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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

PGR arquiva pedido da oposição de impedimento de Toffoli no caso Master


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PGR arquiva pedido da oposição de impedimento de Toffoli no caso Master

Parlamentares questionaram a viagem do ministro com advogado do diretor do banco para o Peru. Paulo Gonet também deve analisar outro pedido nesta semana para o afastamento do relator


Defensor e o ministro alegaram que "eram apenas torcedores" e que não conversaram sobre trabalho na viagem

Antonio Augusto/STF


Caso Master: em meio às críticas, Toffoli festeja vitórias

Presidente do STF, Edson Fachin faz defesa enfática do ministro, alvo de questionamentos por decisões no processo. Paulo Gonet, procurador-geral da República, rejeita pedido de deputados para que magistrado seja afastado da relatoria

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Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.

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Parlamentares questionaram a viagem do ministro Dias Toffoli ao Peru, em novembro passado, com um dos advogados do caso Master - (crédito: Rosinei Coutinho/STF)

No centro de uma saraivada de críticas por sua atuação no caso das fraudes do Banco Master, o relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, comemorou triunfos nessa quinta-feira. O presidente da Corte, Edson Fachin, fez uma defesa enfática do trabalho dele; e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou um pedido de deputados da oposição para que o magistrado fosse afastado da relatoria do caso.


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Política


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Caso Master: em meio às críticas, Toffoli festeja vitórias

Presidente do STF, Edson Fachin faz defesa enfática do ministro, alvo de questionamentos por decisões no processo. Paulo Gonet, procurador-geral da República, rejeita pedido de deputados para que magistrado seja afastado da relatoria


Parlamentares questionaram a viagem do ministro Dias Toffoli ao Peru, em novembro passado, com um dos advogados do caso Master -  (crédito: Rosinei Coutinho/STF)x


Parlamentares questionaram a viagem do ministro Dias Toffoli ao Peru, em novembro passado, com um dos advogados do caso Master - (crédito: Rosinei Coutinho/STF)

No centro de uma saraivada de críticas por sua atuação no caso das fraudes do Banco Master, o relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, comemorou triunfos nessa quinta-feira. O presidente da Corte, Edson Fachin, fez uma defesa enfática do trabalho dele; e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou um pedido de deputados da oposição para que o magistrado fosse afastado da relatoria do caso.


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Em nota divulgada à noite, Fachin frisou que o STF se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, "porém, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo ministro relator, Dias Toffoli", sustentou.


Fachin disse que a Corte não cederá a pressões. "É induvidoso que todos se submetem à lei, inclusive a própria Corte Constitucional; nada obstante, é preciso afirmar com clareza: o Supremo Tribunal Federal não se curva a ameaças ou intimidações. Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito", destacou.


Segundo Fachin, as "adversidades não suspendem o direito". "As situações com impactos diretos sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes", afirmou.


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Parlamentares questionaram a viagem do ministro Dias Toffoli ao Peru, em novembro passado, com um dos advogados do caso Master -  (crédito: Rosinei Coutinho/STF)x


Parlamentares questionaram a viagem do ministro Dias Toffoli ao Peru, em novembro passado, com um dos advogados do caso Master - (crédito: Rosinei Coutinho/STF)

No centro de uma saraivada de críticas por sua atuação no caso das fraudes do Banco Master, o relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, comemorou triunfos nessa quinta-feira. O presidente da Corte, Edson Fachin, fez uma defesa enfática do trabalho dele; e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou um pedido de deputados da oposição para que o magistrado fosse afastado da relatoria do caso.


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Em nota divulgada à noite, Fachin frisou que o STF se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, "porém, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo ministro relator, Dias Toffoli", sustentou.


Fachin disse que a Corte não cederá a pressões. "É induvidoso que todos se submetem à lei, inclusive a própria Corte Constitucional; nada obstante, é preciso afirmar com clareza: o Supremo Tribunal Federal não se curva a ameaças ou intimidações. Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito", destacou.


Segundo Fachin, as "adversidades não suspendem o direito". "As situações com impactos diretos sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes", afirmou.


O magistrado frisou que as suspeitas de fraudes financeiras devem seguir seu curso regular e que eventuais vícios ou irregularidades no Judiciário serão analisados pelos ritos previstos na Legislação.


"A Constituição da República atribui ao Banco Central do Brasil o dever jurídico de assegurar a estabilidade do sistema financeiro, a continuidade das operações bancárias essenciais, a proteção dos depositantes e a prevenção de riscos sistêmicos. Tais competências, de natureza técnica e indelegável, devem ser exercidas com plena autonomia e sem ingerências indevidas", escreveu.


O presidente do STF também mencionou o trabalho da PF no caso. "A atuação da Polícia Federal é igualmente indispensável, sobretudo na apuração de eventuais práticas criminosas de gestão temerária, fraude financeira, manipulação de informações, lavagem de dinheiro e outros ilícitos previstos na legislação penal e financeira."


Ele ressaltou que a Constituição atribui à PGR promover a persecução penal e controlar a legalidade das investigações. "O Ministério Público, como instituição permanente, exerce papel fundamental na tutela da ordem econômica e do regime jurídico de defesa dos consumidores", mencionou.


O magistrado destacou que o STF "age por mandato constitucional, e nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar esse papel". "Defender o STF é defender as regras do jogo democrático e evitar que a força bruta substitua o direito. A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a história é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder; e o STF não permitirá que isso aconteça", avisou.


E acrescentou: "O Supremo fez muito no Brasil em defesa do Estado de Direito Democrático; fará ainda mais. Sim, todas as instituições podem e devem ser aperfeiçoadas, isso sempre, mas jamais destruídas. Quem almeja substituir a ousada pedagogia da prudência pelo irresponsável primitivismo da pancada errou de endereço", disse.


Arquivamento

Já Gonet arquivou um pedido da oposição para afastar Toffoli da relatoria do processo. A solicitação foi feita pelos deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ), Adriana Ventura (Novo-SP) e Caroline de Toni (PL-SC). Eles questionaram a viagem do ministro ao Peru, em novembro, com um dos advogados do processo.


"O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento", escreveu o PGR.


Por Livyo Araújo, Jornal JRP

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