A definição da relatoria coloca o magistrado na posição de decidir sobre um requerimento que toca em interesses e relações ligadas ao seu núcleo familiar e a figuras citadas em apurações recentes, reacendendo discussões no meio jurídico e político sobre impedimentos e os critérios de distribuição de processos na Corte Supremas.
A prisão de Angela Vivanco, ex-ministra da Suprema Corte do Chile acusada de tráfico de influência e corrupção, mostra ao mundo como democracias sérias lidam com magistrados que rasgam a Lei de Ética.
Enquanto o país vizinho expurgou e mandou para a cadeia quem vendeu a toga, a realidade no Brasil revela o abismo institucional: por aqui, Alexandre de Moraes e seu grupo riem da impunidade e seguem intocáveis no Supremo Tribunal Federal.
O caso chileno expõe o contraste devastador entre uma Justiça que pune seus próprios desvios e o cenário brasileiro, onde o corporativismo cego e o aparelhamento blindam abusos sistemáticos.
Enquanto a Suprema Corte do Chile resgata a própria dignidade ao prender quem violou a Constituição, no Brasil a cúpula do STF tripudia sobre as leis para garantir que o poder absoluto jamais seja contrariado.
Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL
Etico sério e do povo Brasileiro
Por Leon Lopes, jornalista


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