As principais reclamações de pessoas sobre o Facebook geralmente envolvem problemas técnicos, segurança da conta, suporte ao cliente ineficiente e conteúdo inadequado.
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Jornalista d Natal- RN no rio grande do norte , Brasil
Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
****************************************** Contas desativadas ou bloqueadas sem aviso: Muitos usuários relatam ter suas contas pessoais ou comerciais (incluindo as de anúncios, o Facebook Ads) suspensas ou desabilitadas sem uma justificativa clara ou a oportunidade de defesa adequada.
Dificuldade de contato e suporte ineficiente: Uma das maiores frustrações é a falta de um canal de suporte humano e eficaz para resolver problemas. Os usuários se queixam de depender de ferramentas automatizadas que não resolvem as questões, especialmente em casos de bloqueios de contas de anúncios que impactam negócios.
Golpes e perfis falsos: Reclamações sobre a criação de perfis falsos usando dados de outras pessoas e a proliferação de golpes (especialmente em grupos de investimento e no Marketplace) são frequentes.
Problemas no Marketplace: Vendedores e compradores relatam dificuldades, como a queda na visibilidade de anúncios e a presença de publicações enganosas.
Instabilidade técnica: Usuários ocasionalmente relatam problemas de instabilidade geral na plataforma, como dificuldades para enviar mídias, compartilhar postagens ou acessar links.
Questões de privacidade e uso de dados: Preocupações com a segurança dos dados e o uso de informações dos usuários para publicidade direcionada, especialmente após atualizações de privacidade, também são pontos de insatisfação.
Para registrar uma reclamação formal no Brasil, os usuários podem utilizar plataformas como o Reclame Aqui ou o Consumidor.gov.br, que permitem a interlocução direta entre consumidores e a empresa Meta (proprietária do Facebook).
Houve alegações e debates de longa data sobre o Facebook (Meta) ter viés político contra a direita, com a empresa negando as acusações.
As principais discussões e ações incluem:
- Remoção de Contas Coordenadas: O Facebook removeu redes de contas e páginas (inclusive no Brasil, ligadas a assessores de políticos de direita) por violarem suas políticas contra "comportamento não autêntico coordenado", que usa contas falsas para enganar o público. Essas ações foram interpretadas por alguns como censura.
- Boicotes e Discurso de Ódio: Em 2020, uma coalizão de grupos de direitos civis organizou um boicote de anunciantes (incluindo grandes marcas como Starbucks e Unilever) acusando o Facebook de ser leniente com o discurso de ódio e mensagens que incitam violência. Em resposta, a Meta disse que rotularia conteúdo que quebrasse suas regras e que não abriria exceções para políticos.
- Mudanças Recentes na Moderação (2025): Em uma mudança significativa de política, a Meta anunciou em janeiro de 2025 que está abandonando a checagem profissional de fatos terceirizada em favor de um sistema de "notas da comunidade", similar ao do X (anteriormente Twitter). Mark Zuckerberg indicou que essa mudança visa diminuir o viés político na moderação de conteúdo, que, segundo ele, gerou uma visão mais contrária à direita e não funcionou como esperado.
Em suma, embora a Meta negue um boicote intencional, as preocupações com um suposto viés contra a direita têm sido uma constante, levando a empresa a alterar suas políticas de moderação de conteúdo na tentativa de promover maior liberdade de expressão individual e reduzir percepções de parcialidade política.
Redação
Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista Natal-RN-Brasil

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