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Etico sério e do povo Brasileiro
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SEM CONFIANÇA NÃO HÁ JUSTIÇA!
O ministro Alexandre de Moraes é mais um que deveria ser impedido de manter qualquer relação com o Banco Master. Após um contrato de R$ 129 milhões firmado entre o banco e o escritório de advocacia de sua esposa, a imprensa revelou que o ministro esteve ao menos duas vezes na mansão do banqueiro Daniel Vorcaro.
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Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
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Em uma dessas ocasiões, Moraes encontrou o então presidente do BRB justamente quando o Master buscava socorro financeiro. Nada público ou institucional: fim de semana, ambiente reservado, na casa do interessado. Em outra visita, acompanhou ali mesmo o resultado da eleição norte-americana, situação que evidencia proximidade.
Os fatos são objetivos: um ministro do STF frequentando a residência de um banqueiro em dificuldade, em meio a tratativas com banco público, enquanto há um contrato milionário envolvendo sua família.
Isso não se compatibiliza com a liturgia, a prudência e a imparcialidade que o cargo exige.
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Apoio: ao jornal JRP internacional
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O atual presidente do BRB (Banco de Brasília) é Nelson Antônio de Souza.
Ele tomou posse oficialmente no dia 27 de novembro de 2025, tornando-se o 22º presidente da história da instituição. Sua nomeação, feita pelo governador Ibaneis Rocha, ocorreu após a saída de Paulo Henrique Costa.
Destaques sobre sua trajetória:Experiência: Possui mais de 45 anos de atuação no mercado financeiro.
Cargos Anteriores: Já presidiu a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste.
Aprovação: Sua indicação foi aprovada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) e pelo Banco Central antes de assumir o cargo.
Sim, ex-diretores e o antigo presidente do BRB (Banco de Brasília) estão envolvidos em uma investigação da Polícia Federal chamada Operação Compliance Zero.
Abaixo estão os pontos principais sobre o que está acontecendo:Afastamento da Cúpula: Em novembro de 2025, o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor executivo financeiro, Dario Oswaldo Garcia Junior, foram afastados de seus cargos por determinação judicial.
O Esquema: A investigação apura fraudes financeiras bilionárias envolvendo a compra de carteiras de crédito do Banco Master pelo BRB. Suspeita-se da aquisição de títulos falsos e créditos "fictícios" que geraram um prejuízo massivo ao banco público.
Depoimentos Recentes: Em janeiro de 2026, diretores do banco foram convocados pela PF para prestar esclarecimentos. Um dos diretores (cujo nome é mantido sob sigilo em alguns relatos) optou por ficar em silêncio durante seu depoimento no dia 26 de janeiro.
Impacto Financeiro: O Banco Central notificou o BRB a fazer uma reserva (provisão) de R$ 2,6 bilhões para cobrir perdas relacionadas a essas operações consideradas irregulares.
Nova Gestão: Para tentar estabilizar a instituição, o ex-presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, assumiu a presidência do BRB no final de 2025.
O caso continua em aberto, com a Polícia Federal analisando dispositivos apreendidos e novos depoimentos marcados para os próximos dias.
O processo envolvendo o Banco de Brasília (BRB) atualmente (janeiro de 2026) está focado na gestão dos impactos de uma auditoria que apontou a necessidade de provisionar cerca de R

2,6bilhõesaR2 comma 6 b i l h õ e s a cap R2,6𝑏𝑖𝑙ℎõ𝑒𝑠𝑎𝑅 4 bilhões devido a operações de crédito problemáticas relacionadas ao Banco Master.
Aqui estão os pontos principais da situação atual: Caso Banco Master: O Banco Central do Brasil (BC) solicitou que o BRB faça uma provisão (reserva financeira) de R$ 2,6 bilhões para cobrir fundos com pendências originados de carteiras de crédito consignado compradas do Banco Master, que foi liquidado extrajudicialmente em novembro de 2025.
Investigações: Autoridades federais, incluindo o STF, investigam supostas irregularidades, gestão temerária e operações fraudulentas nessa tentativa de aquisição.
Risco de Aporte: Devido ao "rombo" ou necessidade de provisão, há discussões sobre a necessidade de aporte de capital pelo controlador, o Governo do Distrito Federal (GDF), para garantir os índices de Basileia, embora o banco negue risco de intervenção.
Solidez Operacional: O BRB assegurou que não há riscos imediatos de intervenção e que continua operando normalmente, com depósitos judiciais garantidos.
Desempenho Financeiro: Apesar do caso Master, o BRB divulgou no primeiro semestre de 2025 um lucro líquido de R$ 518 milhões, representando um aumento expressivo de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024, impulsionado por sua carteira de crédito.
Gestão: O banco passou por mudanças na alta administração e no conselho, além de auditorias independentes, após o avanço das investigações.
O BRB está, portanto, em uma fase de revisão de ativos, auditoria e negociação com o Banco Central para sanear sua carteira, mantendo ao mesmo tempo suas operações comerciais no Distrito Federal e outras regiões.
Redação
Por Leon Lopes da Silva, Diretor, jornalista e fotógrafo do Jornal JRP internacional
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Os fatos são objetivos: um ministro do STF frequentando a residência de um banqueiro em dificuldade, em meio a tratativas com banco público, enquanto há um contrato milionário envolvendo sua família.
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Destaques sobre sua trajetória:Experiência: Possui mais de 45 anos de atuação no mercado financeiro.
Cargos Anteriores: Já presidiu a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste.
Aprovação: Sua indicação foi aprovada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) e pelo Banco Central antes de assumir o cargo.
Sim, ex-diretores e o antigo presidente do BRB (Banco de Brasília) estão envolvidos em uma investigação da Polícia Federal chamada Operação Compliance Zero.
Abaixo estão os pontos principais sobre o que está acontecendo:Afastamento da Cúpula: Em novembro de 2025, o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor executivo financeiro, Dario Oswaldo Garcia Junior, foram afastados de seus cargos por determinação judicial.
O Esquema: A investigação apura fraudes financeiras bilionárias envolvendo a compra de carteiras de crédito do Banco Master pelo BRB. Suspeita-se da aquisição de títulos falsos e créditos "fictícios" que geraram um prejuízo massivo ao banco público.
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O caso continua em aberto, com a Polícia Federal analisando dispositivos apreendidos e novos depoimentos marcados para os próximos dias.
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Investigações: Autoridades federais, incluindo o STF, investigam supostas irregularidades, gestão temerária e operações fraudulentas nessa tentativa de aquisição.
Risco de Aporte: Devido ao "rombo" ou necessidade de provisão, há discussões sobre a necessidade de aporte de capital pelo controlador, o Governo do Distrito Federal (GDF), para garantir os índices de Basileia, embora o banco negue risco de intervenção.
Solidez Operacional: O BRB assegurou que não há riscos imediatos de intervenção e que continua operando normalmente, com depósitos judiciais garantidos.
Desempenho Financeiro: Apesar do caso Master, o BRB divulgou no primeiro semestre de 2025 um lucro líquido de R$ 518 milhões, representando um aumento expressivo de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024, impulsionado por sua carteira de crédito.
Gestão: O banco passou por mudanças na alta administração e no conselho, além de auditorias independentes, após o avanço das investigações.
O BRB está, portanto, em uma fase de revisão de ativos, auditoria e negociação com o Banco Central para sanear sua carteira, mantendo ao mesmo tempo suas operações comerciais no Distrito Federal e outras regiões.
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