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domingo, 15 de dezembro de 2019

Curitiba recebe ufólogos que denunciam que EUA esconde a verdade sobre os discos voadores


Curitiba recebe ufólogos que denunciam que EUA esconde a verdade sobre os discos voadores


Os Estados Unidos sempre negaram veementemente que os discos voadores existam e que venham de algum outro planeta do universo. Esta política de refutação, que os ufólogos chamam de “acobertamento ufológico”, vem ocorrendo sistematicamente desde 1947, quando houve a queda de uma nave extraterrestre em Roswell, no Novo México. Foi apenas o Governo Americano descobrir que havia no veículo acidentado uma elevadíssima tecnologia — que poderia usar em seu proveito para fins bélicos —, que começou a negação da existência de discos voadores e sua origem exógena à Terra.
Esta política também foi implementada na época por outros governos, como a Rússia, China e Inglaterra, pelos mesmos interesses, mas não teve eco no América do Sul, apesar de vários países do continente sofrerem forte pressão americana para que também refutassem a existência dos discos voadores. No Brasil, ao contrário, em vez de negar sua existência, os militares da Aeronáutica os investigavam por meio de programas, como o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani), implantado em São Paulo em 1969 e que durou até 1972, ou seja, em pleno regime militar.
Formas de vida inteligente no universo
A tradição do Brasil de aceitar a existência de outras formas de vida inteligente no universo, que vêm até aqui em naves que chamamos de discos voadores, fez com que o país estivesse sempre na dianteira das discussões mundiais sobre Ufologia. E isso se confirmará mais uma vez em novembro, quando a Revista UFO realizará em Recife, Porto Alegre, São Paulo e Curitiba o maior evento na área que já se fez no país. Será o UFO Summit Brazil 2019, que trará ao Brasil celebridades do cenário ufológico internacional que denunciam abertamente que o governo americano ainda esconde a verdade sobre os discos voadores.
Um deles é Nick Pope, que foi diretor do organismo confidencial do governo inglês que pesquisava discos voadores, o chamado “UFO Desk”, que funcionou no Ministério de Defesa daquele país. O órgão investigava secretamente ocorrências ufológicas com interesse científico e militar — muitas vezes em conjunto com os Estados Unidos — para descobrir se seriam possíveis ameaças à segurança nacional britânica. Pope trabalhou para o Governo Inglês por nada menos do que 21 anos nesta função. “Minha tarefa era analisar casos de avistamentos de discos voadores e contatos com seus tripulantes para determinar se poderiam ser perigosos à Inglaterra. E foram milhares”, afirma.
O outro conferencista que também participa do UFO Summit Brazil 2019 é o americano Stephen Bassett, físico e maior ativista ufológico dos Estados Unidos. Ele é diretor do Paradigm Research Group (PRG), que tem como objetivo lutar contra a política de acobertamento ufológico. Segundo Bassett, existem evidências contundentes da presença e ação de outras formas de vida inteligente na Terra. “Se esses fatos forem expostos como devem, muitos governos terão de criar um plano emergencial para lidarem com um novo futuro da humanidade, a começar pelos Estados Unidos”, diz Bassett.
Orçamento milionário para pesquisa dos discos voadores
Nick Pope e Stephen Bassett virão ao Brasil para apresentar, entre outros fatos, a revelação que o Pentágono mantinha até 2017 um órgão secreto de pesquisa ufológica com verba milionária. Era o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP), que só em 2016 teve um orçamento de 22 milhões de dólares para investigação de ocorrências ufológicas, tudo evidentemente em segredo — a suspeita de Pope e Bassett é de que, após a revelação de sua existência, o órgão tenha mudado de nome e formato, mas continue investigando avistamentos de discos voadores, especialmente de militares americanos.
Quando houve a revelação da existência do AATIP no Pentágono, que se deu por meio do jornal “New York Times”, causando enorme polêmica em todo o mundo, seu próprio ex-diretor veio a público confirmar os fatos. Luis Elizondo, analista sênior de Inteligência que atuou em guerras no Irã e Iraque, com ampla experiência no meio militar americano, declarou com todas as letras: “O Governo Americano sabe muito bem da existência de outras formas de vida extraterrestre visitando a Terra. Negar isso se tornou insustentável. É hora de o mundo saber a verdade”. Quando fez a revelação, Elizondo apresentou três vídeos de UFOs feitos pela Marinha americana e se demitiu do Pentágono.
Elizondo se juntou ao roqueiro da banda Blink 182 Tom DeLonge, um aficionado por UFOs desde criança, tendo tido várias experiências ufológicas, e juntos fundaram uma entidade para pesquisar ocorrências de discos voadores e contatos com tripulantes. É a To the Stars Academy (TTSA), que hoje conta com Nick Pope e Stephen Bassett em seus quadros, além de várias celebridades do mundo político e científico dos Estados Unidos, que também divergem do governo quanto à refutação dos discos voadores — um deles é Jim Semivan, que foi chefe de operações da Agência Central de Inteligência (CIA) por 25 anos, e outro é o doutor Hal Puthoff, um dos mais reconhecidos cientistas americanos.
Confrontar o governo e demandar abertura de informações
“A To the Stars Academy é a mais importante iniciativa que já se fez nos Estados Unidos e no mundo para confrontar o governo e demandar que se faça uma ampla e completa abertura de documentos secretos sobre a manifestação na Terra de outras formas de vida inteligente provenientes de outros planetas”, declara Bassett, que pretende mostrar no UFO Summit Brazil 2019 tudo o que já se descobriu a respeito. Ele é acompanhado nesta declaração por dezenas de ufólogos dos Estados Unidos e de outros países.
Nick Pope também sustenta que a revelação da verdade é de máxima importância para a população não apenas americana, mas mundial. “O que pode ser mais importante para todos do que saber que existem inúmeras outras formas de vida extraterrestre inteligente espalhadas por incontáveis planetas do universo — e que muitas delas chegam até aqui em veículos que chamamos de discos voadores?”. E completa: “Nenhum governo tem o direito de esconder essa informação sob qualquer pretexto”.
Cena de um vídeo da Mariunha americana revelando um UFO que surgiu no radar de um caça F15 e disparou a 38 mil quilômetros por hora.

A realidade da abertura ufológica brasileira
A dupla estará ladeada no evento pelo ufólogo brasileiro A. J. Gevaerd, referência nacional e internacional em Ufologia. Gevaerd é criador e editor da Revista UFO, a mais antiga publicação sobre Ufologia do mundo, com 36 anos de existência. Foi ele quem, em 2004, elaborou a campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”, para pedir ao Governo Brasileiro que abrisse seus arquivos secretos sobre discos voadores. Gevaerd então formou a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) com mais importantes pesquisadores do país e, por meio da UFO, recolheu 70 mil assinaturas de simpatizantes da causa.
Deu certo. A partir de 2007, após uma reunião que os membros da CBU tiveram do militares da Aeronáutica no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) e Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) — a convite deles —, o Governo passou a liberar seus documentos antes secretos sobre suas pesquisas de discos voadores no país. Em 2013 o grupo foi recebido novamente por militares, desta vez no Ministério da Defesa, em Brasília, para demandar que mais arquivos fossem abertos — hoje são cerca de 20 mil páginas de documentos já entregues à sociedade, alojadas para escrutínio público no Arquivo Nacional.
Gevaerd, Nick Pope e Stephen Bassett pretendem no UFO Summit Brazil 2019 voltar a pedir ao Governo Brasileiro que continue seu processo de abertura ufológica, agora revelando novos e importantes ocorrências ufológicas. Ao mesmo tempo, desde seu tour pelas quatro cidades brasileiras, Gevaerd, Pope e Bassett reforçarão a participação brasileira no movimento global que pede a revelação imediata e completa da verdade sobre a existência de discos voadores e sua ação na Terra. “O Brasil é parte fundamental em um processo que vise a abertura oficial e definitiva sobre realidade ufológica”, diz o editor. O próximo passo é alinhar estão ação com movimentos semelhantes hoje ocorrendo na Argentina, Chile, Inglaterra, Itália, Rússia e China, entre outras nações, e levar o pleito à Organização das Nações Unidas (ONU) em 2020

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Jogador Kevyn Vinicyus se destaca no futebol

De Parnamirim para o mundo. É com esse objetivo que o jovem jogador Kevyn Vinicyus, de 14 anos, investe na sua carreira.  Desde pequeno ele é apaixonado por futebol e aos seis anos começou a praticar futsal e assumiu a posição de titular  no time do Colégio Fênix. O garoto talentoso já conquistou vitórias e títulos e busca novos desafios a cada dia.  Natural de Natal e filho mais novo de uma jornalista e um consultor de negócios internacionais, Kevyn Vinicyus vem se destacando no futebol de campo em Parnamirim e no Rio Grande do Norte.
Torneios municipais e estaduais

Apostando na sua profissionalização, Kevyn aproveita todas as oportunidades no futebol amador e busca novos desafios. Em 2019, o jovem jogador participou de treinos e partidas amistosas e mostrou seu talento com a bola participando de seletivas e treinos em clubes como PSG Academy e SOGIMA. Além disso, o jogador ingressou na Escolinha do ABC, onde já disputou competições na equipe do sub 15. Também disputou jogos pela equipe do sub 15 comandada por Marcos, no IFRN, e pela equipe sub 17 do Corintians de Caicó.  Para 2020 os planos incluem importantes desafios.

E é trilhando esse caminho que Kevyn alimenta o desejo de ser um profissional do futebol e o sonho de jogar na  Seleção Brasileira. "Estou ansioso e com uma expectativa enorme para ser um  jogador profissional e, no futuro, trabalhar para vestir a camisa da seleção", comentou Kevyn Vinicyus. Vamos guardar esse nome e torcer pela realização do sonho do talentoso jogador.

Por Márcia Melo Jornalista do RN

domingo, 17 de novembro de 2019


Leon Lopes
Artista Plástico 
Tel.(84) 88011042-99643633
E-mail:jcidadern@hotmail.com




Quando fechos os olhos à noite, Deus está presente nos meus sonhos. Quando acordo, Ele está presente no meu dia fazendo todos os sonhos virarem realidade

O Papa Francisco e suas afirmações

O Papa Francisco compara políticos corruptos que atacam homossexuais e judeus, cristãos e negros  a Hitler 

  • Durante reunião com advogados no Vaticano, o pontífice disse que discursos de ódio e perseguição contra esses grupos estão se tornando mais frequentes
“Não é uma coincidência que, por vezes, ressurjam símbolos típicos do nazismo. Devo confessar a vocês que quando escuto um discurso de alguém responsável por uma ordem ou governo [contra homossexuais, judeus e ciganos], lembro dos discursos de Hitler em 1934 e 1936″, afirmou Francisco.
Durante o regime da Alemanha Nazista, que vigorou entre 1933 e 1945, milhões de judeus, homossexuais e ciganos morreram ou foram deportados para campos de extermínio.
Nas últimas semanas, o pontífice fez outras críticas ao que considera um ressurgimento de movimentos ultraconservadores e antissemitas na Europa. Na quarta-feira, durante sua audiência geral no Vaticano, Francisco voltou a citar suas preocupações com o retorno da perseguição contra o povo judeu, sem mencionar nomes.
Jornal JRP

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Imunoterapia no tratamento do Câncer


Imunoterapia no tratamento do Câncer

Nanofármaco desenvolvido na Unicamp melhora a qualidade de vida dos pacientes

Poderoso adjuvante capaz de potencializar o efeito da quimioterapia em tumores metastáticos. É assim que funciona o OncoTherad, medicamento que atua no sistema imunológico melhorando a resposta dos pacientes aos tratamentos convencionais e, consequentemente, propiciando a sobrevida livre de recorrência.

O medicamento, o primeiro para câncer desenvolvido dentro de uma universidade pública brasileira, teve sua segurança e eficácia comprovada em testes com animais e vem sendo administrado em pacientes com câncer de bexiga e intestino com recidiva — quando há o retorno do tumor — e nos quais todas as alternativas de tratamento foram esgotadas.

Professor Wagner José Fávaro

“Todos os pacientes que estão em tratamento relatam não só o efeito que tem no tumor, mas imunoterapia melhora o estado imunológico do paciente. O paciente tem uma melhora significativa na qualidade de vida”, Wagner José Fávaro, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e responsável pelo estudo que desenvolveu o medicamento.

Buscando saber mais sobre a eficácia do medicamento, bem como seus benefícios e aplicações, a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Unicamp produziu uma edição especial do programa Extensão 48. Com duração de 12 minutos, o vídeo “Imunologia Brasileira” narra a história do estudo, nascido de uma parceria entre os Institutos de Biologia e Química da Universidade, e seu importante papel para o avanço da imunoterapia no combate ao câncer.

Parceria dentro e fora da Unicamp

Com a união dos Institutos de Biologia e Química da Unicamp, o estudo sobre o papel sistema imunológico no tratamento do câncer ganhou uma poderosa aliada: a nanomedicina. Desenvolvido com estruturas nanométricas, o OncoTherad possui alto grau de efetividade com baixo grau de toxicidade. “A diferença é que ela penetra com maior facilidade na estrutura, tecido, células ou tumor. A eficiência é tão alta que as concentrações que você precisa utilizar são muito pequenas”, explica o Professor Nelson Durán, do Instituto de Química.

Professores Wagner Fávaro e Nelson Durán

Após 12 anos de pesquisa e resultados promissores, uma parceria com o Hospital Municipal de Paulínia permitiu que a medicação fosse administrada em pacientes com câncer de bexiga com recidiva. “Nós temos pacientes usando essa vacina há mais de um ano, e temos tido excelentes resultados. A adesão do paciente ao tratamento é melhor devido ao baixo efeito colateral da OncoTherad”, explica o urologista João Carlos C. Alonso, colaborador do estudo.

Paciente Tony Croce

“O benefício é sensacional, porque não tem sintoma. É tranquilo, não há irritação, não tem problema nenhum, não acontece nada de errado”, conta o paciente Tony Croce.

Papel da Universidade Pública

Desenvolvido por professores da Unicamp, com apoio alunos da Universidade e em parceria com hospitais locais, o OncoTherad é um exemplo do que a universidade pública de qualidade é capaz de alcançar. É o primeiro medicamento desenvolvido no Brasil, com patente brasileira. “Isso só foi possível dentro de uma universidade pública de qualidade, em que o papel da Universidade foi desenvolver uma pesquisa e conseguir devolver para a sociedade todo investimento que a sociedade civil fez na universidade”, afirma o Professor Wagner José Fávaro

Redação JRP

domingo, 27 de outubro de 2019

A história do Samurai, O que é Samurai, Quando surgiu o Samurai, Quais eram os deveres dos Samurais, Qual era a pena.

SAMURAI

A história do Samurai, O que é Samurai, Quando surgiu o Samurai, Quais eram os deveres dos Samurais, Qual era a pena.

Sua existência teve início por volta do século 7 e, séculos mais tarde, tornou-se a classe militar no poder e o escalão mais alto casta social do Período Edo (1603-1867). Os guerreiros samurais empregavam uma variedade de armas como arcos e flechas, lanças, mas a sua principal arma e símbolo era a espada.



Os samurais foram os guerreiros profissionais que surgiram no Japão feudal do século XII. Nessa época o poder era determinado pela propriedade da terra. O que gerava desordem e crimes na área rural e forçava os proprietários a organizar milícias para se defender. Com o tempo, esses guerreiros tornaram-se um grupo militar importante.

Samurais 
Eles apoiaram e protegeram o governo centralizado que, em 1192, tomou o poder das mãos da nobreza. Os samurais obedeciam a um rigoroso código de ética e conduta, o bushido. Eles precisavam ter bom caráter e ser leais ao senhor feudal. Se alguma regra fosse quebrada, a forma mais digna de se reabilitar era num ritual de suicídio, conhecido no ocidente como hara-kiri, mas que os japoneses chamam de seppuku.



É uma morte lenta e dolorosa, para afirmar a honra do samurai. Consiste em penetrar um punhal no lado esquerdo do abdômen e depois deslizá-lo suavemente até o lado direito, terminando em uma curva para cima.

Por L. Lopes

sábado, 19 de outubro de 2019

Demora na justiça fez prescrever ação que investigava Edir Macedo por lavagem de dinheiro



Demora na justiça fez prescrever ação que investigava Edir Macedo por lavagem de dinheiro

Além do bispo da Igreja Universal, ação do MPF investigava outras três pessoas; processo estava pronto para ter uma sentença desde 2018, o que não aconteceu

Após oito anos em tramitação na Justiça, uma ação que investigava por lavagem de dinheiro o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), prescreveu, sem uma sentença para o caso.

A ação penal era uma das principais investigações que envolvem o bispo e a IURD em crimes financeiros. A acusação de lavagem de dinheiro aguardava, desde julho do ano passado, a sentença da juíza Silvia Maria Rocha, titular da 2ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, especializada em crimes financeiros.

O líder religioso e outros três integrantes da igreja também foram denunciados, no mesmo processo, por outros dois crimes: enviar remessas de dinheiro de forma ilegal ao exterior e por formação de quadrilha — mas também essas acusações foram consideradas prescritas, nestes casos, em fevereiro do ano passado.

Segundo o Código Penal, o prazo de prescrição para o crime de lavagem de dinheiro é de 16 anos mas cai pela metade quando envolve réus com mais de 70 anos — caso do líder da Universal que completou 74 anos em fevereiro, o que fez a ação penal extrapolar há um mês o prazo de oito anos para eventuais punições a Macedo.

A juíza de primeira instância, Silvia Rocha considera que o curso do processo teve “problemas graves” desde o início e que as acusações, principalmente contra Edir Macedo, chegaram à Justiça substancialmente desidratadas e desfiguradas. “Por uma série de razões jurídicas que não me cabe, e que estou impedida de discutir no momento, a acusação perdeu o ‘grosso’ da importância”, disse a magistrada em nota.

Ao chegar na Justiça Federal de São Paulo, o caso foi encaminhado à 6ª Vara Criminal, que estava sob responsabilidade do juiz de primeira instância Marcelo Costenaro Cavali. Na época, o magistrado rejeitou duas das cinco acusações que o MPF encaminhou à Justiça: a de estelionato e a de falsidade ideológica. Foram aceitos, como citado no início da reportagem, as acusações pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha.

Procurado pela reportagem, Cavali pontuou que não tem mais acesso aos processos, cujos documentos são sigilosos. “Não atuei mais no referido processo desde 2011, de modo que me é impossível comentar as razões da demora processual que levaram à prescrição.”

Alan Santos/Presidência da República
Edir Macedo: acusação por crime de lavagem de dinheiro prescreveu por demora da justiça
Morosidade
Mesmo com os réus e testemunhas ouvidos, o caso permanece inconcluso, seja para absolvição ou condenação. Ao comentar a morosidade da Justiça em levar adiante o processo, a juíza Silvia Rocha, a quem cabe a responsabilidade de pronunciar a sentença, também atribuiu a lentidão ao fato que a 2ª Vara Criminal opera, hoje, com apenas um juiz para exercer todas as funções, que normalmente seriam de dois juízes.

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“Observo, ainda, que há uma ordem estabelecida para sentenciar os processos, elaborada de acordo com o critério do CNJ [Conselho Nacional de Justiça], conjuntamente com as possibilidades da vara.”

Rocha lembra ainda que o Ministério Público Federal (MPF), em suas alegações finais, pediu a absolvição de Edir Macedo pelo crime de lavagem de dinheiro. O argumento do MPF para o pedido de absolvição do líder da Igreja Universal se relaciona com a rejeição de Cavali, juiz de primeira instância, ao crime de estelionato. Como as doações não foram consideradas coerções por se dar contexto religioso, não haveria origem “suja” na arrecadação da igreja — ou seja, não teria como ser “lavado”, já que a lavagem de dinheiro prevê, por definição, um crime anterior. O procurador Sílvio Luís Martins de Oliveira alegou ainda que não havia provas suficientes da evasão como antecedente da lavagem.

“Assim sendo, prescrição, ou absolvição pura e simples, qual a diferença para o combativo órgão ministerial?”, questionou a juíza.

Mesmo com as alegações finais favoráveis aos réus, Rocha, em uma eventual sentença ocorrida antes da prescrição, poderia ter discordado do pedido do Ministério Público Federal para condenar Edir Macedo e a cúpula da Igreja Universal.

Histórico da denúncia
“Eu vou entrar nessa fogueira santa. Você vai fazer o cheque aí agora. Ou vai pegar o que você tem aí agora. Seja um milhão, quinhentos mil, cem mil, cinquenta mil, 30, 20, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 até 430. Ou pegar todo o salário que você recebeu hoje, todo o salário. E vai subir nesse altar, vai passar por esse fogo. Que você quer ver a glória de Deus na sua vida. Vem aqui e pega teu envelope.”

É com esse trecho da pregação de pastores da Universal que o Ministério Público Federal começa a descrever minuciosamente um esquema de lavagem de dinheiro e de evasão de divisas que teria operado entre 1998 e 2005 pela cúpula da Igreja Universal.

Além de Edir Macedo, foram denunciados o ex-deputado federal e hoje vereador de São Bernardo do Campo, João Batista Ramos da Silva (Republicanos); o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição; e a então diretora financeira da Igreja Universal, Alba Maria Silva da Costa.

Segundo a denúncia do órgão, feita pelo procurador da República Silvio Luís Martins de Oliveira em setembro de 2011, as receitas bilionárias da instituição religiosa teriam origem no estelionato de fiéis. “Os pregadores valem-se da fé, do desespero ou da ambição dos fiéis para lhes venderem a idéia de que Deus e Jesus Cristo apenas olham pelos que contribuem financeiramente com a Igreja e que a contrapartida de prosperidade espiritual ou econômica”, diz o texto.

Por causa da imunidade tributária cedida aos templos religiosos no país, o patrimônio dessas organizações só podem ser aplicados em fins religiosos. Mas o documento do MPF expõe uma rede de empresas, offshores e instituições financeiras, todas com integrantes da IURD em suas diretorias, que foram utilizadas para desviar as doações dos fiéis ao exterior e reinvestir no Brasil, principalmente em empresas de telecomunicação.

Em quatro anos, a IURD declarou arrecadação de mais R$ 5 bilhões à Receita Federal, entre 2003 e 2006. Mas, segundo a denúncia do MPF, o valor seria apenas 10% do total de receitas da organização no período — já que a instituição aplicaria “uma política dizimista” às declarações, de acordo ex-diretor da IURD no início da década de 1980, Waldir Abrão, que morreu em seis dias depois, “em circunstâncias suspeitas”, segundo a denúncia.

O testemunho de Abrão foi utilizado na denúncia do MPF, que também afirma que a cúpula da igreja Universal teria desviado e enviado ilegalmente para os Estados Unidos por meio de uma casa de câmbio paulista, a Diskline Câmbio Turismo. Este caso, por sua vez, foi revelado por causa da delação dos doleiros responsáveis pelas transações, que depositavam o dinheiro em dólares em contas indicadas pela igreja no exterior.

Depois de enviado ilegalmente aos Estados Unidos, o dinheiro regressava ao país por meio de empréstimos às próprias instituições da igreja. Ainda de acordo com a denúncia, os valores foram remetidos para paraísos fiscais por meio de duas empresas offshores, a Investholding Limited e a Cableinvest Limited. As empresas eram localizadas, respectivamente, nas Ilhas Cayman e em Jersey, no Canal da Mancha.

As empresas offshores se tornaram acionistas de duas empresas de fachada, segundo a denúncia do MPF, ligadas à Igreja Universal: a Cremo Empreendimentos e Unimetro Empreendimentos. Entre junho e dezembro de 1997, por exemplo, a Unimetro teria recebido, da Cableinvest, US$7,9 milhões, que foram declarados como investimentos diretos em subsidiária brasileira.

Ainda segundo a denúncia, por meio das empresas, os diretores da Igreja Universal aplicavam o dinheiro em empresas de seu interesse particular. O vereador João Batista e a diretora financeira Alba, por exemplo, teriam comprado um jato executivo através da Cremo. Vinte dias depois, teriam revendido a aeronave à Rádio Record.

Outro lado
Em resposta à Pública, a IURD afirmou que as acusações são “completamente equivocadas, além de praticamente idênticas a outras que deram origem a processos e inquéritos já julgados e arquivados”. “Todas as ofertas recebidas pela Igreja Universal do Reino de Deus são voluntárias e atendem aos preceitos bíblicos, além de serem registradas conforme determina a lei”, diz a nota da assessoria de imprensa do grupo.

“Embora perseguido e investigado durante muito tempo por autoridades judiciárias, de forma reiterada, a própria Justiça tem reconhecido a inocência do Bispo Edir Macedo. A Universal tem convicção de que esse processo terá igual destino”, finalizou.

Já o vereador João Batista afirma ter sido inserido na denúncia sem que houvesse prova de sua participação em qualquer ilícito penal, “tão somente em razão de posição de destaque por mim ocupada na Igreja Universal do Reino de Deus à época dos fatos.”

“O próprio Ministério Público Federal, responsável pelo oferecimento da denúncia em questão, pugnou por minha absolvição – permitindo que se conclua que, de fato, se estava diante de acusação infundada.”

O atual prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Marcelo Crivella (PRB), sobrinho de Edir Macedo, também é citado na denúncia como um dos acionistas da Investholding e da Cableinvest. O processo contra o prefeito foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque Crivella, que na época das denúncias era senador, tinha foro privilegiado.

Em nota enviada à Pública, a assessoria do prefeito carioca informou que o processo foi arquivado por requerimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que entendeu que “os documentos apresentados pelos investigadores eram frágeis” e que os depoimentos tomados negaram qualquer participação do prefeito. “Além disso, a própria PGM reconheceu que o crime, mesmo se tivesse acontecido (mas não aconteceu, destaque-se) já estaria prescrito”, diz o texto da assessoria.

No curso das investigações, a empresa Cremo foi incorporada pela Unimetro — que, por sua vez, alterou o nome da empresa para Gruppar Empreendimentos. Mesmo com a nova roupagem, a empresa permanece ativa e sediada no mesmo endereço onde a Unimetro e Cremo funcionavam, no bairro da Bela Vista, em São Paulo (SP).

Hoje, quase a totalidade da participação societária da empresa, que tem capital de R$ 51,3 milhões, é do Instituto Bem Maior, antes denominado Universal do Reino de Deus.

Redação JRP

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Servidores do Detran-RN aprovam greve geral a partir de segunda-feira Servidores do Detran-RN aprovam greve geral a partir de segunda-feira




Servidores do Detran-RN aprovam greve geral a partir de segunda-feira
Servidores do Detran-RN aprovam greve geral a partir de segunda-feira

Servidores do Detran-RN se reuniram em assembleia na manhã desta quarta-feira (04), na sede do órgão, e decidiram por fazer uma greve-geral por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (09).
Os funcionário do órgão já vinham ameaçando fazer greve desde o mês passado, quando o Governo do Estado publicou o Decreto nº 29007, que cria a conta única do Estado, o que retira a autonomia financeira das autarquias, segundo os servidores. O Governo nega que haverá perda de autonomia.
Além disso o servidores pedem reposição salarial, o pagamento das folhas em atraso dos aposentados e pensionistas, o fim das terceirizações, melhores condições de trabalho, entre outras reivindicações.


Redação JRP

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

ARTICULAÇÕES NO CENÁRIO DA POLÍTICA POTIGUAR



ARTICULAÇÕES NO CENÁRIO DA POLÍTICA POTIGUAR

 O professor de idiomas,empresário e cientista, Nazareno Neri, do  PTB, ele é Ficha Limpa e está disposto a entrar na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte em 2022. A decisão de concorrer ao cargo majoritário pela primeira vez está sendo discutida com lideranças do partido e formadores de opinião.

O empresário conhecido como Neri de Parnamirim e no Rio Grande Norte atualmente mora na Califórnia, nos Estados Unidos, e garante que já tem o nome do futuro candidato a vice na sua chapa. "Meu vice é um empresário forte do RN, por motivo de estratégias políticas não posso divulgar, mas já foi escolhido pelo meu grupo político".

Nazareno Neri tem 44 anos e já foi candidato a ,Dep.Federal duas vezes,2002 e 2014, obtendo boa votação na Região Metropolitana de Natal e sem compra de lideranças.  Foi secretário no município de Parnamirim e ocupou vários cargos no governo.

Ele havia sido anunciado pré-candidato pelo partido PTB em outubro do ano passado.
O empresário fala vários idiomas, entre eles inglês, espanhol e francês. Já morou na Europa, América do Norte, Argentina e Uruguay. É formado em Direito e Ciências Políticas.

"Atualmente moro nos Estados Unidos, fundamentado nos princípios de uma vida segura e digna.

Estou atento às políticas públicas que dão certo aqui e quero fazer exatamente o mesmo no meu RN".

 Entre as propostas estudadas estão o incentivo ao turismo, por conhecer bem essa importante fonte de riqueza para o Estado, e alternativas para resolver o problema da falta de água no sertão, abrindo canais do oceano para dentro do continente, favorecendo a atividade  pesqueira, as plantações e o transporte fluvial, ajudando também a desafogar o trânsito e as rodovias. o serviço de trem intermunicipal para todas as regiões do RN,bem com o serviço aéreo regional para o RN e estados

"Outra proposta é aumentar o efetivo das polícias do RN e equipá-las, aumentar o número de policiais treinados nos Estados Unidos, armá-los e fornecer viaturas equipadas para o serviço de segurança e inteligência, adotando a mesma qualidade da segurança pública americana", ressalta.  E ele lembra:  "Temos um Estado com belezas incomparáveis. Mesmo já tendo viajado por mais de 14 países do mundo, tenho a beleza do meu Rio Grandedo do Norte na memória".

Outra preocupação de Nazareno Neri é a preservação do meio ambiente e a realização de pesquisas de viabilidade ambiental e juridica para a mineração no Estado. Além disso, o empresário e politico defende a criação de escolas de ciência e tecnologia distribuidas pelas regiões do Rio Grande do Norte, incentivando os jovens a estudarem as ciências e se prepararem para viver em um Estado requisitado economicamente.  Outras propostas voltadas para ações de segurança e infraestrutura também fazem parte dos planos.

Redação JRP

L. Lopes Diretor de Jornalista SRTE/RN

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Gis pastel seco e acrílicas sobre papel artístico couche branco de 60g/m2,peso 20g (14 c por 20c x"mm),nome da tela personagem em , autor Leon Lopes.

Visitem o site e o blog...tem mais de 527 telas...

http://leonlopesap.blogspot.com/?m=1

https://sites.google.com/site/leonlopesartistaplastico/family-recipes

Leon Lopes
Artista Plástico
Tel.55-(84) 988011042
E-mail:jcidadern@hotmail.com

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Presidente sancionou as mudanças na Lei Maria da Penha

Presidente sancionou as mudanças na Lei Maria da Penha

Nova norma permite que o agressor seja imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência, mesmo sem a determinação de um juiz

Por  Redação

Brasília — O presidente Jair Bolsonaro sancionou esse ano 2019 as mudanças na Lei Maria da Penha para facilitar a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres ou a seus dependentes, em casos de violência doméstica ou familiar.

A lei sancionada possibilita maior agilidade na tomada de decisão por autoridades da Justiça e da Polícia.

De acordo com a norma, verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da vítima, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a pessoa ofendida.

A medida de afastamento caberá à autoridade judicial; ao delegado de polícia, quando o município não for sede de comarca; ou ao policial, quando o município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.

Além do afastamento imediato, a lei determina que, nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso

Outra mudança prevê que, quando as medidas forem determinadas por delegado ou policial, o juiz precisa ser comunicado no prazo máximo de 24 horas e ele decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.

Antes, a autoridade policial tinha um prazo de 48 horas para remeter ao juiz os dados da ocorrência de agressão e, só depois disso, o juiz decidiria quais medidas de proteção seriam aplicadas.

O novo texto estabelece ainda que o juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, “com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas”.

É preciso mais
A medida, apesar de ser um avanço para o combate contra o feminicídio, as alterações não serão suficientes para ajudar as mulheres em perigo na maior parte do país.

“A representa um avanço no combate à violência contra a mulher, mas ela é muito limitada ao permitir que o Delegado conceda apenas a protetiva relacionada ao afastamento do agressor do lar, mas somente quando o Município não for sede de comarca (local que não tem juiz). É por essa razão que sua eficácia é baixa”, dizem os Delegados da Polícia Civil no Brasil.

Já para Maria da Silva, a medida é bem-vinda, no país que é um dos mais violentos para as mulheres.

“Os responsáveis pelas delegacias especializadas tendem a ficar com as mãos atadas quando a mulher retrata o provável ato de violência. Essa iniciativa irá dar a esses profissionais mais capacidade de reação. Todavia, é essencial que esses servidores sejam treinados para tal função, a fim de que a mesma não se torne algo pouco eficaz”, afirma.

Redação JRP

sábado, 29 de junho de 2019

Teoria da Terra plana

Teoria da Terra plana

A partir do século XIX, surgiu um mito histórico que sustentava que a doutrina cosmológica predominante na Idade Média de que a Terra fosse plana. Um dos primeiros defensores desse mito foi o escritor americano Washington Irving, que sustentou que Cristóvão Colombo teve que superar a oposição dos clérigos para obter o patrocínio para sua viagem de exploração.

Mais tarde, defensores significativos desta visão foram John William Draper e Andrew Dickson White, que o usaram como um elemento importante na defesa da tese de que havia um conflito duradouro e essencial entre ciência e religião.

Estudos subsequentes da ciência medieval mostraram que a maioria dos estudiosos da Idade Média, incluindo aqueles lidos por Cristóvão Colombo, sustentava que a Terra fosse esférica.

 Estudos das conexões históricas entre ciência e religião demonstraram que as teorias de seu antagonismo mútuo ignoram exemplos de seu apoio mútuo.

Terraplanistas modernos
Ver artigo principal: Sociedades da Terra Plana

Mapa plano da Terra desenhado por Orlando Ferguson em 1893.

O mapa contém várias referências a passagens bíblicas.

Na era moderna, a crença pseudocientífica em uma Terra plana foi expressada por uma variedade de indivíduos e grupos:

O escritor de inglês Samuel Rowbotham (1816–1885), escrevendo sob o pseudônimo "Parallax", produziu um panfleto, Astronomia Zetética (Zetetic Astronomy) em 1849, defendendo uma Terra plana e publicando resultados de muitas experiências que testaram as curvaturas da água em uma longa drenagem, seguido por outro chamado A inconsistência da Astronomia Moderna e sua Oposição às Escrituras.

Um dos seus apoiantes, John Hampden, perdeu uma aposta para Alfred Russel Wallace no famoso Experimento no Nível de Bedford, tentando provar sua tese. Em 1877, Hampden produziu um livro chamado Um Novo Manual de Cosmografia Bíblica.

 Rowbotham também produziu estudos que pretendiam mostrar que os efeitos dos navios que desaparecem abaixo do horizonte poderiam ser explicados pelas leis de perspectiva em relação ao olho humano.

 Em 1883 ele fundou a Zetetic Societies na Inglaterra e em Nova York, a que enviou mil cópias da Zetetic Astronomy.

William Carpenter, um tipógrafo originalmente de Greenwich, Inglaterra (sede do Observatório Real e central para o estudo da astronomia), foi um defensor de Rowbotham.

Carpenter publicou a Astronomia Teórica Examinada e Exposta, onde provava que a Terra não era um globo dividido em oito partes de 1864, sob o nome Common Sense (Senso Comum).

 Ele mais tarde emigrou para Baltimore, onde publicou Cem provas de que a Terra não é um Globo, em 1885.

Ele escreveu: "Existem rios que fluem por centenas de quilômetros ao nível do mar sem descer mais do que um poucos pés — notavelmente, o Nilo, que, em mil milhas, cai apenas um pé.

Uma extensão de nível desta extensão é bastante incompatível com a ideia da convexidade da Terra. É, portanto, uma prova razoável de que a Terra não é uma globo", bem como "Se a Terra fosse um globo, um pequeno modelo de globo seria bem melhor — porque seria a coisa mais fiel para o navegador levar para o mar com ele.

Mas isso não é conhecido: como que um brinquedo como guia, o marinheiro destruiria seu navio, certamente! Esta é uma prova de que a Terra não é um globo".

John Jasper, um escravo americano tornou-se um pregador prolífico, fez eco dos sentimentos de seu amigo Carpenter em seu sermão mais famoso "Der Sun do move" e "Earth Am Square", pregava mais de 250 vezes, sempre por convite.

Em Brockport, Nova York, em 1887, a M.C. Flanders argumentou a questão de uma Terra plana durante três noites contra dois cavalheiros cientistas que defendiam a esfericidade.

 Cinco cidadãos selecionados como juízes votaram unanimemente por uma Terra plana no final. O caso foi relatado no Brockport Democrat.

O professor Joseph W. Holden, de Maine, ex-juiz de paz, deu inúmeras palestras na Nova Inglaterra e lecionou sobre a teoria da Terra plana na Exposição Colombiana, em Chicago.

Sua fama se estendeu para a Carolina do Norte, onde o Semi-weekly Landmark, de Statesville gravou em sua morte em 1900: "Mantivemos a doutrina de que a terra é plana e nós nos arrependemos muito de saber que um dos nossos membros esteja morto".

Após a morte de Rowbotham, Elizabeth de Sodington Blount, também conhecida como Elizabeth Anne Mold Williams) criou a Sociedade Zetética Universal em 1893 na Inglaterra e criou também um jornal chamado Earth not a Globe Review, que vendeu pela tuppence, bem como um chamado "Earth", que só durou de 1901 a 1904.

Ela sustentava que a Bíblia era a autoridade inquestionável no mundo natural e argumentava que não se podia ser cristão e acreditar que a Terra fosse um globo. Os membros bem conhecidos incluíram E.W. Bullinger, da Sociedade Bíblica Trinitariana, Edward Haughton, moderador sênior em ciências naturais no Trinity College, em Dublim, e um arcebispo.

 Ela repetiu os experimentos de Rowbotham, gerando alguns contra-experimentos interessantes, mas o interesse diminuiu após a Primeira Guerra Mundial.

O movimento deu origem a vários livros que defendiam uma terra plana e estacionária, incluindo a Terra Firma de David Wardlaw Scott.

Em 1898, durante sua circum-navegação solo do mundo, Joshua Slocum encontrou um grupo de terraplanistas em Durban, África do Sul. Trhee Boers, um deles era clérigo, e apresentou o Slocum com um panfleto no qual eles começaram a provar que o mundo era plano.

 Paul Kruger, presidente da República do Transvaal, tinha a mesma visão: "Você não quis dizer 'dar a volta ao mundo', é impossível! Você quis dizer 'no' mundo. Impossível!".

Wilbur Glenn Voliva, que em 1906 tomou sob a Igreja Católica, uma seita pentecostal que estabeleceu uma comunidade utópica em Zion, Illinois, pregou a doutrina da Terra plana a partir de 1915 e usou uma fotografia de um trecho de doze milhas do litoral no lago Winnebago, Wisconsin, levou três pés acima da linha da água para provar seu ponto.

 Quando a aeronave Italia desapareceu em uma expedição ao Polo Norte em 1928, ele advertiu à imprensa mundial que tinha navegado ao longo do mundo. Ele ofereceu um prêmio de 5.000 dólares americanos para provar que a Terra não era plana, sob as próprias condições.

 Ensinar uma Terra globular foi banido nas escolas de Zion e a mensagem foi transmitida em sua estação de rádio WCBD.[151]
Sociedade Terra Plana

As projeções azimutais equidistantes da esfera como esta também foram cooptadas como imagens do modelo plano da Terra que descreve a Antártica como uma parede de gelo em torno de uma Terra em forma de disco.

Em 1956, Samuel Shenton criou a International Flat Earth Research Society (IFERS), mais conhecida como Flat Earth Society (Sociedade da Terra Plana), em Dover, Reino Unido, como descendente direto da Universal Zetetic Society.

Isso foi logo antes da União Soviética lançar o primeiro satélite artificial, o Sputnik; ele respondeu: "Navegaria pela Ilha de Wight e provaria que [a Terra] era esférica? O mesmo vale para aqueles satélites".

 Seu principal objetivo era atingir crianças antes de serem convencidas sobre uma Terra esférica. Apesar de muita publicidade, a corrida espacial corroeu o apoio de Shenton na Grã-Bretanha até 1967, quando ele começou a se tornar famoso devido ao programa Apollo.

Novo mapa da superfície plana da Terra estacionária, por Abizaid, John George (1920).

Em 1972, Samuel Shenton foi contratado por Charles K. Johnson, um correspondente da Califórnia.

Ele incorporou o IFERS e firmou a associação para cerca de 3.000 membros.

Shanton passou anos examinando os estudos das teorias da Terra plana e redonda e propôs evidências de uma conspiração contra a Terra plana: "A ideia de um globo giratório é apenas uma conspiração de erro por qual Moisés, Colombo e todos os FDR lutaram…" Seu O artigo foi publicado na revista Science Digest, em 1980.

 Continuva a indicar: "Se é uma esfera, a superfície de um grande corpo de água deve ser curvada. Os Johnsons verificaram as superfícies do Lago Tahoe e do Mar de Salton sem detectar qualquer curvatura".

Em contrapartida, em 7 de janeiro de 1958, o então presidente dos Estados Unidos, Lyndon Baines Johnson, na Declaração sobre o Status da Defesa da Nação e Corrida Espacial, declarou:

O controle do espaço significa controle do mundo. Do espaço, os mestres do infinito teriam o poder de controlar o clima da Terra, causarem secas e inundações, para mudar as marés e elevar os níveis do mar, para desviar o fluxo do golfo e mudar os climas temperados em frígidos.

 Há algo mais importante do que a arma final. E essa é a posição final. A posição de controle total sobre a Terra que se encontra em algum lugar no espaço exterior.

A Sociedade declinou na década de 1990 após um incêndio em sua sede na Califórnia, e a morte repentina de Johnson em 2001.

 Mas foi revivida como um site em 2004 por Daniel Shenton (que apesar do sobrenome não tinha nenhuma relação parentesca com Samuel Shenton). Daniel Shenton acredita que ninguém tenha fornecido provas de que o mundo não seja plano.

Redação JRP

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Mercenários posaram como médicos para infectar negros sul-africanos com HIV para “dizimar” a raça negra e criar uma maioria branca na África do Sul, de acordo com uma chocante confissão de um ex-oficial mercenário.


Nós Espalhamos O Vírus Do HIV Para Matar Negros Na África” Afirma Mercenário

Mercenários  posaram como médicos para infectar negros sul-africanos com HIV para “dizimar” a raça negra e criar uma maioria branca na África do Sul, de acordo com uma chocante confissão de um ex-oficial mercenário.

A África do Sul tem agora uma das piores epidemias de HIV no mundo, com 7,1 milhões de pessoas, ou pouco menos de 19% da população, vivendo com o vírus. A população negra na África do Sul foi desproporcionalmente afetada.

As alegações de que os mercenários brancos estavam ativamente espalhando a AIDS na África do Sul nos anos 80 e 90 foram feitas no documentário Cold Case Hammarskjöld, que estreou este ano no festival de cinema de Sundance.

As alegações são feitas por Alexander Jones, que passou anos como um oficial de inteligência do Instituto Sul-Africano de Pesquisa Marítima (SAIMR), três décadas atrás, quando estava planejando golpes e outras formas de violência em toda a África.

Jones afirma que Keith Maxwell, líder do SAIMR, tinha uma “obsessão racista e apocalíptica pelo HIV / Aids” e o grupo estava empenhado em criar uma maioria branca na África do Sul e nos países vizinhos, eliminando a raça negra.

Keith Maxwell supostamente se apresentava como médico enquanto administrava clínicas em bairros pobres, principalmente negros, na área de Johanesburgo, o que lhe dava um caminho para conduzir seus experimentos assassinos.

“Que maneira mais fácil de obter uma cobaia do que [quando] você vive em um sistema de apartheid?”, Diz Jones no filme.

“Os negros não têm direitos, precisam de tratamento médico. Há um “filantropo” branco entrando e dizendo: “Você sabe, eu vou abrir essas clínicas e vou tratar você.” E enquanto isso [ele é] na verdade o lobo em roupas de ovelha. ”

Keith Maxwell escreveu sobre uma “praga” que ele esperava que dizimaria populações negras, consolidaria o domínio branco e traria de volta tradições religiosas conservadoras, de acordo com artigos coletados pelos cineastas.

O site The Guardian relata (ver aqui): “Um cartaz publicitário do Dokotela [médico] Maxwell ainda está pendurado na lateral de um escritório em Putfontein, onde os moradores locais se lembram de um homem respeitado, com um monopólio virtual dos serviços de saúde da região. Ele ofereceu tratamentos estranhos, inclusive colocando os pacientes através de tubos, o que ele disse que permitiu que ele visse dentro de seus corpos. Ele também deu falsas injeções, disse Ibrahim Karolia, que administrava uma loja do outro lado da rua.”

Qualquer interesse que Maxwell demonstrasse em Aids em público era benevolente. Claude Newbury, um médico antiaborto que conhecia o líder mercenário, confirmou que não tinha qualificações médicas, mas descreveu um humanitário comprometido. “Ele era contra o genocídio e estava tentando descobrir uma cura para o HIV”, disse Newbury aos cineastas.

Documentos coletados pelos cineastas parecem mostrar que as visões particulares de Maxwell eram muito diferentes de sua persona pública. Os documentos sugerem um prazer macabro no advento de uma epidemia.

Em uma delas ele escreve: “[A África do Sul] pode muito bem ter  um voto com uma maioria branca até o ano 2000. A religião em sua forma conservadora e tradicional retornará. Aborto, abuso de drogas e outros excessos dos anos 60, 70 e 80 não terão lugar no mundo pós-Aids ”.

Os jornais liam como o sonho febril de um homem que aspirava ser Josef Mengele da África do Sul. Há relatos detalhados, ainda que confusos, de como ele achava que o vírus do HIV poderia ser isolado, propagado e usado para atacar negros africanos.

O que é menos claro é se ele tinha a experiência ou fundos para implementar suas visões de pesadelo. Jones, o antigo membro da SAIMR, afirma que sim.

“Nós estávamos envolvidos em Moçambique, espalhando o vírus da Aids através de condições médicas”, diz ele.

Redação

Jornal JRP

Por L.Lopes