicas. É a época da construção de monumentos públicos em homenagem aos imperadores romanos. A pintura mural recorre ao efeito tridimensional. Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.


No Império Romano do Oriente ( Império Bizantino ) com capital em Constantinopla (antiga Bizâncio), aparece a arte bizantina, sob forte influência da Grécia . Podemos destacar as pinturas murais, os manuscritos, os ícones religiosos e os mosaicos de cores fortes e brilhantes, carregados de profundo caráter religioso.

Arte Renascentista: O Renascimento Cultural (séculos XV e XVI)Os elementos artísticos da Antiguidade clássica voltam a servir de referência cultural e artística. O humanismo coloca o homem como centro do universo ( antropocentrismo ). São características desta época : uso da técnica de perspectiva, uso de conhecimentos científicos e matemáticos para reproduzir a natureza com fidelidade. Na pintura, novas técnicas passam a ser utilizadas : uso da tinta a óleo, por exemplo, buscava aumentar a ilusão de realidade.


A escultura renascentista é marcada pela expressividade e pelo naturalismo. A xilogravura passa a ser muito utilizada nesta época. Entre as pinturas destacam-se: O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck; A Alegoria da Primavera, de Sandro Boticcelli; A Virgem dos Rochedos, Monalisa e A Última Ceia de Leonardo da Vinci; A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio; o teto da Capela Sistina e a escultura Davi de Michelangelo Buonarotti.


Maneirismo (século XVI)
Ao romper com as referências clássicas de idealização da beleza, o maneirismo diferencia-se por suas imagens distorcidas e alongadas. A natureza é representada de forma distorcida e realista, sendo que as figuras bizarras aparecem com freqüência. Obras mais importantes do maneirismo: O Juízo Final, de Michelangelo; A Crucificação, de Tintoretto; e O Enterro do Conde de Orgaz, de El Greco.

Barroco: arte barroca (1600 a 1750)
A arte barroca destaca a cor e não o formato do desenho. As técnicas utilizadas dão um sentido de movimento ao desenho. Os efeitos de luz e sombra são utilizados constantemente como um recurso para dar vida e realidade à obra. Os temas que mais aparecem são: a paisagem, a natureza-morta e cenas da vida cotidiana.


Obras barrocas mais conhecidas: A Ceia em Emaús, de Caravaggio; A Descida da Cruz, de Peter Paul Rubens; A Ronda Noturna, de Rembrandt; O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini; As Meninas, de Diego Velásquez; e Vista de Delft, de Jan Vermeer.

Rococó (1730 a 1800)
O estilo rococó é marcado por pinturas com tons claros, com linhas curvas e arabescos. O estilo é bem decorativo e a sensualidade aparece em destaque. Os afrescos ganham importância e são utilizados na decoração de ambientes interiores.


Artistas mais importantes do rococó: Jean-Antoine Watteau, Giovanni Battista Tiepolo, François Boucher e Jean-Honoré Fragonard.

Neoclassicismo (1750 a 1820)
Novamente os elementos e valores da arte clássica ( grega e romana ) são resgatadas.. Há uma incidência maior do desenho e da linha sobre a cor. O heroísmo e o civismo são temas muito explorados neste período.


Principais obras: Perseu com a Cabeça da Medusa, de Antonio Canova; O Parnaso, de Anton Raphael Mengs; O Juramento dos Horácios e A Morte de Sócrates, de Jacques-Louis David; e A Banhista de Valpinçon, de Jean-Auguste-Dominique Ingres.

Romantismo nas artes plásticas
 (De 1790 a 1850)
Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo.São representantes desta época o artista Francisco Goya y Lucientes. Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808. Outras obras românticas : A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault; A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner.

Realismo (De 1848 a 1875)
O realismo destaca a realidade física através da objetividade científica e crua. Estas obras são inspiradas pela vida cotidiana e pela paisagem natural. Aparecem fortes críticas sociais e elementos do erotismo, provocando criticas dos setores conservadores da sociedade européia do século XIX. Principais pinturas: Enterro em Ornans, de Gustave Courbet; Vagão de Terceira Classe, de Honoré Daumier; e Almoço na Relva, de Édouard Manet.

Impressionismo (De 1880 a 1900)
Através da luz e da cor os artistas do impressionismo buscam atingir a realidade. As obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural. Obras mais conhecidas: Impressão, Nascer do Sol, de Claude Monet, A Aula de Dança, de Edgar Degas; e O Almoço dos Remadores, de Auguste Renoir.

Pós-impressionismo
É o período marcado pelas experimentações individuais. Os artistas buscam a realidade e imitam a natureza, utilizando recursos de luz e cor. O cromatismo é muito utilizado.As cores mais intensas são exploradas por Vincent Van Gogh com pinceladas fortes e explosivas, como em Noite Estrelada. Henri de Toulouse-Lautrec usa a técnica da litogravura.


Expressionismo Artistas plásticos de diferentes períodos são considerados precursores do expressionismo, entre eles Goya, Van Gogh, Gauguin e James Ensor. O expressionismo pode ser considerado como uma postura assumida em diversas formas de manifestação artística durante o século XX. Vários artistas desta trabalham nessa linha, sem ligar-se a movimentos ou a grupos. Podemos citar alguns: Edvard Munch, Emil Nolde, Amedeo Modigliani, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Chaim Soutine, Alberto Giacometti e Francis Bacon.

Cubismo ( De 1908 a 1915 )
Este estilo rompeu com os elementos artísticos tradicionais ao apresentar diversos pontos de vista em uma mesma obra de arte. As formas geométricas são utilizadas muitas vezes para representar figuras humanas. Recortes de jornais, revistas e fotos são recursos utilizados neste período. São obras representativas desta época: Les Demoiselles d'Avignon, de Pablo Picasso, e Casas em L'Estaque, de Georges Braque.


Dadaísmo (Décadas de 1910 a 1920)
Revolucionário, anárquico e anticapitalista, o dadaísmo, prega o absurdo, o sarcasmo, a sátira crítica e o uso de diversas linguagens, como pintura, poesia, escultura, fotografia e teatro. Destacam-se os artísticas: Hugo Ball, Hans Arp, Francis Picabia, Marcel Duchamp, Max Ernst, Kurt Schwitters, George Grosz e Man Ray.

Arte Surrealista (Década de 1920)
Os artistas exploram o inconsciente e as imagens que não são controladas pela razão. O surrealismo usa associações irreais, bizarras e provocativas. O rompimento com as noções tradicionais da perspectiva e da proporcionalidade resulta em imagens estranhas e fora da realidade.


Obras: Auto-Retrato com Sete Dedos, de Marc Chagall; O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró; A Persistência da Memória, de Salvador Dalí; A Traição das Imagens, de René Magritte; e Uma Semana de Bondade, de Max Ernst, são algumas das obras mais representativas.


Pop Art (Década de 1950)
As histórias em quadrinhos e a mídia visual e impressa são os elementos de referência da pop art. Humor e crítica ao consumismo são constantes nas obras de pop art. Artistas mais conhecidos: Richard Hamilton, Allen Jones, Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Tom Wesselman, Jim Dine, David Hockney e Claes Oldenburg.

Arte Conceitual (Década de 1960)
Textos, imagens e objetos são as referências artísticas deste tipo de arte. A obra deve ser valorizada por si só. Um dos meios preferidos dos artistas conceituais é a instalação, ou seja, um espaço de interação entre a obra e o espectador. Até mesmo a televisão e o vídeo são usados nas instalações. Destacam-se os seguintes artistas: Joseph Beuys, Joseph Kosuth, Daniel Buren, Sol Le-Witt (principal representante do Minimalismo) e Marcel Broodthaers, Nam June Paik, Vito Acconci, Bill Viola, Bruce Naumann, Gary Hill, Bruce Yonemoto e William Wegman.



Você sabia?


- Comemora-se em 12 de agosto de cada ano o Dia das Artes.


- Comemora-se em 8 de maio de cada ano o Dia do Artista Plástico.




Leon Lopes
Artista Plástico
Tel.55-84-999643633
jcidadern@hotmail.com 
Quando fechos os olhos à noite, Deus está presente nos meus sonhos. Quando acordo, Ele está presente no meu dia fazendo todos os sonhos virarem realidade!