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sábado, 21 de fevereiro de 2026

A teoria da conspiração de que Elvis Presley está vivo sugere que ele forjou sua própria morte em 1977 para escapar da fama









A teoria da conspiração de que Elvis Presley está vivo sugere que ele forjou sua própria morte em 1977 para escapar da fama esmagadora, de problemas pessoais ou para entrar em um programa de proteção a testemunhas do FBI. Apesar do atestado de óbito oficial, a lenda urbana persiste há décadas, alimentada por supostos "avistamentos" e inconsistências percebidas em torno de sua morte.

Principais Argumentos e "Evidências" da Teoria:Fuga da Máfia/FBI: A teoria mais popular, perpetuada por livros como Elvis Alive (1988), alega que Elvis ajudou o FBI a desmantelar uma organização criminosa chamada "A Fraternidade" e forjou sua morte para entrar no programa de proteção a testemunhas. Documentos do FBI supostamente comprovariam essa versão.

Pressão da Fama: Outra motivação sugerida é que Elvis queria escapar da pressão constante da vida pública e encontrar paz de espírito, o que o teria levado a simular seu desaparecimento.

"Avistamentos" e Gravações: Ao longo dos anos, várias pessoas relataram ter visto Elvis em diferentes locais, como em um supermercado em Kalamazoo, Michigan, na década de 1980, ou trabalhando como jardineiro em sua mansão em Graceland, de acordo com um ex-jogador famoso. Um áudio que teria sido gravado anos após sua morte também foi divulgado como "prova".

Mistérios da Autópsia e do Enterro: Algumas teorias apontam para a controvérsia sobre a causa da morte e os 12 mil medicamentos prescritos para ele nos meses anteriores, sugerindo um encobrimento. Além disso, a grafia incorreta do nome do meio de Elvis (Aaron em vez de Aron) em sua lápide é vista por alguns como um sinal de que o corpo ali não era o dele.

Realidade Oficial
A versão médica e oficial é que Elvis Presley morreu em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, em sua mansão, Graceland, em Memphis, Tennessee. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro e, apesar das tentativas de reanimação, foi declarado morto no hospital.

Um médico legista brasileiro que acompanhou a autópsia, Dr. Raul Amim, confirmou a morte e atestou que, embora várias substâncias medicamentosas estivessem presentes em seu sangue, a causa não foi uma overdose direta de drogas ilícitas, mas sim problemas de saúde preexistentes, como um intestino grosso dilatado e um fígado aumentado. 

O médico responsável pelas prescrições excessivas teve sua licença médica cassada posteriormente.
Apesar dos fatos, a teoria da conspiração de que "Elvis não morreu" permanece como um dos mitos mais persistentes e icônicos da cultura pop
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