Notícias recentes (novembro de 2025) relatam que um casal de empresários norte-coreanos foi executado publicamente por fuzilamento em Pyongyang. Centenas de moradores, incluindo crianças e adolescentes, teriam sido forçados a assistir à execução como uma demonstração de força do regime.
Por Leon Lopes da Silva,jornalista, Diretor e fotográfico do Jornal JRP INTERNACIONAL
**************************************
Jornalista d Natal- RN no rio grande do norte , Brasil

Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
*************************************
Jornalista d Natal- RN no rio grande do norte , Brasil

Sr.Leon Lopes da Silva
Jornalista,professor,pesquisador,terapeuta,teólogo,artista plástico, técnico de projetos sociais,técnico de informática, perito grafotécnico forense criminal.
*************************************
Detalhes do incidente:
- Acusações: O casal, que tinha uma empresa bem-sucedida de venda e aluguel de peças para bicicletas elétricas, foi acusado de se tornar "arrogante" após acumular riqueza e de se envolver em atividades "anti-estado" e "anti-sociais". Denúncias de vizinhos sobre preços altos e má conduta levaram à prisão deles em agosto.
- Punição: Eles foram sentenciados à morte em setembro e executados em uma área aberta no distrito de Mirim, em Pyongyang, em meados de outubro. Cerca de 200 pessoas foram obrigadas a comparecer. Vinte associados, familiares e funcionários também receberam punições, como deportação interna ou campos de reeducação.
- Contexto: Analistas interpretam o caso como um aviso severo do governo de Kim Jong-un contra a iniciativa privada e qualquer riqueza que fuja do controle estatal, em um momento de dificuldades econômicas no país.
As execuções públicas são uma ferramenta de terror usada pelo regime norte-coreano para instilar medo e desencorajar o que consideram crimes, incluindo a distribuição de mídia estrangeira, que também pode levar à pena de morte.



Nenhum comentário:
Postar um comentário